segunda-feira, 17 de junho de 2019

Sais, microalgas e partículas no Santo Sudário retratam seu percurso histórico

O Prof. Pierluigi Baima Bollone anunciou o achado das micropartículas no Santo Sudário.
O Prof. Pierluigi Baima Bollone anunciou o achado das micropartículas no Santo Sudário.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








O Dr. Pier Luigi Baima Bollone, professor de Medicina Forense na Universidade de Turim, citado em posts anteriores, anunciou os resultados de um novo estudo conduzido com a Dra. Grazia Mattutino, criminóloga do Instituto de Medicina Forense de Turim, responsável de importantes casos de perícias judiciais, segundo refere “Infovaticana”.

De fato, esse Instituto de Turim conserva alguns fios do Santo Sudário extraídos durante as investigações do projeto STURP (Shroud of Turin Research Project em inglês. Em português: Projeto de Pesquisa do Sudário de Turim), feito por cientistas da NASA e de grandes laboratórios em 1978, com equipamentos exclusivos.

Os resultados desse imenso trabalho ainda alimentam novos aprofundamentos e descobertas científicas.

Agora uma análise específica dessas amostras pelos citados especialistas detectou partículas de ouro, prata e chumbo na mortalha.

Neste nicho da Sainte Chapelle de Chambéry estava o relicário do Santo Sudário no incêndio de 1532
Neste nicho da Sainte Chapelle de Chambéry
estava o relicário do Santo Sudário no incêndio de 1532
Esses fragmentos provêm do contato do sagrado lençol com os relicários onde ficou custodiado.

Também, e isto era menos imaginado, identificaram um tipo de microalgas e uma proporção de sais típica da região de Chambéry, França.

Ali ocorreu um incêndio em 1532 na Sainte Chapelle dos duques de Saboia, que foi extinto com água do local que é portadora dessas microalgas e apresenta a mesma proporção de sais.

Foi constatada ainda no Sudário a presencia de ácaros, pólen e partículas de poluição gerada por carros, de diversas épocas.

Esses vestígios concordam com as vicissitudes e diferentes localidades geográficas por onde passou o Santo Sudário.

Postas essas vicissitudes, a equipe de cientistas italianos concluiu – como, aliás, já fizeram muitos outros especialistas – que não são válidas as supostas provas obtidas com o método do carbono 14 em 1988. Essas atribuíram erroneamente a origem da relíquia a alguma data entre 1260 e 1390.

O Dr. Alan D. Adler, bioquímico e membro da Comissão de Conservação do Santo Sudário, analisou 15 fibras extraídas da amostra do Sudário aproveitada para dito exame de carbono 14.

O Dr. Adler as comparou com 19 outras fibras de outras áreas da mortalha sagrada.

Os pontos menores são  partículas de tamanho nanomêtrico que cercam as fibras do Santo Sudário
Os pontos menores são partículas de tamanho nanométrico
que cercam as fibras do Santo Sudário
Ele encontrou um grau de contaminação na amostra utilizada para o teste do carbono 14, que a desqualifica como representativa do Santo Sudário. O fato  invalida a medição.

Os pontos de onde foram tiradas as amostras foram mal escolhidos, noticiou o site “La Nuova Bussola Quotidiana”.

Por essas razões o Beta Analytic, um dos mais importantes laboratórios do mundo especializado em análise com carbono 14, recomendou muita prudência no caso.

Em seu site manifestou reticências em relação ao hoje desprestigiado exame de 1988: “Beta Analytic não efetua a datação de tecidos a menos que seja no contexto de uma pesquisa multidisciplinar”, comunicou.

E ainda acrescentou: “as amostras tiradas de um tecido tratado com aditivos ou conservantes produzem uma datação radiocarbônica falsa”.

Esse critério se aplica de cheio ao Santo Sudário que sofreu especialmente com o incêndio de 1532.



Vídeo: a reconstrução tridimensional do homem do Santo Sudário, segundo o escultor que a fez (italiano)





Vídeo: provas médico legais confirmam a autenticidade do Santo Sudário (inglês)






segunda-feira, 3 de junho de 2019

Exposta a escada que Jesus galgou
rumo ao juízo mais iníquo da História

A Escada Santa restaurada. Cruz dourada no lugar onde Nosso Senhor teria vertido uma gota de sangue
A Escada Santa restaurada.
Cruz dourada no lugar onde Nosso Senhor teria vertido uma gota de sangue
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O Pontifício Santuário da “Escada Santa” em Roma, a escada que segundo antiga e consagrada tradição da Igreja, Jesus Cristo subiu derramando sangue para ser julgado pelo cônsul romano Pôncio Pilatos pôde ser vista e subida em contato direto pelos romeiros desde a Páscoa até a festa de Pentecostes.

