segunda-feira, 22 de abril de 2019

Santo Sudário: por que um braço é mais longo que o outro?

Braço direito é mais cumprido. Manchas nos antebraços são do sangue que correu dos pregos.
Manchas laterais são de partes queimadas no incêndio de 1532.
Trabalho digital sobre o 'negativo' do Sudário que por isso aparece invertido
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Um dado evidenciado no Santo Sudário é a desigualdade notória na extensão de ambos os braços. A anomalia sempre intrigou os especialistas, sobre tudo considerando a maravilhosa harmonia do corpo de Nosso Senhor.

A diferença faz que não coincidam as mãos na posição mortuária. Naturalmente deveriam se cruzar e se superpor no mesmo ponto. A mão direita excede a esquerda em alguns centímetros.

Também a posição do braço direito é diversa. Ele se encontra mais separado do corpo como se a intenção fosse forçar a equidistância com a posição do braço esquerdo.

Em poucas palavras, o braço direito é mais longo que o esquerdo. A diferença entre os dois é de 6 centímetros, segundo o estudo que apresentamos neste post.

Como se explica?

O corpo de Nosso Senhor é extraordinariamente harmonioso e proporcionado. Porém nele se observam deformações provocadas pelos brutais golpes recebidos durante a Paixão, como o desvio de septo nasal.

No caso do braço, qual foi a causa?

Há hipóteses, com seus respectivos postuladores e opositores.

Santo Sudário mão direita mais cumprida no 'positivo'.
Santo Sudário: mão direita mais cumprida no 'positivo'.
O Dr. Filippo Marchisio, chefe de Radiologia do hospital de Rivoli, e Pier Luigi Baima Bollone, professor de Medicina Forense na Universidade de Turim e diretor do Centro Internacional de Sindonologia, resolveram indagar o caso. Utilizaram equipamentos radiológicos para o trabalho profissional do hospital de Rivoli.

Explicaram o procedimento e as constatações numa entrevista especial ao jornal italiano “La Stampa” de Turim, citado por “Infovaticana”.

De início, chamou a atenção dos cientistas o fato de o braço direito do Homem do Santo Sudário aparecer 6 centímetros mais longo que o esquerdo.

Esta anomalia podia se dever a uma fratura no cotovelo ou a um deslocamento do ombro provocada pela crucificação.

Para outros sérios estudos, o deslocamento teria acontecido na primeira queda de Nosso Senhor na Via Dolorosa.

Pelo impacto contra o chão o patibulum (a trave da Cruz) que os romanos amarravam aos braços e sobre os ombros dos condenados teria deslocado o braço direito do encaixe natural. Cfr.: Médico espanhol: não acredita no Santo Sudário quem não quer mudar de vida.

Com os braços amarrados, o lado direito do rosto de Nosso Senhor teria se esmagado contra o chão sem poder se segurar com as mãos. Os efeitos desta queda já foram analisados em outros estudos. Cfr: Revelações das chagas de Jesus impressas no Santo Sudário de Turim

Uma desarticulação teria impedido Jesus de continuar carregando o patibulum, pois o braço direito teria ficado desconjuntado, solto.

Por isso, os soldados romanos teriam constrangido pela força a Simão de Cirene, o Cireneu, que assistia à cena em meio do povo, a auxiliar Jesus a carregar a Cruz.

A lesão no ombro é a Chaga objeto de uma devoção especial que teria sido a mais dolorosa de todas.

Dr Filippo Marchisio, diretor de Radiologia do hospital de Rivoli,
um dos autores do trabalho
Os cientistas também consideraram que os braços do corpo morto de Jesus provavelmente foram dobrados à força no momento de preparar o corpo para o enterro.

Acontece que a parte superior dos braços e, portanto, os ombros não estão visíveis no Santo Sudário pois foram consumidas no incêndio de 1532 na capela do castelo dos duques de Sabóia em Chambéry.

As partes devoradas pelo fogo aparecem nas fotos como triângulos de cor única.

