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segunda-feira, 2 de dezembro de 2024

Ciência revelada a Adão teria inspirado pirâmides maias e egípcias

Grande cidade desconhecida com pirâmides descoberta na selva
Grande cidade desconhecida com pirâmides descoberta na selva
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Na Península de Yucatán, no sudeste do México, perto do pequeno povoado de Dos Lagunas, foi localizada uma cidade maia inteira escondida aos olhos humanos por um emaranhado de vegetação.

Os cientistas descobriram um extenso conjunto de casas, praças, pirâmides, templos e até uma quadra de futebol com todos os “sinais de uma clássica capital política maia”, segundo pormenorizada reportagem de “La Nación”.

Os pesquisadores chamaram os restos da cidade de Valeriana, cujas maiores construções rivalizam com as mais famosas pirâmides maias.

A descoberta, feita usando uma técnica aérea de varredura a laser chamada Lidar. É possível que ainda existem muitos outros vestígios do antigo mundo maia ainda não encontrados.

Um aspecto extraordinário do mundo maia é que apesar do clima tropical úmido e a invasão da selva, muitos edifícios estão de pé depois de 1.500 anos.

Luke Auld-Thomas, arqueólogo da Universidade de Tulane e da Universidade do Norte do Arizona (EUA), líder da equipe que fez a descoberta observou que com a tecnologia “colunas podem ser vistas ao longo da fachada dos edifícios administrativo que estão em muito boas condições. Muitos deles ainda têm detalhes arquitetônicos bastante bem preservados”. 

Muitos deles, aliás, de significado demoníaco.

Fica a interrogação de como os antigos construtores maias ergueram uma arquitetura capaz de resistir à devastação dos milênios e da intempérie tropical.

A civilização maia surgiu antes do ano 2.000 a.C. e se estendeu pelo México, Guatemala, Belize, Honduras e El Salvador.

Entre 250 e 900 d.C., ela construiu imponentes templos piramidais, belos palácios e edifícios decorados com esculturas intrincadas e máscaras esculpidas que faziam alusão a seus deuses perversos ou a figuras históricas ou míticas.

A tecnologia LIDAR permite 'ver' restos arqueológicos através da cobertura vegetal
A tecnologia LIDAR permite 'ver' restos arqueológicos através da cobertura vegetal
Os mais famosos são os de Chichén Itzá, em Yucatán, México, que têm no centro uma pirâmide de 30 metros de altura chamada Templo de Kukulcán.

Há também o Templo IV, uma pirâmide de 65 metros de altura nas ruínas da antiga cidade de Tikal, na Guatemala.

As tecnologias como o Lidar permitem revelar desde o ar quão difundidos estão os assentamentos maias.

Juan Carlos Fernández-Díaz, engenheiro da Universidade de Houston, Texas, que participou no estudo, mapeou áreas do México, Guatemala, El Salvador e Honduras, com a tecnologia Lidar nos últimos 15 anos.

E disse que em quase todos os lugares a arquitetura maia está bem preservada.

A maior e mais antiga estrutura cerimonial maia foi descoberta no sítio arqueológico Aguada Fénix, em Tabasco, no México, em 2020.

Ela consiste numa longa plataforma elevada retangular de 1.400 metros de comprimento e entre 10 e 15 metros de altura. Foi construída com barro e terra entre os anos 1.000 e 800 a.C.

Outra equipe descobriu um enorme sítio maia de 1.700 quilômetros quadrados no norte da Guatemala onde há 1.000 assentamentos conectados por caminhos. “Se lançarmos um dardo no mapa, onde quer que aterrisse, haverá algum tipo de infraestrutura maia”, disse Fernández-Díaz.

A durabilidade das construções se deve ao uso da pedra unidas e a uma argamassa singular que manteve unidas as estruturas pétreas.

Compunham essa massa com uma mistura de materiais naturais: sangue, ovos e borracha natural.