A “Escada Santa” de Roma foi trazida do pretório [residência do comandante na Roma Antiga] do cônsul Pilatos em Jerusalém e têm 28 degraus de mármore.

É a primeira vez que acontece nos últimos três séculos.

A exceção se compreende bem olhando o estado dos degraus.

Tão grandes multidões de peregrinos penitentes subiram essa escada piedosamente – de joelhos a maioria – que o mármore ficou profundamente desgastado.

Esse ficou tão consumido pela passagem de milhares de fiéis que cada degrau se assemelha a uma calha e em certos pontos acabou furado.

Por causa do desgaste, os papas decidiram revestir a escada de madeira de nogueira, deixando exposta a parte que não se pisa e por onde se pode ver a pedra.

“Durante sessenta dias poderemos galgar com nossos joelhos e tocar diretamente o próprio mármore que Jesus em pessoa pisou no pretório onde foi julgado por Pôncio Pilatos”, explicou o Pe. Francesco Guerra, reitor do Santuário.

A escadaria toda em mármore foi restaurada durante os últimos dois anos, desvendando, segundo os jornais, alguns de seus segredos melhor guardados.

Pelo desgaste do mármore pode se imaginar quantos fiéis subiram de joelhos
Pelo desgaste do mármore pode se imaginar quantos fiéis subiram de joelhos
Na reinauguração, a escada foi benta pelo cardeal vigário de Roma.

Os degraus foram recuperados no ano 326 d.C. em Jerusalém por Santa Helena (250 – 330), mãe do imperador Constantino (272 – 337).

Em peregrinação à Palestina, a santa se empenhou em identificar as relíquias da vida, Paixão, Morte e Ressurreição de Jesus Cristo.

Ela as levou para Constantinopla pois corriam graves riscos pela invasão de pagãos que estavam acontecendo. Nos séculos posteriores foram transferidas a Roma ou a alguns santuários famosos.

Santa Helena ordenou a construção de igrejas, como a da Natividade em Belém e do Santo Sepulcro em Jerusalém. Mas, a Santa ela própria foi sepultada em Roma.

Atribui-se a ela a identificação e recuperação no Gólgota da Santa Cruz no ano 337 d.C. Ela ficou associada ao Santo Lenho para sempre, embora alguns apresentam objeções à autoria da descoberta.

A “Escada Santa” está montada num prédio religioso face a face, mas independente, da basílica de São João Latrão.

Por meio do Edito de Milão, em 313 o imperador Constantino acabou com as perseguições, legalizou o culto cristão e a religião católica passou a ser a religião oficial do Império.

O palácio de Latrão foi doado pelo imperador ao Sumo Pontífice, e passou a ser sede do Papado e, naturalmente, do bispo de Roma.

Fiéis sobem de joelhos em ato de penitência e louvor. (chinelos azuis para efeitos de limpeza)
Fiéis sobem de joelhos em ato de penitência e louvor. (chinelos azuis para efeitos de limpeza)
Séculos depois os Papas mudaram a outros palácios, como o Quirinale (hoje ocupado pelo presidente da Itália) e o de São Dâmaso (colado à basílica de São Pedro). Mas o palácio de Latrão continuou sendo o endereço oficial.

A “Escada Santa” foi instalada num pórtico do lado de fora do antigo palácio imperial em Latrão.

Em 1589, o Papa Xisto V ordenou construir um edifício específico para atender a enormidade de romeiros que queria subir por ela em sinal de veneração, penitência, reparação, pedido de graças e perdão.

No topo da escada se encontra a “Sancta Sanctorum”, pequena capela onde os pontífices se recolhiam em oração na Idade Média. Ela guarda um riquíssimo tesouro de relíquias que podem ser vistas a través de uma sólida grade.

Foi em 1723 que o papa Inocêncio XIII mandou cobri-la com madeira de nogueira para protege-la da avançada usura.

Na restauração recente, ao retirar as tábuas se confirmou a presença de três cruzes douradas onde caíram gotas de sangue de Cristo.

Uma é de bronze e está no degrau mais alto. Outra está no primeiro degrau que é de mármore vermelho. E a terceira no décimo primeiro, onde o Redentor tropeçou e quebrou a pedra, segundo a tradição.

Também foi achada uma enorme quantidade de moedas, bilhetes e cartas com orações, ou exprimindo temores, desejos, preocupações e pedidos de graças. Durante séculos os fiéis as foram introduzindo pelas frestas da madeira.

Agora vão ser estudadas de um ponto de vista histórico, explicou a diretora dos Museus Vaticanos, Barbara Jatta.