As partes contiguas carbonizadas ou não inteiramente consumidas formam triângulos irregulares.

Essas formas se devem ao fato que o Santo Sudário é conservado dobrado e o incêndio afetou mais os cantos e as pregas do pano.

Os cientistas então aplicaram tecnologias modernas para reconstituir as partes faltantes na mortalha.

O Dr. Marchisio usou um scanner CAT do Instituto de Radiologia de Turim e os bons empréstimos de um voluntário de 32 anos que tem uma morfologia atlética similar à do homem do Sudário.

Escaneando-o “refez” na tela do computador as partes faltantes, jogando com uma superposição de imagens.

A tomografia computadorizada (TC) permitiu “uma reprodução perfeita do corpo sem a subjetividade inerente à criação artística”, disse Marchisio.

O prof. Pierluigi Baima Bollone, outro dos autores da análise
O prof. Pierluigi Baima Bollone, outro dos autores da análise
“A tomografia computadorizada sublinhou a anormalidade da posição dos ombros e das mãos”. De fato, a violência do impacto teria tirado o braço do seu encaixe no ombro.

O mal teria sido agravado pela crucificação: o peso do corpo teria puxado ainda mais a separação, que chegou aos 6 centímetros calculados.

O corpo crucificado tinha menos sustentação pela direita desconjuntada e tinha que se entortar todo para esse lado para não cair para o lado esquerdo.

De ali, os cientistas concluíram estar na posse de “um elemento adicional que reforça a hipótese de que o Homem do Santo Sudário foi realmente crucificado”.

Essa é uma confirmação a mais da concordância do Santo Sudário com o relato do Evangelho.

Marchisio e Bollone também confirmaram que as manchas de sangue no Sudário de Turim são “absolutamente realistas”, pondo de lado uma tentativa anterior de má fé e frustra, de desqualificar a sagrada relíquia.

Para os especialistas, “nossa pesquisa valoriza a hipótese de um dano feito ao braço mais longo”, diz o Dr. Marchisio. “É uma confirmação de que se trata de um homem crucificado e descido da Cruz”, acrescenta o prof. Baima Bollone.

A explicação estaria precisamente na parte do linho mortuário perdida no incêndio de Chambéry de 1532.

As pinturas que reproduzem o Santo Sudário omitem as partes queimadas porque não têm beleza nem interesse artístico.

Na primeira queda, o peso do patibulum teria deslocado o braço do ombro direito.
Nicola Fumo, San Ginés, Madri
“Porém a tomografia computadorizada permite uma reprodução perfeita da volumetria do corpo e nos consente reconstruir as partes que faltam sem a subjetividade ínsita à criação artística”.

O estudo também considerou que a posição em que ficou o Corpo é própria de um crucificado.

Essa posição ficou conservada em virtude da rigidez cadavérica que começou quando o corpo morto se foi esfriando na Cruz, sendo a postura pouco mudada por aqueles que arrumaram o Corpo para a sepultura.

Com exceção de um certo esforço para pôr os braços de modo a que as mãos cobrissem o púbis.

A tomografia computadorizada põe em ressalto que a posição das costas e das mãos não é a normal.

Isso equivale a dizer: a nenhum falsificador lhe teria ocorrido desenhar um braço mais longo que o outro, comentou o site “Sindone e dintorni” publicado por um grande projeto sobre o Santo Sudário patrocinado por instituições governamentais de Turim e do Piemonte.


terça-feira, 16 de abril de 2019

O rosto de Jesus Cristo impresso em Notre Dame

A Paixão de Cristo e a Paixão da Igreja em nossos dias
A Paixão de Cristo e a Paixão da Igreja em nossos dias
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






“Eu não posso me esquecer que uma das viagens que eu fiz a Paris, eu cheguei à noitinha. Jantei, e fui imediatamente ver a Catedral de Notre-Dame.

Era uma noite de verão, não extraordinariamente bonita, comum.