Os especialistas acreditam que os pedreiros maias obtinham borracha das árvores locais e a usavam como aglutinante de uma argila de grão fino.

Com o LIDAR, cientistas podem iniciar estudos de cidades sumidas na selva
Com o LIDAR, cientistas podem iniciar estudos de cidades sumidas na selva
Amostras de argamassa do sítio arqueológico de Río Bec, a sudeste de Campeche, encontrou que os pedreiros maias adicionaram cinzas vulcânicas.

Ainda mais surpreendente é a preservação de moldes de gesso decorados que os maias usavam para proteger pisos ou paredes interiores, unir pedras e cobrir e decorar as paredes, como em Tikal e Copán, antigo sítio maia em Honduras.

Em 2023, Carlos Rodríguez-Navarro, mineralogista da Universidade de Granada (Espanha), constatou esculturas e templos adornados com gesso de Copán que permaneciam em excelentes condições após um abandono de 1000 anos em clima tropical.

Os pedreiros locais da região, descendentes diretos dos antigos maias, costumam usar extratos de plantas e, principalmente, seiva das árvores Chucúm e Jiote (Chaká) em sua mistura.

Os pesquisadores seguindo o conselho dos pedreiros adicionaram à mistura o suco da casca das árvores mencionadas obtendo um gesso especialmente forte e durável.

“Conseguimos reproduzir com exatidão as propriedades do material antigo”, explicou Rodríguez-Navarro.

Os cientistas analisaram o gesso original com raios X de alta resolução, visualizando o material em escala atômica e constatando a similitude com o gesso milenar.

Segundo Rodríguez-Navarro, “é muito difícil quebrar esse material, porque é um composto entre materiais orgânicos e inorgânicos”.

A incorporação de matéria orgânica vegetal produz que se dissolve sob as chuvas, fator muito importante num clima caracterizado por furacões e fortes chuvas.

Prédios com o cimento moderno não duram mais de um século. Na foto Hong Kong
Prédios com o cimento moderno não duram mais de um século.
Na foto Hong Kong
“Há partes do mundo onde pirâmides foram demolidas com escavadeiras para usá-las como aterro de estradas ou porque atrapalham o gado”, disse Auld-Thomas, acrescentando: “No entanto, é difícil fazê-lo quando há muitas árvores em volta”.

Os maias também transformaram a paisagem que, como defende Auld-Thomas “foi amplamente modificada pelos maias para a agricultura”.

“Todas as superfícies inclinadas são esculpidas, escalonadas e completamente remodeladas para cultivar alimentos e manter os pés secos na estação das chuvas”, observou.

Isto põe em destaque, observamos nós em concordância com as conclusões dos cientistas, que os indígenas mais longínquos de nós no tempo, habitantes de selvas tropicais estavam muito longe de serem os primitivos semi-nus que o comuno-progressismo, o tribalismo e o ecologismo pretendem imaginar.

Hoje nos estão sendo vendidas supostas imagens dos “índios” tropicais inventadas em laboratórios ideológicos da Europa, dos EUA e, infelizmente, de teólogos de avançada em sacristias, conventos e palácios episcopais.

Também a análise da escolha de materiais feita pelos maias, nos fala de arquitetos com uma técnica desconhecida pelo progresso moderno.

O concreto armado usado na maioria dos edifícios modernos suporta enormes arranha-céus, mas que está anunciado que não vão durar.

A vida útil dos edifícios de concreto e aço é de cerca de 50 a 100 anos! E as grandes estruturas maias estão ali há séculos e/ou milênios!

Segundo o mineralogista da Universidade de Granada Rodríguez-Navarro, inspirar-se no conhecimento dos antigos maias poderia ajudar a tornar mais duráveis os prédios que nós achamos ser o requinte do progresso.

As descobertas citadas apontam para uma categoria de engenheiros de uma ciência e de uma técnica que surpreende aos cientistas modernos.