A restauração faz parte de um projeto que inclui recuperar os ricos frescos do teto e das paredes que se encontram muito danificados e até rachados.

O Bom Jesus desce a escada após ouvir a iníqua condenação. Ludovico Mazzolino (1480 — 1528).
O Bom Jesus desce a escada após ouvir a iníqua condenação.
Ludovico Mazzolino (1480 — 1528).
Os ciclos pictóricos das paredes e da abóbada da escada serviram de “Biblia pauperum”, a Bíblia dos pobres que ensina aos fiéis analfabetos as passagens mais importantes da religião católica.

Jesus subiu a escada no momento que os enviados do Sinédrio clamavam pela sua morte.

Eles próprios tinham poder para mata-lo, mas não o faziam porque estavam na época da Páscoa em que a lei de Moisés proibia executar alguém.

E então recorreram ao chefe romano, portanto estrangeiro, que obedecia a uma outra lei religiosa e civil.

Pilatos interrogou a nosso Salvador e logo percebeu que não tinha culpa alguma.

Mas teve medo dos encolerizados judeus que o ameaçaram de denunciá-lo ao imperador.

Então Pilatos achou melhor manda-lO flagelar e apresenta-lo coberto de chagas, imaginando que os agitadores se sensibilizariam e aceitariam que não fosse morto.

Após ser cruelmente flagelado e coroado de espinhos, o Bom Jesus ascendeu por essa escada para ser exposto enquanto Pilatos bradava ao populacho: “Ecce Homo!” (“Eis o homem!”).

Mas tomados de ódio satânico, os judeus exigiram a morte do Bom Jesus.

E Pilatos, débil e acovardado, o entregou à morte.

A “Escada Santa” esteve no percurso que conduziu ao mais injusto julgamento da História.

Quem nessa hora teria imaginado que aquela escada haveria de ser percorrida durante milênios por milhões de homens redimidos pedindo perdão de joelhos pela injustiça e oferecendo sua reparação ao Bom Jesus?


Vídeo: a escada que Jesus flagelado galgou antes de ser condenado





segunda-feira, 20 de maio de 2019

Como ao profeta Jonas: baleia engole mergulhador
e o devolve na costa

O profeta Jonas engolido pela baleia, vitral da capela do Wadham College, Oxford.
O profeta Jonas engolido pela baleia. Vitral da capela do Wadham College, Oxford.
Luis Dufaur
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Não rara vez ouve-se dizer que as Sagradas Escrituras constituem um amontoado de narrações míticas, por vezes até lecionadoras, mas que não devem ser mais atendidas do que outros conjuntos religiosos lendários ou poéticos, com os Vedas da Índia, ou o Corão de Maomé.

Uma dessas lendas – e das mais pitorescas – teria sido a do profeta Jonas (entre os séculos IX e VIII a.C., cfr Livro de Jonas no Antigo Testamento).

Esse profeta foi enviado por Deus para pregar penitência a Nínive, na Mesopotâmia (Iraque), cidade cujos habitantes se destacavam pela crueldade.

O profeta temia muito não ser ouvido e fracassar na missão. De início desobedeceu a Deus e não foi.

“1. A palavra do Senhor foi dirigida a Jonas, filho de Amati, nestes termos:

“2. ‘Levanta-te, vai a Nínive, a grande cidade, e profere contra ela os teus oráculos, porque sua iniquidade chegou até a minha presença’.” (Jonas, 1)

No porto escolheu um navio que ia na direção contrária: rumo a Tarsis na atual Andaluzia, Espanha.

Eis que já no mar, uma violenta tempestade estava no ponto de afundar o barco e os marinheiros jogaram Jonas pela borda julgando-o culpado.

“4. O Senhor, porém, fez vir sobre o mar um vento impetuoso e levantou no mar uma tempestade tão grande que a embarcação ameaçava despedaçar-se.

“5. Aterrorizados, os marinheiros puseram-se a invocar cada qual o seu deus, e atiraram no mar a carga do navio para aliviarem-no. Entretanto, Jonas tinha descido ao porão do navio e, deitando-se ali, dormia profundamente.

“6. Veio o capitão e o despertou: “Dorminhoco! Que estás fazendo aqui? Levanta-te e invoca o teu Deus, para ver se ele se lembra talvez de nós e nos livre da morte”.

“7. Em seguida, disseram os marinheiros entre si: “Vinde e tiremos à sorte para sabermos quem é a causa deste mal”. Lançaram a sorte e esta caiu sobre Jonas. (...)

