segunda-feira, 15 de setembro de 2008

Em São Paulo, peças que falam do Antigo Testamento, da Redenção e dos primeiros séculos da Igreja

Inscrição com o nome do governador Pôncio Pilato
No Museu de Arte de São Paulo (MASP) está tendo lugar a exposição “Tesouros da Terra Santa - Do Rei David ao Cristianismo” que vai até 2 de novembro.

Nela estão expostos 150 achados arqueológicos, os mais antigos do ano 1000 a.C. e os mais novos do século I d. C.

Eles são testemunhas de fatos históricos do Antigo e Novo Testamento.

Algumas peças são do tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo, como a inscrição de Pôncio Pilatos, o mole e culpado governador romano que levou Jesus à Cruz.

Estela israelita com a incrição 'Casa de David'Há também o ossuário de Caifás, o Sumo Sacerdote judeu que presidiu o Sinédrio durante o iníquo julgamento de Nosso Senhor.

As peças foram trazidas do Museu de Israel Jerusalém.

Entre outras peças está a "pedra da vitória", entalhada por um rei de Aram, que nomeia a “Casa de Davi”.

Isto é, a dinastia fundada pelo Rei Davi e da qual descendia Nosso Senhor como legitimo herdeiro, rei de Israel por direito. Tanto Nossa Senhora quanto São José pertenciam à casa real.


Reconstrução de Igreja, estilo bizantino, primeiros séculos da IgrejaA amostra é completada por peças do período bizantino, séculos IV a VII d.C.

Elas incluem a reconstituição de uma antiga igreja e elementos sagrados como pia batismal e altar.

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segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Cientistas fazem germinar tâmara do tempo de Jesus Cristo

Massada, ruínas da fortaleza, ©David Shankbone. Ciência confirma a Igreja
Um grupo de arqueólogos recuperou diversas sementes nas ruínas da fortaleza de Massada, na beira do Mar Morto.

O forte é de grande antiguidade e fora ampliado com um palácio pelo rei Herodes I, antes do nascimento de Cristo. Foi destruído pelos romanos no ano 73 d.C.

Cientistas israelenses encontraram sementes de tâmara colhidas perto da data do nascimento de Nosso Senhor.

Phoenix dactylifera, Marrocos, Ciência confirma a IgrejaMais ainda, os cientistas lograram fazer germinar uma variedade extinta. Agora é possível que possa se experimentar o mesmo tipo de tâmaras que comiam os coetâneos de Jesus.

A variedade é uma espécie de Phoenix dactylifera cujo cultivo começou há mais de 5 mil anos, no golfo Pérsico.

Os testes genéticos mostram que a variedade é realmente diferente das atualmente aproveitadas.

Em caso de prosperar, as plantas produzirão frutos em poucos anos.

Bodas de Caná, David Gérard, Ciência confirma a IgrejaQuiçá tâmaras dessa variedade foram servidas nas bodas de Caná ou na Santa Ceia.

Provavelmente essas tâmaras tenham um sabor muito parecido às conhecidas. Entretanto, o fato de saborear um fruto como Nosso Senhor Jesus Cristo pode ter aceitado, aviva o desejo de, pelo menos nessa minúcia, participar indiretamente dos tempos em que o Divino Redentor pregava em carne e osso no nosso vale de lágrimas.

Essa consideração nos anima a imitar melhor seus sublimes exemplos, e praticar melhor seus divinos ensinamentos, zelosamente preservados na sua integridade pela Santa Igreja Católica.

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sexta-feira, 25 de julho de 2008

Pedra do Mar Morto confirma divindade de Nosso Senhor Jesus Cristo

Pedra do Mar Morto, e David Jeselsohn, Ciencia confirma a Igreja
David Jeselsohn com a Pedra do Mar Morto
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Segundo informou a Folha de S.Paulo (8-7-2008), cientistas israelenses analisaram cuidadosamente uma laje de pedra (foto) com perto de 100 centímetros de altura que contém 87 linhas em hebraico.

Ela data de vários lustros antes do nascimento de Jesus Cristo.

A descoberta abalou os círculos de arqueologia bíblica hebraicos porque prova que os judeus alimentavam a expectativa de um Messias que haveria de vir e que ressuscitaria três dias depois de morto.

A placa foi achada perto do Mar Morto e é um raro exemplo de inscrição em tinta sobre pedra em duas colunas como a Torá (é o equivalente nas escrituras hebraicas ao Pentateuco, i. é, os cinco primeiros livros da Bíblia).

Para Daniel Boyarin, professor do Talmude na Universidade de Berkeley, a peça é mais uma evidência de que Jesus Cristo corresponde ao Messias tradicionalmente esperado pelos judeus.

Ada Yardeni e Binyamin Elitzur, especialistas israelenses em escrita hebraica, após detalhada análise, concluíram que datava do fim do primeiro século antes de Cristo.

O professor de arqueologia da Universidade de Tel Aviv, Yuval Goren fez uma análise química e acha que não se pode duvidar de sua autenticidade.

Israel Knohl, professor de estudos bíblicos da Universidade Hebraica, defende que a pedra prova que a “a ressurreição depois de três dias é uma idéia anterior de Jesus, o que contradiz praticamente toda a atual visão acadêmica”.

Desde o ponto de vista católico estes dados científicos confirmam a Fé e as Escrituras.

Compreende-se que entre os judeus o achado cause polêmica, pois acaba sugerindo que Nosso Senhor Jesus Cristo foi o Messias prometido, o que deixa em situação incomoda à Sinagoga que O crucificou e os que compartilham o deicídio.

Em maio de 2013, esta relíquia arqueológica passou a ser exposta ao público no Museu de Israel, em Jerusalém.

Dedicamos um post especial ao evento, que inclui novos e muito interessantes dados sobre a pedra e o que está inscrito nela.

Clique aqui para ver: Pedra do Mar Morto, ou “Pedra de Gabriel”, apontava que o Messias viria como Jesus veio e ainda como virá no fim dos tempos