Deus ensinou a Adão tudo o necessário para fundar a civilização, colegiata de San Gimignano, Itália
Deus ensinou a Adão tudo o necessário para fundar a civilização.
Colegiata de San Gimignano, Itália
Onde eles tiraram essa técnica?

Da mesma maneira que as pirâmides do Egito, pirâmides e construções maias deixaram registrado em pedra uma ciência e uma técnica agora apreendida nas descobertas.

Santo Tomás de Aquino ensina na Suma Teológica, no primeiro momento da Criação, Deus comunicou ao primeiro homem ‒ Adão ‒ todos os conhecimentos naturais necessários para fundar a civilização.

“o primeiro homem (…) também foi feito perfeito na sua alma para que pudesse instruir e governar aos demais.

“Porém, ninguém pode instruir sem possuir ciência. Por isso mesmo, o primeiro homem foi criado por Deus de maneira que tivesse ciência de tudo aquilo em que o homem pode ser ensinado. Isto é, de tudo o que existe virtualmente nos princípios evidentes por si mesmos; isto é, de tudo o que o homem pode conhecer naturalmente”. (São Tomás de Aquino, “Suma Teológica”; I, q. 94) Fonte (em espanhol).


Adão teria ensinado aquela ciência para as gerações à sua descendência, ainda depois do pecado original, nesta terra de exílio. Entretanto, passando oralmente de uns a outros, teria ido se perdendo.

Adão e Eva expulsos do Paraíso pelo pecado original, conservaram todos os ensinamentos materiais, capela palatina, Palermo, Sicilia, século XII
Adão e Eva expulsos do Paraíso pelo pecado original,
conservaram todos os ensinamentos materiais.
Capela palatina, Palermo, Sicília, século XII
Nesta perspectiva, explicada logicamente por Santo Tomás, é improcedente supor que o homem tenha se originado em épocas escuras das que foi saindo, por evolução, de um estado animalesco até adquirir a inteligência.

O homem descende da obra prima de Criação divina. E como Deus tudo faz com perfeição, o primeiro casal foi de uma perfeição que fizeram de Adão o homem naturalmente mais parecido com Jesus Cristo.

Após a confusão das línguas, os povos se dispersaram levando esses conhecimentos que, construindo pirâmides, parecidas com Babel.

Ainda que moralmente em constante decadência, caindo por religiões falsas e até demoníacas, teriam sido remotos herdeiros do saber comunicado por Deus ao primeiro homem, produzindo obras surpreendentes como as pirâmides egípcias, maias e em ainda outros países.

O tema é muito extenso e ocupa estes posts:

I. As pirâmides do Egito e a ciência de Adão comparadas por um sacerdote astrônomo

II. As revelações de Quéops, a Grande Pirâmide

III. Quem revelou os conhecimentos científicos contidos na pirâmide de Quéops?

IV. A revelação de Deus a Adão, os mistérios do Egito e das civilizações desaparecidas

V. (fim) Adão recebeu de Deus conhecimentos que transmitiu oralmente e que os egípcios gravaram na pedra.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2021

Adão recebeu de Deus conhecimentos que transmitiu oralmente
e que os egípcios gravaram na pedra. (fim)

Túmulo de Ramsés IV
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Continuação do post anterior: A revelação de Deus a Adão, os mistérios do Egito e das civilizações desaparecidas (IV)



Os sacerdotes-arquitetos das Pirâmides utilizavam como unidade de medida o côvado sagrado, diferente do côvado comum ou real.

Segundo o Pe. Moreux, é o mesmo côvado dos hebreus. E foram estes que o aportaram ao Egito.
“Não podemos fugir da conclusão, escreve o Pe Moreux, de que antes da ereção da Grande Pirâmide, existia sobre a Terra um povo que possuía esse côvado sagrado e que transmitiu essa medida aos construtores desse monumento único, e aos antecessores do povo de Israel.