Marinheiros jogam o profeta Jonaás ao mar, igreja paroquial de Preston-on-Stour.
Marinheiros jogam o profeta Jonas ao mar. Igreja paroquial de Preston-on-Stour.
“10. Ficaram, então, aqueles homens possuídos de grande temor, e disseram-lhe: “Por que fizeste isto?”. Pois tinham compreendido, pela própria declaração de Jonas, que este fugia para escapar à ordem do Senhor. (...)

“15. E, pegando em Jonas, lançaram-no às ondas, e a fúria do mar se acalmou.” (Jonas, 1)

Nessa hora, Jonas aceitou que andava mal, pediu perdão a Deus e aconteceu o imprevisível:

“1. O Senhor fez que ali se encontrasse um grande peixe para engolir Jonas, e este esteve três dias e três noites no ventre do peixe.

“2. Do fundo das entranhas do peixe, Jonas fez esta prece ao Senhor, seu Deus: (...)

“9. Os que servem a ídolos vãos abandonam a fonte das graças.

“10. Eu, porém, oferecerei um sacrifício com cânticos de louvor, e cumprirei o voto que fiz. Do Senhor vem a salvação.

11. Então, o Senhor ordenou ao peixe, e este vomitou Jonas na praia.” (Jonas, 2)

Supõe-se comumente que o “grande peixe” que o tragou e depois o cuspiu na praia tenha sido uma baleia, e assim aparece na iconografia católica.

Deus então voltou a lhe aparecer e lhe cobrar o cumprimento da missão profética. Então Jonas acabou partindo a pé rumo à cidade pecadora.

E Nínive, contrariamente ao que Jonas achou no primeiro momento, se arrependeu e fez penitência.

Jonas prega e converte Nínive, vitral da capela de All Souls' College, Oxford
Jonas prega e converte Nínive. Vitral da capela de All Souls' College, Oxford
“4. Jonas foi pela cidade durante todo um dia, pregando: “Daqui a quarenta dias, Nínive será destruída”.

“5. Os ninivitas creram nessa mensagem de Deus, e proclamaram um jejum, vestindo-se de sacos desde o maior até o menor.

“6. A notícia chegou ao conhecimento do rei de Nínive; ele levantou-se do seu trono, tirou o manto, cobriu-se de saco e sentou-se sobre a cinza.

“7. Em seguida, foi publicado pela cidade, por ordem do rei e dos príncipes, este decreto: “Fica proibido aos homens e aos animais, tanto do gado maior como do menor, comer o que quer que seja, assim como pastar ou beber.

“8. Homens e animais se cobrirão de sacos. Todos clamem a Deus, em alta voz; deixe cada um o seu mau caminho e converta-se da violência que há em suas mãos.

“9. Quem sabe, Deus se arrependerá, acalmará o ardor de sua cólera e deixará de nos perder!”. (Jonas 3, 4-9)

Jonas ficou surpreso com a conversão.

Deus pode agir, e age muitas vezes através de causas terceiras, ou causas naturais, como no caso da ‘baleia’.

Para pessoas de pouca fé, o episódio do “grande peixe”, entretanto, pode parecer inacreditável, uma mera lenda no máximo. Um conto para crianças ou para mentes infantilizadas.

Então Deus parece ter excogitado uma lição para nossa época tão descrente.

No oceano Índico, perto de Porto Elizabeth, ao leste da Cidade do Cabo, extremo sul da África e do país local a África do Sul, Deus permitiu que uma baleia engolisse um mergulhador profissional e depois o devolvesse a proximidade da praia, sem sofrer dano algum, nem a seu corpo nem a seus equipamentos.

Baleia engole mergulhador inteiro. Mas o devolverá são e salvo na praia não muito depois
Baleia engole mergulhador inteiro. Mas o devolverá são e salvo na praia não muito depois
O fotógrafo e mergulhador profissional sul-africano Rainer Schimpf estava filmando a vida submarina junto com uma equipe de outros cameramen especializados.

Em fevereiro (2019) subitamente apareceu uma baleia que o engoliu por completo e desapareceu rumo às profundezas do oceano na frente dos colegas de Rainer que conseguiram filmar o que parecia um episódio de trágico desfecho.

O cetáceo era da variedade Baleia-de-bryde que pode atingir 15,5 metros de cumprimento e pesar perto de 30 toneladas.

No grupo estava também a mulher de Rainer quem testemunhou o fato para as câmeras junto com os outros.

“Percebi logo o que tinha acontecido e instintivamente segurei a respiração”, contou depois Schimpf à mídia mundial, como “La Nación”.

“Achei que a baleia iria me cuspir em algum lugar do Oceano Índico”, disse ao jornal britânico “The Telegraph”, enquanto se recompunha do choque psicológico.

E assim aconteceu.