A Catedral estava iluminada, e o automóvel em que eu vinha passava da rive gauche para a ilha, e eu via a Catedral assim de lado, e numa focalização completamente fortuita.

Ela me pareceu desde logo, naquele ângulo tomado assim, se acaso existisse ‒ em algum sentido existe ‒ eu diria que é tomado ao acaso, eu olhei e achei tão belo que eu fiquei com vontade de dizer ao automóvel:

“Para, que eu quero ficar aqui! Eu sei que o resto é muito belo, mas eu creio que poucos olharam essa Catedral desse ângulo e pararam.

“E eu quero ser dos poucos, para dar a Nossa Senhora o louvor deste ponto de vista aqui, que os outros talvez não tenham louvado suficientemente.

“Ao menos se dirá que uma vez, um peregrino vindo de longe amou o que muitos outros, por pressa, por isso ou por não terem recebido uma graça especial naquele momento para aquilo, não chegaram a amar.”

“E em todos os grandes monumentos da Cristandade, depois de admirar as maravilhas, eu tenho a tendência a ir admirando os pormenores, num ato de reparação, porque esses pormenores talvez não tenham sido amados como eles deveriam ser amados.

“E então fazer ao menos isto: amar o que deveria ter sido amado e que foi esquecido. É sempre a nossa vocação de levar à tona as verdades esquecidas, que os homens põem de lado.

“Eu fiquei encantado com a Catedral naquele ângulo.

“Depois dei a volta, e voltei para o hotel com a alma cheia.

“E se alguém naquele momento me lembrasse da palavra da Escritura:

“Eis a igreja de uma beleza perfeita, a alegria do mundo inteiro”, eu teria dito: “Oh! como está bem expresso! É bem o que eu sinto a respeito da Catedral.”

“E aí, do fundo de nossas almas, do fundo de nossas inocências, sobe uma coisa que é luz, superluz, mas ao mesmo tempo é penumbra ou é obscuridade sem ser treva.

“E é a ideia de todas as catedrais góticas do mundo, as que foram construídas, e as que não foram construídas, dando uma ideia de conjunto de Deus. Que, entretanto, ainda é infinitamente mais do que isso.

“Aí o espírito que inspirou todas essas catedrais nos aparece.

“E aí, realmente, mais nós vivemos no Céu do que na Terra.

“E aí o nosso desejo de uma outra vida, de conhecer um Outro, tão interno em mim que é mais eu do que eu mesmo sou eu, mas tão superior a mim que eu não sou nem sequer um grão de poeira em comparação com Ele, esse meu desejo se realiza.

“Eu digo: “Ah, eu compreendo, o Céu deve ser assim!”

“Nós amamos ainda mais o puríssimo Espírito, eterno e invisível, que criou tudo aquilo, para dizer:

“Meu filho, Eu existo. Ame-me e compreenda: isto é semelhante a Mim.

“Mas, sobretudo, por mais belo que isto seja, Eu sou infinitamente dessemelhante disto, por uma forma de beleza tão quintessenciada e superior, que é só quando me vires que verdadeiramente te darás conta do que Eu sou.

“Vem, meu filho. Vem, que eu te espero!

“Luta por mais algum tempo, que Eu estou me preparando para te mostrar no Céu belezas ainda maiores, na proporção em que for grande e dura a tua luta.

“Espera que, quando estiveres pronto para veres aquilo que Eu tinha intenção de que visses quando Eu te criei.

“Meu filho, sou Eu a tua Catedral!

“A Catedral demasiadamente grande! A Catedral demasiadamente bela!

“A Catedral que fez florescer nos lábios da Virgem um sorriso como nenhuma jóia fez florescer, nenhuma rosa, e nem sequer nenhuma das meras criaturas que Ela conheceu.”

“Essa Catedral é Nosso Senhor Jesus Cristo.

“É o Coração de Jesus que tirou do Coração de Maria harmonias como nada tirou. Ali, tu o conhecerás.”

“Ele disse dEle: “Serei Eu mesmo a vossa recompensa demasiadamente grande”.


