segunda-feira, 17 de novembro de 2008

O Santo Sudário em altíssima resolução fotográfica: expectativas

Santo Sudario sendo digitalizado em alta definicao





O Santo Sudário de Turim foi objeto de um mapeamento fotográfico digital que rendeu uma foto de 12.8 bilhões de pixels.

A imagem foi solicitada pelo Vaticano para ter a mais detalhada reprodução da relíquia.

“Nós fusionamos 1.600 fotos para criar uma grande imagem que é quase 1.300 vezes maior que uma simples fotografia tirada com uma câmara digital de 10 megapixels” explicou Mauro Gavinelli, supervisor de HAL9000, a empresa especializada em arte fotográfica que foi contratada para essa finalidade.

O feito permite analisar o Santo Sudário com um pormenor sem precedentes. “É como olhar o Sudário a través de um microscópio. Podem-se ver os fios, as fibras que compõem os fios, e os danos que o sudário sofreu durante anos”, explicou Gavinelli.

A expectativa é que a imagem de alta definição acrescente novos dados ao conhecimento desta relíquia única.

A BBC preparou um documentário com base nestas fotos HD.

“O Sudário deu surpresas cada vez que foi submetido a uma nova forma de reprodução”, disse David Rolfe, diretor de documentários da BBC. “A primeira vez que foi fotografado, revelou características nos negativos. Quando foi scaneada foi possível fazer uma imagem tridimensional. Agora nós o filmamos com alta definição e já estamos vendo alguns efeitos interessantes”, concluiu.



segunda-feira, 3 de novembro de 2008

A polêmica em torno do teste do Carbono 14 no Santo Sudário de Turim (fim)


Outro argumento contra a credibilidade dos resultados do teste do Carbono 14 é que a parte do tecido utilizada para o teste não seria adequada para o mesmo, por estar danificada.

Esse é o depoimento do químico Alan Adler, professor na Western Connecticut State University.

Cientistas que analisaram com olho crítico os resultados do teste do carbono 14 chegaram à conclusão de que são insustentáveis.

Além do mais, o próprio Michael Tite, coordenador dos testes científicos e diretor do Museu Britânico, reconheceu em carta dirigida ao prof. Luigi Gonella, consultor técnico do Arcebispado de Turim, que o carbono 14 não oferece prova alguma a favor de sua tese.

E para completar ele confessou que “houve intenção deliberada de enganar o público” (AICA, nº 2084, 27/11/1996).

Hoje novas análises estão sendo excogitadas.



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O mistério do Santo Sudário 4: o teste do Carbono 14 não teria usado amostras adequadas




O mistério do Santo Sudário 5 (fim)



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segunda-feira, 27 de outubro de 2008

A polêmica em torno do teste do Carbono 14 (continuação)


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Em 1993 o cientista russo Dmitri Kouznetsov, entusiasticamente apoiado por John Jackson, um dos líderes das pesquisas de 1978, afirmou que os dados do teste do carbono 14 estavam errados, em conseqüência do incêndio a que esteve exposto o Sudário em 1532.

Pois este muito provavelmente teria alterado a quantidade de carbono 14 na venerável mortalha.

Dr. Leoncio Garza-Valdes, um pediatra especialista em microbiologia e arqueologia, demonstrou que existem determinados tipos de bactérias que produzem uma espécie de verniz sobre tecidos, em condições especiais.


Ao examinar a região em que foi extraída a amostragem para o exame do carbono 14, verificou que este fenômeno ali se produziu, o que poderia ter alterado os resultados do teste.





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O mistério do Santo Sudário 2: sob a análise crítica da ciência



O mistério do Santo Sudário 3: achados surpreendentes



terça-feira, 21 de outubro de 2008

Sobre o contestado teste do carbono 14 no Santo Sudário

Santo Sudário, negativos de fotos, corpo inteiro

Luis Dufaur
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No dia 21 de abril de 1988, o Arcebispo de Turim, Cardeal Anastácio Ballestrero, com o auxílio do microbiólogo italiano Giovanni Riggi, cortou uma pequena amostra de 10x70 mm do tecido do Sudário, bem distante da figura central e de qualquer área queimada ou remendada.

Partiu-a em três pequenas amostras e as distribuiu para representantes de três centros de estudos ‒ Zurich, Oxford e Arizona ‒ a fim de que fossem submetidas à análise da idade, por meio do teste do carbono 14. O carbono existe em todas substâncias orgânicas e começa a decrescer em quantidade após a morte delas, sendo assim possível estabelecer a idade aproximada do objeto analisado.

