segunda-feira, 27 de janeiro de 2020

Milagres Eucarísticos de Buenos Aires
deixam cientistas sem ter o que dizer

As hóstias de onde foram tiradas as amostras de carne e sangue com DNA humano
As hóstias de onde foram tiradas as amostras de carne e sangue com DNA humano
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O Pe. Alejandro Pezet estava concluindo a Missa das sete da tarde em sua paróquia, a de Santa Maria no bairro de Almagro, no centro comercial de Buenos Aires, capital argentina. Era o 15 de agosto de 1996, festa da Assunção de Nossa Senhora.

No fim da distribuição da Sagrada Comunhão, uma paroquiana lhe avisou de uma hóstia jogada num candelabro nos fundos da igreja.

Quando o padre Alejandro foi ao local encontrou-a e, de acordo com o que prescreve a Igreja, a pôs num purificador, ou pequena tigela de água, no tabernáculo da capela do Santíssimo Sacramento, aguardando sua dissolução.

Na segunda-feira 26 de agosto, quando era possível que o desfazimento estivesse concluído ou muito avançado, abriu o tabernáculo e viu com espanto que a sagrada partícula havia se tornado uma substância sangrenta.

Ele informou ao arcebispo, então o cardeal Jorge Bergoglio, segundo informou o especializado site Miracoli Eucaristici concebido pelo Servo de Deus Carlo Acutis, (1991–2006) que descreve todos os procedimentos adotados que mencionamos neste post.

Paróquia Santa Maria onde se deram os milagres eucarísticos de Buenos Aires
Paróquia Santa Maria onde se deram
os milagres eucarísticos de Buenos Aires
Em 6 de setembro foram tiradas fotografias em qualidade profissional que provam claramente que a hóstia não só se tinha tornado um pedaço de carne ensanguentada, mas havia crescido consideravelmente.

Os responsáveis eclesiásticos determinaram que ela ficasse mais tempo no tabernáculo, porém em segredo.

Após prolongado tempo não apresentava desfazimento visível e foi ordenado analisá-la cientificamente.

Também em 1992 e 1994


Não era a primeira vez que aconteciam fatos prodigiosos com a Eucaristia naquela paróquia.

Em 1º de maio de 1992, o sacerdote guardou alguns fragmentos de hóstia consagrada em um recipiente com água, que depois foi guardado no sacrário para se dissolver.

Porém, sete dias depois, os fragmentos tinham aparência de sangue.

No domingo seguinte, durante duas Missas, foram vistas pequenas gotas de sangue nas patenas que os sacerdotes usavam na comunhão aos fiéis.

O caso foi analisado por uma paroquiana que é doutora em química e que identificou glóbulos brancos ativos. Mas ela não pode fazer uma análise genética completa por carência de meios técnicos.

Mais tarde, em 1994, durante a Missa das crianças, o ministro da Eucaristia pegou a âmbula no sacrário e viu uma gota de sangue que fluía na lateral.

Os fatos evidenciavam todo o cuidado que se deve ter com na distribuição da Eucaristia que hoje se tende a relaxar. Mas, um outro fato mais importante estava por vir.

Anos depois, amostras analisadas nos EUA


O Dr. Ricardo Castañón Gómez ficou encarregado de levar as amostras aos laboratórios. Era ateu e acabou se convertendo
O Dr. Ricardo Castañón Gómez ficou encarregado de levar as amostras aos laboratórios.
Era ateu e acabou se convertendo
Em 1999, três anos depois do fato eucarístico extraordinário de 1996 com o qual iniciamos o post, o Dr. Ricardo Castañón Gómez foi contatado.

Ele devia realizar testes mais aprofundados na hóstia que se mantinha como carne e sangue fresco após todo o tempo transcorrido, segundo narra Miracoli Eucaristici.

O Dr. Castañón é doutor em Psicologia Clínica, especializado em medicina psicossomática e neuro-psicofisiologia cognitiva, e autor de 14 livros.

Quando foi chamado se professava ateu existencialista, mas hoje é católico militante, especializado nos milagres eucarísticos, porque ficou tocado pelo que viu.