“Então voltamos à mesma questão: de onde esse povo desconhecido tirou essa medida à qual as nações modernas serão um dia obrigadas a adotar porque é invariável?”

Há uma enorme semelhança entre a capacidade da Arca da Aliança e a urna da Grande Pirâmide, explica o sacerdote-cientista comparando as proporções das duas.

segunda-feira, 11 de outubro de 2021

As pirâmides do Egito e a ciência de Adão
comparadas por um sacerdote astrônomo

Pirâmide de Quéfren à esquerda, Esfinge à direita, foto satelital. ©Geoeye
Pirâmide de Quéfren à esquerda, a esfinge à direita, em fotografia de satélite ©Geoeye.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs







Com frequência ouve-se falar das pirâmides do Egito. Associa-se a elas muitos mistérios. Alguns soam verossímeis, outros obscuros, e outros meras patacoadas.

Por um lado, o tema é explorado por uma literatura de rodoviária. Deixemos de lado estes subprodutos da superstição e do sensacionalismo jornalístico.

Por outro lado, o assunto é arduamente estudado por altos cientistas, num patamar frequentemente muito difícil de acompanhar.

A Grande Pirâmide, Quéops, o Khuvu dos antigos egípcios.
É a mais densa de simbolismos e incógnitas.
De fato, o mistério das pirâmides envolve algum dos passos fundamentais da história da Humanidade.

Mas, também, indireta e possantemente alguns dos dogmas da religião cristã.

Entretanto, nós não vemos aparecer do lado católico quem aborde as questões levantadas pelos grandes monumentos do Egito antigo.

Entretanto, se bem analisados à luz da ciência e da fé, esses monumentos têm muita coisa para revelar.

Quais coisas? Quão importantes?

Um sacerdote apaixonado pela astronomia, o Pe. Théophile Moreux (1867-1954), membro da Academia Pontifícia de Ciências, criador de dois observatórios astronômicos na sua cidade natal ‒ Bourges, na França ‒, escreveu incontáveis obras de divulgação científica que o tornaram célebre pela sua precisão.

A NASA deu o nome do padre cientista a uma cratera de Marte

Cratera Moreux, Marte, foto NASA
Cratera de Marte batizada Théophile Moreux
pela NASA em lembrança do sacerdote cientista
Para honrar a memória de seus excelentes trabalhos, foi montada uma exposição especial ‒ “Un curé chez les savants” ‒ no museu da própria Bourges.

A Sociedade Astronômica da França dedicou-lhe prestigiosa homenagem na sua revista L’Astronomie de junho de 2004 , com destaque na capa e na editorial da publicação.

O Pe. Moreux fez algo único: estudou os monumentos egípcios antigos de um ponto de vista estritamente científico.

Depois, conferiu os resultados com a Teologia e a História Sagrada.

Dessas comparações saíram conclusões de deixar pasmo.

Por quê?

Para responder, entramos no fulcro dos famosos mistérios, que pode se formular assim:

Se os antiquíssimos egípcios foram um povo de altos conhecimentos científicos ‒ coisa que não é mais posta em dúvida ‒ de onde tiraram eles toda essa sapiência?

Porque, se o homem provém do macaco, como dizem os evolucionistas, quanto mais antigos os povos, mais rústicos, ignorantes e incapazes.

Porém, eis um povo da gentilidade que ingressa na História ostentando uma ciência que os homens modernos empenham imensos esforços, tecnologias e dinheiro para obter.

Tutankhamon
Máscara mortuária de Tutankhamon, faraó egípcio (+ 1324 a.C.)
Se os homens, em sentido contrário, não descendem por evolução de um símio, e sim de Adão, homem perfeito e acabado no relato bíblico, muitas coisas se explicariam.

De Adão, São Tomás de Aquino diz que Deus lhe infundiu a ciência de todas as coisas que os homens deviam conhecer para fundar as civilizações que cobririam a Terra.