Santo Sudário, replica em Santa Croce In Gerusalemme, RomaNo mês de outubro daquele ano a equipe de Oxford, em conferência no British Museum, declarou que a análise do carbono 14 indicava que o tecido era de origem medieval, tendo sido produzido entre os anos 1260 e 1390!

A ciência parecia entrar em contradição com tudo o que ela própria demonstrara anteriormente.

Entretanto, o que mais abalou os fiéis foi um desconcertante comunicado oficial do mesmo cardeal, publicado no 14 de outubro daquele ano, no "Osservatore Romano":

“Por intermédio do Dr. Tite, do British Museum, coordenador do projeto ... comunicaram finalmente em 28 de setembro de 1988 ao guardião pontifício do Santo Sudário os resultados de suas pesquisas.

“Este documento estabelece, com uma taxa de confiabilidade de 95%, que o tecido do Sudário tem sua origem entre 1260 e 1390.”

O que era tão evidente nas análises anteriores parecia cair por terra.

Por que aceitar assim, sem maiores discussões, o resultado apresentado por esses laboratórios?

Por que não realizar outros exames de partes diferentes do tecido?

O Sudário não teria sofrido alterações na quantidade de carbono 14, por ter sido atingido por dois incêndios, o de 1532 e outro anterior, cujos vestígios podem ser detectados na sagrada mortalha?

Foi o que se perguntaram muitos cientistas. A polêmica apenas estava começando.

(Autor: Diogo Waki)


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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Santo Sudário: as primeiras surpresas e constatações

O fotógrafo Secondo Pia fez a descoberta do corpo de Jesus impresso no Santo Sudário de Turim
O fotógrafo Secondo Pia fez a descoberta do corpo de Jesus
impresso no Santo Sudário de Turim
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há 100 anos, em 1898, um devoto do Santo Sudário, o advogado italiano Secondo Pia, não imaginava que um simples e despretensioso gesto seu iria mudar substancialmente a história daquela sagrada relíquia.

Sendo fotógrafo amador, foi ele quem pela primeira vez fotografou o venerável tecido durante uma exposição pública, no período de 25 a 28 de maio daquele ano.

Qual não foi sua surpresa ao constatar, quando revelou o filme, ter aparecido no negativo a figura de Nosso Senhor Jesus Cristo, imperceptível na observação direta do pano.

Diante desse acontecimento, o Santo Sudário saiu do quase anonimato, a que estava reduzido, para a glória. A descoberta foi considerada como "a revelação de fim de século", reacendendo o antigo fervor na devoção ao Sagrado Linho.

Santo Sudario, replicaEsta devoção, até então apenas popular, passou a ser um verdadeiro desafio à ciência. Pesquisadores dos mais diversos países acorreram a Turim e debruçaram-se sobre o misterioso lençol para tentar decifrar o seu enigma.

Afinal, qual a origem daquele tecido? O que ele representava? Como foi estampada aquela figura na foto?

Para a piedade católica, porém, não havia dúvidas. Aquela imagem impressa no negativo era a prova mais evidente da Paixão e Morte de Nosso Senhor Jesus Cristo. E por isso a relíquia era digna de toda veneração.

O primeiro estudo sobre o Sudário que se tornou público foi a análise médico-científica feita pelo Dr. Pierre Barbet, em 1932. As conclusões, descritas no livro A paixão de Cristo segundo o cirurgião (Ed. Loyola, São Paulo, 1976), foram impressionantes:

Trabalhos de Pierre Barbet
‒ na face havia sinais de contusões, o nariz estava fraturado e a cartilagem descolada do osso;
‒ no corpo foram contados 120 sinais de golpes de açoite, produzidos por dois flageladores, um de cada lado da vítima;
‒ o flagelo utilizado foi o que se usava no Império Romano, composto de duas ou três correias de couro, terminando em pequenos ossos de pontas agudas, ou em pequenas travas de chumbo com duas bolas nas extremidades;
‒ duas chagas marcavam o ombro direito e o omoplata esquerdo;
‒ o peito muito saliente denotava a terrível asfixia suportada durante a agonia;
‒ os pulsos apareciam perfurados, tendo o prego perfurante secionado em parte o nervo mediano, fazendo contrair o polegar para dentro da palma da mão;
‒ pela curvatura das pernas e as perfurações nos pés, tem-se a nítida impressão de que o esquerdo foi sobreposto ao direito e presos ao madeiro por um único prego;
‒ os dois joelhos estavam chagados;
‒ havia um sinal de sangramento, produzido por grande ferida, no lado direito do tórax;
‒ por fim, havia 50 perfurações na fronte, cabeça e nuca, compatíveis com uma coroação de espinhos...

