segunda-feira, 18 de agosto de 2008

Santo Sudário: cientistas querem teste sério de carbono 14

Santo Sudário, Ciência confirma a Igreja

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Segundo o diário Los Angeles Times de 17 de agosto, John e Rebecca Jackson, um casal de cientistas de Colorado Springs, EUA, obteve o apoio da Universidade de Oxford para solicitar ao Vaticano novas analises do Santo Sudário de Turim utilizando o Carbono 14.

Em 1988, certos cientistas apresentaram resultados de análises com Carbono 14 que contestavam a antiguidade, e portanto a autenticidade do Santo Sudário.

O professor Jackson foi um dos eminentes especialistas que não acreditaram.

Ele insistiu que esses resultados não faziam sentido.

Sua desconfiança mostrou estar certa. A fraude daquela análise foi oficialmente denunciada.

Agora com 62 anos, John Jackson, quer fazer seriamente análises com Carbono 14. Para isso tem o apoio da Universidade de Oxford, que participou no desconsiderado estudo anterior.

John Jackson, co-fundador do STUR, com outros cientistas. Ciência confirma a IgrejaJackson ensina na Universidade de Colorado, e pleiteia que o Santo Su-dário foi contaminado por elevados níveis de carbono no incêndio sofrido há séculos, fato que pede maior prudência nos critérios utilizados.

Christopher Ramsey, chefe da Unidade do Acelerador de Radiocarbono de Oxford acrescenta: “Há um mundo de outras evidências que sugerem a mui-tos que o Sudário é mais velho do que as datas apontadas pelo radiocarbono”.

Numa conferencia promovida pelo Shroud Science Group da Universidade Estadual de Ohio, o Los Alamos National Laboratory apresentou provas de que os resultados do teste de 1988 foram falseados. A razão foi que as amostras foram tiradas não do Sudário original, mas do tecido acrescentado para remedar os estragos do incêndio que o danificou na Idade Média.

Santo Sudário em 1978, Ciência confirma a IgrejaEm 1978, Jackson e um grupo de cientistas fizeram uma série de testes inclusive com raios X e análises químicas. Eles concluíram que o Santo Sudário não está pintado, tingido ou manchado e que as marcas de sangue eram genuínas.

O estudo do Santo Sudário levou Rebecca, que foi judia ortodoxa, a se converter à Igreja Católica.

Seu marido John se fez suspender de uma cruz de 2,4 metros para estudar como o Sangue de Nosso Senhor pode ter escorrido nessa posição.

O caso do Carbono 14

Ray Rogers, um dos cientistas que recusou os resultados do Carbono 14. Ciência confirma a Igreja
Alguns cientistas efetuaram exames mal feitos com Carbono 14 manipulando as amostras do preciosíssimo tecido.

Eles anunciaram a guisa de conclusão que o Santo Sudário era da época medieval e não do tempo de Nosso Senhor.

O artifício não resistiu à crítica. Por fim, o diretor do Museu Britânico, Michael Tite, reconheceu que "houve intenção deliberada de enganar o público".



segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Cientistas fazem germinar tâmara do tempo de Jesus Cristo

Massada, ruínas da fortaleza, ©David Shankbone. Ciência confirma a Igreja
Um grupo de arqueólogos recuperou diversas sementes nas ruínas da fortaleza de Massada, na beira do Mar Morto.

O forte é de grande antiguidade e fora ampliado com um palácio pelo rei Herodes I, antes do nascimento de Cristo. Foi destruído pelos romanos no ano 73 d.C.

Cientistas israelenses encontraram sementes de tâmara colhidas perto da data do nascimento de Nosso Senhor.

Phoenix dactylifera, Marrocos, Ciência confirma a IgrejaMais ainda, os cientistas lograram fazer germinar uma variedade extinta. Agora é possível que possa se experimentar o mesmo tipo de tâmaras que comiam os coetâneos de Jesus.

A variedade é uma espécie de Phoenix dactylifera cujo cultivo começou há mais de 5 mil anos, no golfo Pérsico.

Os testes genéticos mostram que a variedade é realmente diferente das atualmente aproveitadas.

Em caso de prosperar, as plantas produzirão frutos em poucos anos.

Bodas de Caná, David Gérard, Ciência confirma a IgrejaQuiçá tâmaras dessa variedade foram servidas nas bodas de Caná ou na Santa Ceia.

Provavelmente essas tâmaras tenham um sabor muito parecido às conhecidas. Entretanto, o fato de saborear um fruto como Nosso Senhor Jesus Cristo pode ter aceitado, aviva o desejo de, pelo menos nessa minúcia, participar indiretamente dos tempos em que o Divino Redentor pregava em carne e osso no nosso vale de lágrimas.

Essa consideração nos anima a imitar melhor seus sublimes exemplos, e praticar melhor seus divinos ensinamentos, zelosamente preservados na sua integridade pela Santa Igreja Católica.

Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de 'Ciência confirma a Igreja' no meu Email