Em 5 de outubro de 1999, na presença de representantes do cardeal, o especialista retirou uma amostra de cada um dos fatos de 1992 e 1996 e os levou para análise.

Em 21 de outubro do mesmo ano, ele consignou as amostras ao Laboratório de Genética Forense Analítica de San Francisco, EUA.

Esse Laboratório informou em 28 de janeiro de 2000 ter encontrado fragmentos de DNA que permitiam afirmar que era sangue de homem com código genético obviamente humano.

Em março de 2000 participou nas análises o Dr. Robert Lawrence, uma referência mundial em Histopatologia, um dos maiores especialistas em tecidos.

Os trabalhos desta autoridade concluíram se tratar de tecido de coração inflamado, portanto de pessoa que deveria ter sofrido muito.

Fragmento de tecido cardíaco do milagre eucarístico sendo analisado.
Fragmento de tecido cardíaco do milagre eucarístico sendo analisado.
Segundo ACIDigital, o Dr. Castañón contou também: “em 2001, levei as amostras para o Professor Odoardo Linoli, que identificou os glóbulos brancos e disse-me que, com grande probabilidade, as células correspondiam ao tecido do coração.

“Os resultados obtidos das amostras eram semelhantes aos dos estudos realizados na hóstia do milagre de Lanciano”.

O prof. Linoli ficou célebre pelas investigações neste milagre eucarístico. Cfr.: “O milagre eucarístico de Lanciano segundo o cientista que comprovou sua autenticidade”.

“Em 2002, acrescentou o Dr. Castañón, mandamos as amostras para o Professor John Walker, da Universidade de Sydney, Austrália, que confirmou que continham glóbulos brancos e células musculares intactas.

“Todos sabem que os glóbulos brancos, fora do nosso corpo, após 15 minutos se desintegram, porém já tinham passado 6 anos”, explicou.

O lapidar laudo clínico do Dr. Zugibe


Por fim, em 2004, cinco anos após colher as amostras, o Dr. Castañón pediu ao Dr. Frederick Zugibe (1928-2013) que as avaliasse. Tampouco lhe informou a origem.

Prof. Frederick Zugibe: não há como explicar cientificamente o fato
Prof. Frederick Zugibe:
não há como explicar cientificamente o fato
O Dr. Zugibe foi um famoso cardiologista e um dos mais renomados patologistas forenses dos EUA.

O condado de Rockland NY colocou seu nome a uma unidade forense do Rockland County Medical Examiner's Office. Foi professor na Universidade de Columbia, New York. (Cfr. Wikipedia, verbete Frederick Zugibe)

Ele concluiu que a matéria analisada era carne e sangue contendo DNA humano.

No laudo da perícia, o Dr. Zugibe afirma:

“O material analisado é um fragmento do músculo cardíaco localizado na parede do ventrículo esquerdo, próximo às válvulas.

“Esse músculo é responsável pela contração do coração.

“Lembre-se que o ventrículo esquerdo bombeia sangue para todas as partes do corpo.

“O músculo cardíaco está em uma condição inflamatória e contém um grande número de glóbulos brancos.

“Isso indica que o coração estava vivo no momento em que a amostra foi coletada.

“Meu argumento é que o coração estava vivo, já que os glóbulos brancos morrem fora de um organismo vivo. Eles requerem um organismo vivo para mantê-los.

“Portanto, sua presença indica que o coração estava vivo quando a amostra foi coletada.

“Além disso, esses glóbulos brancos haviam penetrado no tecido, o que também indica que o coração estava sob estresse severo, como se o proprietário tivesse sido severamente espancado no peito”. (Cfr.: Reinaldo Montiel, “El Papa y uno de los milagros eucarísticos”).

Dois australianos, o jornalista Mike Willesee e o advogado Ron Tesoriero, testemunharam esses testes.

Sabendo de onde procedia a amostra, eles ficaram surpresos com o depoimento do Dr. Zugibe.

Mike Willesee perguntou então ao cientista quanto tempo os glóbulos brancos permaneceriam vivos se proviessem de tecido humano conservado em água.

Interior da igreja paroquial de Santa Maria.
Interior da igreja paroquial de Santa Maria.
O Dr. Zugibe respondeu imediatamente que eles teriam deixado de existir em questão de minutos.

O jornalista disse então ao médico que a amostra foi inicialmente deixada em água comum durante um mês e, depois, por mais três anos em um recipiente com água destilada, e somente então foi coletada para análise.

O Dr. Zugibe respondeu que não havia como explicar cientificamente esse fato.

Somente nesse momento Mike Willesee informou ao Dr. Zugibe que a amostra analisada foi tirada de uma partícula consagrada (pão branco, sem fermento) que misteriosamente se transformou em carne humana com sangue.

Surpreso com essas informações, o Dr. Zugibe respondeu:

“Como e por que uma hóstia consagrada pode mudar sua natureza e se tornar carne e sangue humano vivo permanecerá um mistério inexplicável para a ciência, um mistério totalmente além da minha competência”.

Para o fiel há um adorável mistério que a Igreja nos explica perfeitamente: é a transubstanciação operada nas espécies pelo sacerdote que cumpre fielmente com as rubricas do Missal agindo de acordo com a ordem do Divino Mestre na Última Ceia.

VEJA MAIS MILAGRES EUCARÍSTICOS




quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Dois milênios após a morte de São Paulo restauradores descobriram sua mais antiga imagem

Descoberta mais antiga imagem de São Paulo
Arqueólogos no momento que desvendaram a pintura.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Em 19 de junho de 2009 foi descoberta a mais antiga representação conhecida de São Paulo. Ela se remonta ao fim do século IV.

Segundo informaram as agências Reuters, Aleteia e Zenit, entre outras, foi localizada enquanto se praticavam escavações na catacumba de Santa Tecla, na via Ostiense, não longe da basílica do Apóstolo, fora das antigas muralhas de Roma.

Os arqueólogos limpavam com raios laser uma abóbada quando descobriram um exuberante afresco.

No centro estava representado o Bom Pastor. Em volta, tinha quatro círculos com as esfinges de São Pedro, São Paulo, e mais dos apóstolos.

Os arqueólogos Fabrizio Bisconti e Barbara Mazzei forneceram todos os detalhes da descoberta. Bisconti, que é secretario da Pontifícia Comissão de Arqueologia Sacra e presidente da Academia Pontifícia do Culto dos Mártires, ponderou que “pode ser considerado o ícone mais antigo do Apóstolo encontrado até agora”.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2020

Cultos originários indígenas sacrificavam crianças
a deuses da Terra, confirmando a Bíblia: “são demônios”

Sacrifício Chimú de crianças. Reconstituição por Gabriel Prieto da Universidade Nacional de Trujillo; John W. Verano, Universidade de Tulane; Nicolas Goepfert, CNRS; Anne Pollard Rowe
Sacrifício Chimú de crianças. Reconstituição pelos arqueólogos Gabriel Prieto da Universidade Nacional de Trujillo;
John W. Verano, Universidade de Tulane; Nicolas Goepfert, CNRS; Anne Pollard Rowe.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
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Uma equipe de arqueólogos do Peru descobriu o que se acredita ser local do maior sacrifício em massa de crianças da História, segundo informou entre outros “The Guardian” de Londres.

Sem ser esse o objetivo dos cientistas, acabaram puxando o fulcro das atenções para uma das frases mais polêmicas das Sagradas Escrituras, confirmando-a.

Com efeito, quando elas se referem aos pagãos e a seus deuses, fazem-no com horror e execração. O Salmo 95 reza “todos os deuses dos gentios são demônios” (“Omnes dii gentium, daemonia”) (Salmo 95, 5).

Em numerosas passagens bíblicas, vemos os profetas e os representantes de Deus destruindo dos ídolos e os condenando ardendo de zelo pelo único Criador merecedor da única adoração.

Os crimes e os costumes depravados associados ao culto dos ídolos são também condenados com horror. Mas não faltou quem julgasse exageradas essas atitudes dos profetas e dos autores sagrados.