Era uma constatação científica, totalmente coerente com a descrição evangélica da Paixão de Nosso Senhor Jesus Cristo. Tratava-se realmente do Santo Sudário que envolvera o corpo do Redentor, quando este foi descido da cruz para ser sepultado.

(Autor: Diogo Waki)

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Em São Paulo, peças que falam do Antigo Testamento, da Redenção e dos primeiros séculos da Igreja

Inscrição com o nome do governador Pôncio Pilato
No Museu de Arte de São Paulo (MASP) está tendo lugar a exposição “Tesouros da Terra Santa - Do Rei David ao Cristianismo” que vai até 2 de novembro.

Nela estão expostos 150 achados arqueológicos, os mais antigos do ano 1000 a.C. e os mais novos do século I d. C.

Eles são testemunhas de fatos históricos do Antigo e Novo Testamento.

Algumas peças são do tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo, como a inscrição de Pôncio Pilatos, o mole e culpado governador romano que levou Jesus à Cruz.

Estela israelita com a incrição 'Casa de David'Há também o ossuário de Caifás, o Sumo Sacerdote judeu que presidiu o Sinédrio durante o iníquo julgamento de Nosso Senhor.

As peças foram trazidas do Museu de Israel Jerusalém.

Entre outras peças está a "pedra da vitória", entalhada por um rei de Aram, que nomeia a “Casa de Davi”.

Isto é, a dinastia fundada pelo Rei Davi e da qual descendia Nosso Senhor como legitimo herdeiro, rei de Israel por direito. Tanto Nossa Senhora quanto São José pertenciam à casa real.


Reconstrução de Igreja, estilo bizantino, primeiros séculos da IgrejaA amostra é completada por peças do período bizantino, séculos IV a VII d.C.

Elas incluem a reconstituição de uma antiga igreja e elementos sagrados como pia batismal e altar.

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segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Santo Sudário: cientistas querem teste sério de carbono 14

Santo Sudário, Ciência confirma a Igreja

Luis Dufaur
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Segundo o diário Los Angeles Times de 17 de agosto, John e Rebecca Jackson, um casal de cientistas de Colorado Springs, EUA, obteve o apoio da Universidade de Oxford para solicitar ao Vaticano novas analises do Santo Sudário de Turim utilizando o Carbono 14.

Em 1988, certos cientistas apresentaram resultados de análises com Carbono 14 que contestavam a antiguidade, e portanto a autenticidade do Santo Sudário.

O professor Jackson foi um dos eminentes especialistas que não acreditaram.

Ele insistiu que esses resultados não faziam sentido.

Sua desconfiança mostrou estar certa. A fraude daquela análise foi oficialmente denunciada.

Agora com 62 anos, John Jackson, quer fazer seriamente análises com Carbono 14. Para isso tem o apoio da Universidade de Oxford, que participou no desconsiderado estudo anterior.

John Jackson, co-fundador do STUR, com outros cientistas. Ciência confirma a IgrejaJackson ensina na Universidade de Colorado, e pleiteia que o Santo Su-dário foi contaminado por elevados níveis de carbono no incêndio sofrido há séculos, fato que pede maior prudência nos critérios utilizados.

Christopher Ramsey, chefe da Unidade do Acelerador de Radiocarbono de Oxford acrescenta: “Há um mundo de outras evidências que sugerem a mui-tos que o Sudário é mais velho do que as datas apontadas pelo radiocarbono”.

Numa conferencia promovida pelo Shroud Science Group da Universidade Estadual de Ohio, o Los Alamos National Laboratory apresentou provas de que os resultados do teste de 1988 foram falseados. A razão foi que as amostras foram tiradas não do Sudário original, mas do tecido acrescentado para remedar os estragos do incêndio que o danificou na Idade Média.

Santo Sudário em 1978, Ciência confirma a IgrejaEm 1978, Jackson e um grupo de cientistas fizeram uma série de testes inclusive com raios X e análises químicas. Eles concluíram que o Santo Sudário não está pintado, tingido ou manchado e que as marcas de sangue eram genuínas.

O estudo do Santo Sudário levou Rebecca, que foi judia ortodoxa, a se converter à Igreja Católica.

Seu marido John se fez suspender de uma cruz de 2,4 metros para estudar como o Sangue de Nosso Senhor pode ter escorrido nessa posição.

O caso do Carbono 14

Ray Rogers, um dos cientistas que recusou os resultados do Carbono 14. Ciência confirma a Igreja
Alguns cientistas efetuaram exames mal feitos com Carbono 14 manipulando as amostras do preciosíssimo tecido.

