segunda-feira, 30 de julho de 2007

Ossadas confirmam sacrifícios humanos coletivos entre os índios

Execução ritual registrada no Códice MagliabechianoArqueólogos desenterraram perto da cidade do México os restos de aproximadamente 550 pessoas sacrificadas ritualmente pelos sacerdotes aztecas, que queriam deter a chegada dos espanhóis em 1520.

As vítimas foram guardadas em gaiolas durante meses, tiveram os corações arrancados, os ossos foram fervidos e os crânios escalpelados.

Com freqüência os restos mortais ainda palpitantes eram devorados por bruxos e demais indígenas. A satânica chacina durou seis meses.

Esses sacrifícios coletivos eram comuns entre índios antes da evangelização das Américas.

Apesar disso, a neomissiologia comuno-progressista pretende que a cultura indígena é a boa, e que os males começaram com a ação evangelizadora dos missionários católicos, após a descoberta do continente americano.

A descoberta reforça a convicção no acerto da Igreja enviando os missionários que tiraram América do paganismo, da barbárie, ignorância e cruel selvageria em que jaziam seus habitantes indígenas. Agradeçamos sempre a Nossa Senhora e à Santa Igreja Católica.

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2 comentários:

  1. Luís, desculpe o comentário extemporâneo a esta postagem, devido a somente agora conhecer este ótimo blog (através do Borboletas ao Luar, da Andrea).

    Sobre o assunto em tela, os contadores de EStórias atuais, na sua simploriedade marxista, realçam os aspectos positivos de maias, incas e astecas e os negativos de europeus, inclusive dos evangelizadores. A farsa é montada de modo a criar a dicotomia marxista opressor X oprimido, pintando os cristãos com todas as tintas possíveis da maldade impiedosa.

    O fato que se percebe assim que se evolui das obras desses EStoriadores é a imensa noite de pavor na América silvícola, em que tribos e culturas se digladiavam e se odiavam diuturnamente, umas escravizando outras, massacrando-as, destruindo seus traços culturais, cometendo entre si todo um rol de atrocidades que cinicamente é omitido quando se refere aos "bons selvagens" pré-colombianos.

    Não foi surpresa, pois, que portugueses e espanhóis sempre contaram com a ajuda providencial de outros povos sem os quais dificilmente poderiam fazer frente aos maias, incas, astecas e, no Brasil, aos tupinambás, estes verdadeiros carniceiros, romanceados e vitimizados pela EStória marxista.

    Abraços

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  2. Luís, desculpe o comentário extemporâneo a esta postagem, devido a somente agora conhecer este ótimo blog (através do Borboletas ao Luar, da Andrea).

    Sobre o assunto em tela, os contadores de EStórias atuais, na sua simploriedade marxista, realçam os aspectos positivos de maias, incas e astecas e os negativos de europeus, inclusive dos evangelizadores. A farsa é montada de modo a criar a dicotomia marxista opressor X oprimido, pintando os cristãos com todas as tintas possíveis da maldade impiedosa.

    O fato que se percebe assim que se evolui das obras desses EStoriadores é a imensa noite de pavor na América silvícola, em que tribos e culturas se digladiavam e se odiavam diuturnamente, umas escravizando outras, massacrando-as, destruindo seus traços culturais, cometendo entre si todo um rol de atrocidades que cinicamente é omitido quando se refere aos "bons selvagens" pré-colombianos.

    Não foi surpresa, pois, que portugueses e espanhóis sempre contaram com a ajuda providencial de outros povos sem os quais dificilmente poderiam fazer frente aos maias, incas, astecas e, no Brasil, aos tupinambás, estes verdadeiros carniceiros, romanceados e vitimizados pela EStória marxista.

    Abraços

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