O animal marino o devolveu inteiro a poucos metros da costa, são e salvo, junto com o cardume de peixes que tinha pego na hora de tragar o mergulhador.

A profissão de Schimpf é dar aulas para mergulhadores profissionais e aficionados. Tem 51 anos é muita experiência nas profundezas submarinas.

Apenas não chegou a passar três dias no papo do “grande peixe” como o profeta, mas sim durante alguns minutos na mais perfeita escuridão que para ele, pareceram eternos.


Vídeo: Como ao profeta Jonas: baleia engole mergulhador e o devolve na costa





segunda-feira, 6 de maio de 2019

As tremendas feridas provocadas pela lançada
segundo o Santo Sudário

Montagem artística da mostra "O homem do Sudário. Foto: Luis Guillermo Arroyave, Curitiba
Montagem artística da mostra "O homem do Sudário". Foto: Luis Guillermo Arroyave, Curitiba
Luis Dufaur
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Numa entrevista especial ao jornal italiano “La Stampa” de Turim, citado por “Infovaticana” e que citamos em post anterior (cfr. Santo Sudário: por que um braço é mais longo que o outro?), o Dr. Filippo Marchisio, chefe de Radiologia do hospital de Rivoli, e Pier Luigi Baima Bollone, professor de Medicina Forense na Universidade de Turim e diretor do Centro Internacional de Sindonologia, descreveram a investigação científica do acontecido no tremendo momento em que o centurião Longino perfurou o lado de Nosso Senhor já morto na Cruz.

Para isso utilizaram equipamentos radiológicos destinados ao trabalho profissional no hospital de Rivoli.

54. O centurião e seus homens que montavam guarda a Jesus, diante do estremecimento da terra e de tudo o que se passava, disseram entre si, possuídos de grande temor: “Verdadeiramente, este homem era Filho de Deus!”. (Mt 27,54)

39. O centurião que estava diante de Jesus, ao ver que ele tinha expirado assim, disse: “Este homem era realmente o Filho de Deus”. (Mc 15,39)

46. Jesus deu então um grande brado e disse: “Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito”. E, dizendo isso, expirou.

47. Vendo o centurião o que acontecia, deu glória a Deus e disse: “Na verdade, este homem era um justo”. (Lc 23,47)

Malgrado o acúmulo de provas e indícios, ainda há resistência no Vaticano a reconhecer oficialmente o Santo Sudário enquanto mortalha que verdadeiramente envolveu o Corpo do Redentor.

De ali procede a importância destes trabalhos, embora em clave científica e não religiosa.

São João testemunhou a tremenda lançada:

Lança Sagrada conservada na Schatzkammer, Viena, Áustria
Lança Sagrada conservada na Schatzkammer, Viena, Áustria
“31. Os judeus temeram que os corpos ficassem na cruz durante o sábado, porque já era a Preparação e esse sábado era particularmente solene. Rogaram a Pilatos que se lhes quebrassem as pernas e fossem retirados.

“32. Vieram os soldados e quebraram as pernas do primeiro e do outro, que com ele foram crucificados.

“33. Chegando, porém, a Jesus, como o vissem já morto, não lhe quebraram as pernas,

“34. mas um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança e, imediatamente, saiu sangue e água.

“35. O que foi testemunha desse fato o atesta (e o seu testemunho é digno de fé, e ele sabe que diz a verdade), a fim de que vós creiais.

“36. Assim se cumpriu a Escritura: Nenhum dos seus ossos será quebrado (Ex 12,46).” (São João, 19: 31 ss)

Como é bem conhecido, o centurião (chefe de centúria: 100 homens aprox.) romano Longinos reconheceu que Cristo é Deus na hora de dar a lançada.

E tendo sido curado da cegueira pelo respingo de gotas do lado aberto, se converteu e foi apóstolo da fé de Jesus Cristo.

Ele é venerado como Santo pela Igreja. São Longinos recolheu o sangue que pode e levou consigo.

Procissão do Preciosíssimo Sangue, em Weingarten, Alemanha
Procissão do Preciosíssimo Sangue, em Weingarten, Alemanha
Essa relíquia do divino sangue se encontra na abadia de Weingarten, na Alemanha e é objeto de veneração popular. Cfr: Procissão do Preciosíssimo Sangue, em Weingarten, Alemanha

Os investigadores identificaram o ponto exato em que a lançada atravessou o lado da divina vítima e também o orifício menor de saída.

Por esta via, puderam fazer o esquema de quais foram os órgãos internos perfurados pelo brutal golpe de graça.

Essa “liberou uma acumulação de sangue reunida na cavidade pleural”, quer dizer, no espaço cheio de líquido entre as duas pleuras pulmonares de cada pulmão.