Portanto, não só a respeito de Deus, mas também relativa à construção da civilização terrena.

Nesse caso, Adão teria sido o homem histórico que melhor conheceu a natureza, a ordem do Universo e seus segredos.

Sobre a ciência de Adão ensina São Tomás de Aquino na acatada Suma Teológica:
“o primeiro homem (…) também foi feito perfeito na sua alma para que pudesse instruir e governar aos demais.

“Porém, ninguém pode instruir sem possuir ciência.

“Por isso mesmo, o primeiro homem foi criado por Deus de maneira que tivesse ciência de tudo aquilo em que o homem pode ser ensinado.

“Isto é, de tudo o que existe virtualmente nos princípios evidentes por si mesmos; isto é, de tudo o que o homem pode conhecer naturalmente”. (São Tomás de Aquino, “Suma Teológica”; I, q. 94) Fonte (em espanhol).

Se foi assim, é razoável supor que Adão contou a seus descendentes aquilo que sabia. E estes o foram transmitindo de geração em geração a seus respectivos filhos, como uma tradição oral herdada do primeiro pai.

Nesse caso compreende-se que as civilizações mais antigas conhecessem o fundamento mais profundo de muitas coisas.

Fundamentos esses que não foram descobertos em laboratório, mas que foram comunicados por Deus como primeiro impulso à civilização que Adão e sua progênie deviam construir.

Jesus Cristo tira Adão do limbo, Fra Angelico, San Marco, Florença
Jesus Cristo libera os justos do limbo e os leva para o Céu.
Em primeiro lugar: Adão. Fra Angelico.
Ainda nessa linha de pensamento, seria preciso acrescentar que essa transmissão sofreu interferências que a deformaram.

Pois houve a realidade histórica da decadência desses povos antiquíssimos.

Na medida em que passava o tempo, os conhecimentos iam se perdendo, ou se corrompendo.

Entraram, então, a superstição, o politeísmo, os vícios morais...

Então se compreenderia que alguns dos detentores dessa sabedoria recebida por Adão, tivessem querido deixar inscritos em pedra seus precisos conhecimentos antes de serem engolidos pela confusão.

Se for assim, as pirâmides não seriam, então, símbolos monumentais de restos importantes dessa ciência que Deus deu a Adão?

Eis a grande questão que o Pe. Moreux abordou num livro famoso. Este livro, quase um século depois de publicado, merece ainda muita atenção:  

“A Ciência Misteriosa dos Faraós” (Pe. Théophile Moreux, "La Science Mystérieuse des Pharaons", Librairie Octave Doin, Gaston Doin éditeur, Paris, 1925, 238pp.).

O tema é apaixonante, sutil, complexo e extenso... Pretendemos tratá-lo em vários posts sucessivos.




segunda-feira, 19 de julho de 2021

As pirâmides do Egito foram feitas com ciência e técnica herdadas de Adão?

Concepção artística de como poderia ter sido a construção das pirâmides
Concepção artística de como poderia ter sido a construção das pirâmides
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
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Até não muito, hipóteses das mais diversas, e até bizarras, pretendiam explicar a construção das pirâmides do Egito.

De fato, elas surpreendem pela inteligência de sua engenharia e conhecimentos científicos inscritos em suas formas.

As teorias mais comuns falavam de escravos sacrificados aos milhares num trabalho inumano, mas há maluquices como a de Elon Musk, que quer ser o homem mais rico de mundo, e as atribui a extraterrestres.

Especulou-se também com a teoria de que judeus escravizados foram explorados para faze-las.

Segundo o jornal “Clarín”, a hipótese de judeus escravizados foi descartada desde uma perspectiva hebraica pelos arqueólogos Israel Finkelstein e Neil Asher Silberman no livro “Bíblia Desenterrada: a nova visão da arqueologia de Israel antigo e a origem de seus textos sagrados”.