Eles anunciaram a guisa de conclusão que o Santo Sudário era da época medieval e não do tempo de Nosso Senhor.

O artifício não resistiu à crítica. Por fim, o diretor do Museu Britânico, Michael Tite, reconheceu que "houve intenção deliberada de enganar o público".



segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Cientistas fazem germinar tâmara do tempo de Jesus Cristo

Massada, ruínas da fortaleza, ©David Shankbone. Ciência confirma a Igreja
Um grupo de arqueólogos recuperou diversas sementes nas ruínas da fortaleza de Massada, na beira do Mar Morto.

O forte é de grande antiguidade e fora ampliado com um palácio pelo rei Herodes I, antes do nascimento de Cristo. Foi destruído pelos romanos no ano 73 d.C.

Cientistas israelenses encontraram sementes de tâmara colhidas perto da data do nascimento de Nosso Senhor.

Phoenix dactylifera, Marrocos, Ciência confirma a IgrejaMais ainda, os cientistas lograram fazer germinar uma variedade extinta. Agora é possível que possa se experimentar o mesmo tipo de tâmaras que comiam os coetâneos de Jesus.

A variedade é uma espécie de Phoenix dactylifera cujo cultivo começou há mais de 5 mil anos, no golfo Pérsico.

Os testes genéticos mostram que a variedade é realmente diferente das atualmente aproveitadas.

Em caso de prosperar, as plantas produzirão frutos em poucos anos.

Bodas de Caná, David Gérard, Ciência confirma a IgrejaQuiçá tâmaras dessa variedade foram servidas nas bodas de Caná ou na Santa Ceia.

Provavelmente essas tâmaras tenham um sabor muito parecido às conhecidas. Entretanto, o fato de saborear um fruto como Nosso Senhor Jesus Cristo pode ter aceitado, aviva o desejo de, pelo menos nessa minúcia, participar indiretamente dos tempos em que o Divino Redentor pregava em carne e osso no nosso vale de lágrimas.

Essa consideração nos anima a imitar melhor seus sublimes exemplos, e praticar melhor seus divinos ensinamentos, zelosamente preservados na sua integridade pela Santa Igreja Católica.

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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Pedra do Mar Morto confirma divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo

Pedra do Mar Morto, e David Jeselsohn, Ciencia confirma a Igreja
David Jeselsohn com a Pedra do Mar Morto
Segundo informou a Folha de S.Paulo (8-7-2008), cientistas israelenses analisaram cuidadosamente uma laje de pedra (foto) com perto de 100 centímetros de altura que contém 87 linhas em hebraico.

Ela data de vários lustros antes do nascimento de Jesus Cristo.

A descoberta abalou os círculos de arqueologia bíblica hebraicos porque prova que os judeus alimentavam a expectativa de um Messias que haveria de vir e que ressuscitaria três dias depois de morto.

A placa foi achada perto do Mar Morto e é um raro exemplo de inscrição em tinta sobre pedra em duas colunas como a Torá (é o equivalente nas escrituras hebraicas ao Pentateuco, i. é, os cinco primeiros livros da Bíblia).

Para Daniel Boyarin, professor do Talmude na Universidade de Berkeley, a peça é mais uma evidência de que Jesus Cristo corresponde ao Messias tradicionalmente esperado pelos judeus.

Ada Yardeni e Binyamin Elitzur, especialistas israelenses em escrita hebraica, após detalhada análise, concluíram que datava do fim do primeiro século antes de Cristo.

O professor de arqueologia da Universidade de Tel Aviv, Yuval Goren fez uma análise química e acha que não se pode duvidar de sua autenticidade.

Israel Knohl, professor de estudos bíblicos da Universidade Hebraica, defende que a pedra prova que a “a ressurreição depois de três dias é uma idéia anterior de Jesus, o que contradiz praticamente toda a atual visão acadêmica”.

Desde o ponto de vista católico estes dados científicos confirmam a Fé e as Escrituras.

Compreende-se que entre os judeus o achado cause polêmica, pois acaba sugerindo que Nosso Senhor Jesus Cristo foi o Messias prometido, o que deixa em situação incomoda à Sinagoga que O crucificou e os que compartilham o deicídio.

Em maio de 2013, esta relíquia arqueológica passou a ser exposta ao público no Museu de Israel, em Jerusalém.

Dedicamos um post especial ao evento, que inclui novos e muito interessantes dados sobre a pedra e o que está incrito nela.

Clique aqui para ver: Pedra do Mar Morto, ou “Pedra de Gabriel”, apontava que o Messias viria como Jesus veio e ainda como virá no fim dos tempos