O Dr. Marchisio explicou que “o sangue escorreu principalmente para o lado direito, ao longo do canal formado pelo braço até a altura do cotovelo e se acumulava para formar o cinturão de sangue que se observa [no Sudário] na altura da região lombar”.

“As relações anatómicas reveladas pela reconstrução das partes faltantes fornecem uma demonstração da natureza extraordinária e a coerência do Santo Sudário”, sublinhou o investigador.

“Quanto mais a gente estuda, mais surpresas leva”, concluiu.


Vídeo: Os instrumentos da Paixão. A ponta da lança (italiano)





Isaías 53
 
3. Era desprezado, era a escória da humanidade, homem das dores, experimentado nos sofrimentos; como aqueles, diante dos quais se cobre o rosto, era amaldiçoado e não fazíamos caso dele.*

4. Em verdade, ele tomou sobre si nossas enfermidades, e carregou os nossos sofrimentos: e nós o reputávamos como um castigado, ferido por Deus e humilhado.

5. Mas ele foi castigado por nossos crimes, e esmagado por nossas iniquidades; o castigo que nos salva pesou sobre ele; fomos curados graças às suas chagas.*

6. Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, seguíamos cada qual nosso caminho; o Senhor fazia recair sobre ele o castigo das faltas de todos nós.

7. Foi maltratado e resignou-se; não abriu a boca, como um cordeiro que se conduz ao matadouro, e uma ovelha muda nas mãos do tosquiador. Ele não abriu a boca.*

8. Por um iníquo julgamento foi arrebatado. Quem pensou em defender sua causa, quando foi suprimido da terra dos vivos, morto pelo pecado de meu povo?*

9. Foi-lhe dada sepultura ao lado de facínoras e ao morrer achava-se entre malfeitores, se bem que não haja cometido injustiça alguma, e em sua boca nunca tenha havido mentira.



Vídeo: O mistério do Santo Sudário





segunda-feira, 22 de abril de 2019

Santo Sudário: por que um braço é mais longo que o outro?

Braço direito é mais cumprido. Manchas nos antebraços são do sangue que correu dos pregos.
Manchas laterais são de partes queimadas no incêndio de 1532.
Trabalho digital sobre o 'negativo' do Sudário que por isso aparece invertido
Luis Dufaur
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Um dado evidenciado no Santo Sudário é a desigualdade notória na extensão de ambos os braços. A anomalia sempre intrigou os especialistas, sobre tudo considerando a maravilhosa harmonia do corpo de Nosso Senhor.

A diferença faz que não coincidam as mãos na posição mortuária. Naturalmente deveriam se cruzar e se superpor no mesmo ponto. A mão direita excede a esquerda em alguns centímetros.

Também a posição do braço direito é diversa. Ele se encontra mais separado do corpo como se a intenção fosse forçar a equidistância com a posição do braço esquerdo.

Em poucas palavras, o braço direito é mais longo que o esquerdo. A diferença entre os dois é de 6 centímetros, segundo o estudo que apresentamos neste post.

Como se explica?

O corpo de Nosso Senhor é extraordinariamente harmonioso e proporcionado. Porém nele se observam deformações provocadas pelos brutais golpes recebidos durante a Paixão, como o desvio de septo nasal.

terça-feira, 16 de abril de 2019

O rosto de Jesus Cristo impresso em Notre Dame

A Paixão de Cristo e a Paixão da Igreja em nossos dias
A Paixão de Cristo e a Paixão da Igreja em nossos dias
Luis Dufaur
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“Eu não posso me esquecer que uma das viagens que eu fiz a Paris, eu cheguei à noitinha. Jantei, e fui imediatamente ver a Catedral de Notre-Dame.

Era uma noite de verão, não extraordinariamente bonita, comum.

A Catedral estava iluminada, e o automóvel em que eu vinha passava da rive gauche para a ilha, e eu via a Catedral assim de lado, e numa focalização completamente fortuita.

Ela me pareceu desde logo, naquele ângulo tomado assim, se acaso existisse ‒ em algum sentido existe ‒ eu diria que é tomado ao acaso, eu olhei e achei tão belo que eu fiquei com vontade de dizer ao automóvel:

segunda-feira, 8 de abril de 2019

As reveladoras descobertas na relíquia de Nossa Senhora de Coromoto

O olho de Nossa Senhora de Coromoto mede dois micrômetros (unidade de medida de comprimento que corresponde à milionésima (1 milhão) parte do metro)
O olho de Nossa Senhora de Coromoto mede dois micrômetros
(unidade de medida de comprimento que corresponde à milionésima (1 milhão) parte do metro)
Luis Dufaur
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continuação do post anterior: Os segredos de Nossa Senhora de Coromoto


Pablo González, outro dos restauradores da relíquia de Nossa Senhora de Coromoto observou:

“Nossa Senhora de Coromoto e Nossa Senhora de Guadalupe são as únicas duas aparições da Virgem Santíssima onde a Santíssima Mãe deixa um testemunho físico, não obstante a diferença enorme de tamanho.

