segunda-feira, 20 de julho de 2015

Probabilidade de o Santo Sudário ser falso: uma em 225 bilhões!

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Quando era criança e ouvia falar do Santo Sudário de Turim, o Dr. Pierluigi Baima Bollone, professor de Medicina Legal na Universidade de Turim, ficava empolgado.

Ele não imaginava que uma comissão de especialistas haveria de levantar a hipótese da presença de traças de soro no Santo Lenço e que ele seria o primeiro patologista capaz de analisá-las.

Foi em 1978, avaliando uma dúzia de fios tirados do Sudário e uma micro-crosta de fracções de milímetros extraída por uma equipe de cientistas suíços.

“Assim descobri que se tratava de sangue humano. Depois, com a ajuda de alguns especialistas de DNA, eu pude identificar algumas de suas características”, disse o professor em entrevista para o site Vatican Insider.
“Eu era um jovem médico forense que se interessava por microvestígios. O Pe. Coero-Borga me perguntou se eu conseguiria esclarecer se as manchas do Santo Sudário eram verdadeiramente de sangue”, conta ele.
O médico aceitou o desafio e analisou as amostras com microscópio ótico, depois com um outro eletrônico, e assim chegou à maravilhosa descoberta.
“Foi um momento que jamais poderei esquecer. Estava com outros médicos patologistas na biblioteca do Palácio Real, que tinha as janelas bloqueadas com sacolas negras que tínhamos posto.

“O Sudário estava estendido sobre uma grande mesa, iluminado por uma luz rasante com uma inclinação de 45 graus para retirar os fragmentos de pano, e nos sentávamos um por vez sobre um cavalete.

“Quando foi minha vez, tive a impressão de que a imagem virava um corpo. Era como se eu a visse em três dimensões, e pensei que meus olhos estivessem me aprontando uma feia”.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Coliseu restaura elevador que alçava as feras
para devorar os mártires

Os sinistros elevadores do Coliseu consumiam a força de oito escravos. Eis um restaurado.
Os sinistros elevadores do Coliseu consumiam a força de oito escravos. Eis um restaurado.




O famoso Coliseu de Roma, cujas ruínas relativamente conservadas são visitadas por milhões de turistas todos os anos, foi em seu esplendor um estádio de espetáculos cruéis.

Sobressai na memória dos homens a lembrança gloriosa dos mártires cristãos que eram levados à arena sob o olhar lúbrico e sádico dos imperadores e de uma massa de pagãos ávidos de sangue.

Naquele momento supremo lhes era proposta a péssima opção: ou recusavam a Jesus Cristo queimando incenso aos deuses e salvando assim suas vidas, ou seriam entregues às feras.

Essas feras eram de diversas espécies, cada uma conhecida pelo seu modo de matar e devorar as vítimas.

Outras vezes era a luta de gladiadores contra animais ferozes, espetáculo especialmente sanguinário.

E por fim as lutas entre gladiadores, que terminavam não raro com a morte.

Calcula-se que em poucos séculos foram empregadas algumas dezenas de milhares de animais selvagens nesses espetáculos perversos.

Chegou-se a falar que a arena do Coliseu estava tingida pelo sangue de mártires, gladiadores e animais.