segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Mais modernos testes concluem que o Santo Sudário
é do tempo de Jesus Cristo

Giulio Fanti, professor de Medições Mecânicas da Universidade de Pádua um dos peritos que conduziu os avançados testes.
Giulio Fanti, professor de Medições Mecânicas da Universidade de Pádua
um dos peritos que conduziu os avançados testes.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Ao falar do Santo Sudário, certa imprensa influenciada pela cristofobia aproveita para insistir num realejo desqualificado nos meios científicos.

Segundo esse realejo o Santo Sudário não seria mais do que uma falsificação medieval, comprovada por exames de datação feitos em 1988 com Carbono 14.

Esses testes com Carbono 14 foram rejeitados largamente pelos cientistas devido a graves defeitos de procedimento, reconhecidos, aliás, por um dos responsáveis.

Novos testes mais acurados com diversos procedimentos foram aplicados no Santo Sudário para apurar do modo mais preciso possível a sua datação.

Os resultados de uns e de outros foram objeto de um cruzamento visando à maior precisão histórica.

Os principais resultados obtidos por diversas autoridades da ciência foram apresentados em congresso promovido pela Universidade de Pádua em colaboração com as Universidades de Bologna, Modena, Parma e Udine, bem como pelo Politécnico de Bari, segundo informou o site Vatican insider.

Os resultados foram compulsados no âmbito do projeto de pesquisa intitulado “Análise multidisciplinar aplicada ao Santo Sudário de Turim: estudo da imagem corpórea, de possíveis poluições ambientais e das micropartículas típicas do Tecido de linho”.

O professor Francesco Lattarulo, do Politécnico de Bari, apresentou os resultados da análise praticada na dupla imagem corpórea (pela frente e pelas costas) impressa no Tecido.

Os resultados “demonstraram ser hoje impossível, do ponto de vista técnico-científico, reproduzir a Imagem. Porém, a hipótese mais respeitável considera que uma emissão de energia elétrica produziu o chamado ‘efeito corona’.

“Dessa forma, na Universidade Pádua foi possível gerar imagens similares às do Sudário a partir de um manequim 50% menor do original e submetido a descargas de 300 mil volts”, segundo os autores da experiência.

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O enigma que desconcerta a ciência

Painel da amostra O Homem do Sudário.
Painel da amostra O Homem do Sudário.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




O que se passou naquele túmulo perto de Jerusalém por volta do ano 30 da era cristã, quando Jesus ressuscitou? Como é que sua imagem ficou impressa no precioso Sudário, hoje em Turim?

A ciência pena em responder a essas e outras perguntas conexas, mas não arreda o pé – e faz bem –, procurando alguma pista que permita uma explicação. Pois até o momento ela se confessa incapaz sequer de entender o fenômeno.

Também por isso, a imprensa vai atrás dos especialistas em sindologia, nome da especialidade que estuda o Santo Sudário.

O presidente do Centro Internacional de Sindologia de Turim, professor Bruno Barberis, foi procurado incontáveis vezes a propósito do apaixonante tema. E respondeu mais recentemente à Rádio Vaticano:

Prof. Barberis – Certamente se tem progredido no estudo do Santo Sudário para saber como foi feito, mas no momento atual tudo é insuficiente para responder a esta interrogação, que continua sendo o enigma mais significativo e fascinante do Lençol.