“Ela não é uma relíquia. A Virgem Santíssima é uma mariofania, é uma manifestação viva de Maria Santíssima. A Virgem está viva ali.

“Na restauração feita em 2009 se comprovou que o olho esquerdo, por exemplo tem orbita, tem iris, tem cristalino, é um olho humano perfeitamente.

“O tamanho real do olho equivale a uma picada de uma agulha em sua parte mais fininha. Esse é o tamanho do olho. (...)

“A imagem apresentava uma mancha aparentemente como de óxido marrom que lhe cobria parte da cara e impedia totalmente ver seu rosto.

“Aparte disso tinha fungos. Estava sumamente deteriorada.

“Lembrem que foi uma imagem que durante muitíssimos anos não teve proteção, não teve vidros.

segunda-feira, 25 de março de 2019

Os segredos de Nossa Senhora de Coromoto

Proporções minúsculas da imagem de Nossa Senhora de Coromoto patenteiam aspectos tecnicamente inauditos.
Proporções minúsculas da imagem de Nossa Senhora de Coromoto patenteiam aspectos tecnicamente inauditos.
Luis Dufaur
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Já tivemos oportunidade de tratarmos sobre as dificuldades técnicas apresentadas pela restauração da imagem de Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela. Confira: Imagem de Nossa Senhora de Coromoto, padroeira da Venezuela: descobertas surpreendentes

E também da humanamente inexplicável rápida recuperação.

Um conjunto de vídeos, com entrevistas e/ou testemunhos dos restauradores eles próprios, nos fornece a grata oportunidade de voltarmos ao caso, pela voz dos atores de primeira linha.

O restaurador José Luis Mateus, presidente da Associação Maria Caminho a Jesus explicou por que decidiram iniciar a delicada restauração:

“Aqueles que trabalharíamos como restauradores entramos em contato pelo fim de 2008 e ficamos alarmados pela gravidade dos danos que encontramos nEla.

“Por isso, propusemos ao bispo de Guanare [diocese do santuário], Mons. Sotero Valero através do reitor do santuário Pe. Manuel Brito fazer realizar um processo de restauração nas proximidades do Santuário.

“Em janeiro do ano 2009 a Conferência Episcopal venezuelana autorizou levar adiante o processo de restauração”.

A continuação explica o problema com que se depararam:

segunda-feira, 11 de março de 2019

Simulacros de crucificação apontam:
o Sudário de Turim é autêntico

Assim foram feitos os exigentes testes
Assim foram feitos os exigentes testes
Luis Dufaur
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O desejo de estudar o Santo Sudário para afastar toda dúvida a seu respeito levou cientistas da Europa e dos EUA a uma ousada experiência.

Para provar que a sagrada relíquia é verdadeira e realmente o linho que envolveu Jesus crucificado no Santo Sepulcro, os pesquisadores recrutaram homens voluntários para se submeter às condições de uma crucificação.

Nessa posição foram irrigados com sangue para estudar o modo como essa escorre em posição tão violenta, informou a revista “Science Magazine”.


A experiência havia sido macaqueada por ativistas ateus e anticlericais com uma figura material e sangue impróprio. Esses ativistas anunciaram ter provado que o Santo Sudário é falso. O primarismo da montagem foi desvendado por cientistas experientes.

Mas, a grande mídia não deixa de insistir nesse truque fazendo ruído como um realejo gasto.

Veja mais a respeito em: Negam a autenticidade do Sudário porque recusam Cristo e Sua Ressurreição

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Jesus em 3D segundo o Santo Sudário:
um homem de uma beleza extraordinária e majestosa

Reconstituição em 3D do corpo de Nosso Senhor segundo o Santo Sudário.
Prof. Giulio Fanti e equipe da Universidade de Padua
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Giulio Fanti, professor de medições mecânicas e térmicas na Universidade de Pádua, Itália, conseguiu criar uma imagem em 3D, tridimensional, do corpo de Nosso Senhor Jesus Cristo envolto no Santo Sudário.

“Consideramos que finalmente estamos diante de uma imagem precisa de como era Jesus nesta terra.

“A partir de agora não será mais possível retratá-lo sem levar em conta este trabalho”, explicou o autor, segundo informou “The Christian Post”.