Vídeo: O rosto de Jesus Cristo impresso em Notre Dame



segunda-feira, 8 de abril de 2019

As reveladoras descobertas na relíquia de Nossa Senhora de Coromoto

O olho de Nossa Senhora de Coromoto mede dois micrômetros (unidade de medida de comprimento que corresponde à milionésima (1 milhão) parte do metro)
O olho de Nossa Senhora de Coromoto mede dois micrômetros
(unidade de medida de comprimento que corresponde à milionésima (1 milhão) parte do metro)
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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continuação do post anterior: Os segredos de Nossa Senhora de Coromoto


Pablo González, outro dos restauradores da relíquia de Nossa Senhora de Coromoto observou:

“Nossa Senhora de Coromoto e Nossa Senhora de Guadalupe são as únicas duas aparições da Virgem Santíssima onde a Santíssima Mãe deixa um testemunho físico, não obstante a diferença enorme de tamanho.

“Ela não é uma relíquia. A Virgem Santíssima é uma mariofania, é uma manifestação viva de Maria Santíssima. A Virgem está viva ali.

“Na restauração feita em 2009 se comprovou que o olho esquerdo, por exemplo tem orbita, tem iris, tem cristalino, é um olho humano perfeitamente.

“O tamanho real do olho equivale a uma picada de uma agulha em sua parte mais fininha. Esse é o tamanho do olho. (...)

“A imagem apresentava uma mancha aparentemente como de óxido marrom que lhe cobria parte da cara e impedia totalmente ver seu rosto.

“Aparte disso tinha fungos. Estava sumamente deteriorada.

“Lembrem que foi uma imagem que durante muitíssimos anos não teve proteção, não teve vidros.

“Incluso houve um sacerdote que instituiu o ‘beijo da Virgem’ uma vez por semana. Imagine cinquenta ou cem pessoas beijando a imagem. Todos temos um tipo de pH diferente, houve contato de saliva.

Pablo González, um dos restauradores relata
Pablo González, um dos restauradores relata
“O primeiro milagre é que um suporte com a qualidade de um guardanapo esteja em perfeito estado passados 363 anos. (...)

“Já o primeiro milagre tecnicamente é que este processo de restauração requeria entre três e cinco semanas aproximadamente e milagrosamente a restauração se fez em apenas seis dias.

“Uma parte da imagem estava colada completamente ao cristal que a protegia.

“Terá já acontecido a você que uma fotografia se cole ao vidro, e ao tentar descola-la a foto fica colada, se danifica, se rompe.

“Este era um dos grandes temores que tínhamos como restauradores. Primeiro, o nível de adesão da imagem ao vidro, e segundo o tamanho e o que representa o ícone católico de todos os venezuelanos.

“E, algo assombroso, um processo que para começar tinha como mínimo sete horas, em apenas 18 minutos exatamente a Virgem Santíssima se separou.

“Os pigmentos que compõem a pintura da imagem de Guadalupe nunca penetraram a juta.

“As tintas que compõem o desenho de Nossa Senhora de Coromoto nunca penetraram o papel. Há adesão ao papel, mas o olho dá a sensação de que a pintura está sobre o suporte.

“O desenho foi feito de um só traço. Humanamente isso é impossível.

“Além do mais, vocês encontram linhas cruzadas. Onde está o cruze das linhas se vocês colocam o microscópio vão ver o montículo onde há dois traços de tinta no mesmo sitio.

Excerto de trailer sobre O milagre de Coromoto.
Como a imagem de Nossa Senhora, hoje padroeira da Venezuela, apareceu miraculosamente na mão do índio que queria matá-la.
E por fim o converteu.

“Mas resulta que pondo o microscópio em forma rasante, vocês veem uma só densidade de tinta.

“Não há montículo, isso é impossível que a mão humana tenha feito.

“Esse processo de restauração devia ter demorado entre três e cinco semanas pelo menos posto o estado tão precário em que estava a própria imagem e, além do mais, o tamanho.

“Esta foi uma microrestauração. A primeira desta ordem que se faz na América Latina: são apenas dois centímetros e meio por dois centímetros.

“E em apenas seis dias fica pronta a Virgem, fica restaurada. Para nós foi um milagre.

“Nós não temos suporte técnico como para responder a muitos restauradores que não estiveram ali e que não acreditam que a imagem pode ser restaurada postas nas condições em que estava nesse período.

“Isso definitivamente foi obra dEla própria.

“A Virgem Santíssima é totalmente diferente da imagem que nós vínhamos venerando.

“A Virgem não tem por trás um trono, não tem duas colunas sustentando um arco.

“Na realidade o que tem por trás dEla é o interior da maloca do índio Coromoto. Isso é o que há exatamente detrás da imagem da Virgem.

Um seguinte passo seria localizar uma equipe científica.

“Nós não somos cientistas, nós somos restauradores.

“A parte de certificação de todas as revelações que a Virgem Santíssima oferece em sua imagem corresponde aos cientistas.

“O passo consistiria em conversações com equipes de cientistas idôneos. Oxalá pudesse ser a mesma equipe que fez o trabalho de investigação sobre a tilma [poncho] de Guadalupe posto que são duas aparições com presença de eventos muito similares.

“É incrível como se parecem os eventos de uma com a outra.

“A Virgem escolhe materiais próprios da região, em México escolhe o agave que é um dos materiais mais comuns lá.

“Aqui em Venezuela ela pega algodão. O desenho repousa sobre um suporte de algodão.

“Como se você tivesse colhido o algodão no mato, o tivesse esmagado e sobre esse suporte repousa o desenho.

“Há um relevo tão notório que é como se o desenho tivesse sido com fios que você pode apreciar, mas isso sim não há montículos.

“Há um só traço e uma só densidade em toda a imagem.

“Como restaurador o primeiro era submeter a um tratamento aquoso a imagem.

“A primeira prova se fez com água pura para ver que reação química podia haver entre as tintas e todos os elementos que a compunham.

“Pois vejam milagrosamente, isso não sucede, a mancha desapareceu quase por arte de magia.

“A imagem branqueou sem utilizar nenhum tipo de química. Processo químico algum foi utilizado na imagem da Virgem.

“E a Virgem recuperou sua cor, de papel, a Virgem tirou suas manchas e hoje em dia, malgrado faltem alguns fragmentos, temos uma imagem quase a mesma que deixou Ela em 1652.

“Isso que aconteceu ali é realmente assombroso”.


Vídeo: As reveladoras descobertas na relíquia de Nossa Senhora de Coromoto






Relíquia de Nossa Senhora de Coromoto está se autorestaurando

Por sua vez, a socióloga Maria García de Fleury, investigadora da relíquia de Coromoto, forneceu novas e inimaginadas características dessa imagem única no mundo.

“Ela mudou. O problema é que Ela mudou na proporção do que está acontecendo historicamente na Venezuela.

“A imagem dEla está mudando de acordo com o que está acontecendo no país.

“E num momento determinado tinha uma grande parte que estava totalmente rota, desfeita, por isso foi posta sobre um algodão.

“Mas essa parte foi se autorestaurando.

“Hoje por hoje tem forma de um cordeiro. Mas esse cordeiro era muito maior e mais gordo em 2012.

“Agora o cordeiro é muito mais fino e vê-se cada vez melhor a cara o rosto e a cara do Menino Jesus.

“Essa é uma mensagem de esperança.

“As borboletas com o oito e o nove voltaram a aparecer, que são as borboletas da Virgem de Coromoto, únicas no mundo.

“Não existem outras borboletas no mundo com o oito e o nove. Aqui na Venezuela voltaram a aparecer.

“Por que? Porque Ela nos está enviando uma mensagem de esperança e o cordeiro todos os dias se põe mais estreito, mais estreito.

“A imagem está se autorecuperando Ela sozinha”.


Vídeo: Relíquia de Nossa Senhora de Coromoto está se autorestaurando