Usando técnicas avançadas, o professor Fanti fez a reconstituição em 3D a partir das marcas na mortalha usada para envolver Jesus depois de sua morte na Cruz.

Fanti explicou sua obra como uma imagem “em tamanho natural, feita com base em medidas milimétricas tomadas do pano em que o corpo de Cristo foi envolvido após a crucificação”.

“Segundo os nossos estudos – acrescentou – Jesus era um homem de uma extraordinária beleza. Ele tinha um corpo esbelto mas muito robusto.

“Tinha 1m80 de altura, quando a altura média naquele tempo era de cerca de 1m65. E tinha uma expressão régia e majestosa”.

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Pode uma cidade ficar “possessa”?: o caso de Caronia na Itália ‒ O exorcismo e a ciência 3

Caronia: vítima coletiva do demônio?
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Há já diversos anos, estranhos fenômenos de autocombustão ocorreram em série numa pequena cidade italiana. Eles levantaram de novo o problema da presença de demônios no mundo moderno.

A ciência positivista recusa a priori a simples possibilidade da existência dos anjos das trevas e sua intervenção na nossa terra.

Entretanto, durante e depois dos eventos naquela cidade italiana, a ciência aplicou seus melhores recursos disponíveis para tentar explicar os fenômenos de autocombustão. Nada conseguiu explicar por vias naturais após anos de esforço.

Não achando explicações, compreensivelmente, o expediente de Caronia foi fechado de modo sumário. O caso não esclarecido aumenta ainda a curiosidade, cfr.

Entretanto, a idéia de que uma cidade possa ter ficado, ao menos temporalmente “possessa”, saiu reforçada. Tanto mais que há antecedentes históricos como a famosa expulsão dos demônios que atormentavam a cidade de Arezzo, exorcismo operado pelos méritos da oração de São Francisco de Assis.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

D. Gemma: laicismo é porta para o demônio entrar nas almas e nas sociedades ‒ O exorcismo e a ciência 2

Mons Andrea Gemma, bispo emérito de Isernia-Venafro
Luis Dufaur
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Continuamos com a recensão do livro "Eu, bispo exorcista" de Mons. Andrea Gemma.

Como observamos no primeiro post, D. Andrea Gemma, hoje bispo emérito, escreveu o livro quando estava à testa da diocese de Isernia-Venafro, narrando suas experiêncas na prática do exorcismo.

Dom Andrea Gemma deixou a diocese a seu sucessor em 2007, quando atingiu o limite de idade fixado pelo Direito Canônico.

No livro, o bispo confirma a espantosa influência que tem no mundo moderno e no andamento da sociedade humana o príncipe das trevas e o poder vitorioso do exorcismo sobre ele.

Ele fornece uma atualizada confirmação de quanto o bem-aventurado Pe. Francisco Palau y Quer O.C.D. denunciou ao respeito.

segunda-feira, 14 de janeiro de 2019

Bispo descreve experiências exorcizando demônios ‒ O exorcismo e a ciência 1

Mons Andrea Gemma, bispo de Isernia-Venafro
Luis Dufaur
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Em diversos posts reproduzimos o pensamento do Bem-aventurado Pe. Francisco Palau y Quer O.C.D. a respeito da influência do demônio em nossos dias.

Vendo-a descrita como tão grande, tal vez alguém possa ter achado que o santo autor nesse ponto pode ter sido levado pelo seu fervor e pelo seu temperamento espanhol.

Não teria exagerado?

Por isso achamos oportuno relembrar o que no livro “Eu, bispo exorcista”, o então bispo diocesano, hoje emérito, de Isernia-Venafro, Itália, descreveu de suas experiências de exorcista e as surpreendentes conclusões a que foi levado durante uma década de prática do Exorcistado

(D. Andrea Gemma, “Io, vescovo esorcista” (“Eu, bispo exorcista”), Editora Mondadori, Milão, 2002, 208 pp. Todas as citações do post são extraídas desse livro. Não sabemos se o livro foi vertido ao português)

D. Andrea Gemma, hoje bispo emérito, escreveu o livro quando estava à testa da diocese de Isernia-Venafro, narrando suas experiências na prática do exorcismo.

Dom Andrea Gemma deixou a diocese a seu sucessor em 2007, quando atingiu o limite de idade fixado pelo Direito Canônico.

Na manhã de 29 de junho de 1992, o novo bispo de Isernia-Venafro, D. Andrea Gemma, saía da Basílica Vaticana, olhando pensativo para a Praça de São Pedro.

As palavras de São Mateus, ”as portas do inferno não prevalecerão” (Mt 16,18), ecoavam em seu espírito com um atrativo sobrenatural. E lhe inspiravam graves considerações: