segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Na Turquia anticristã é descoberta a tumba do apóstolo São Felipe

São Felipe Apóstolo catequiza eunuco etiope,
Exeter College chapel, Oxford.
Fato nos Atos 8,26-4
Uma missão arqueológica italiana garante ter encontrado a tumba de São Felipe, um dos 12 Apóstolos escolhidos por Nosso Senhor Jesus Cristo para serem os primeiros bispos e sobre eles, sob o primado de Pedro, estabelecer a hierarquia da Igreja Católica.

A descoberta aconteceu em Pamukkale, antiga Hierápolis, na Anatólia Ocidental (Turquia). O apóstolo São Felipe morreu nessa cidade, depois de ter pregado na Grécia e na Ásia Menor, informou a agência Zenit.

Hoje as relíquias de São Felipe são veneradas na basílica dos Doze Apóstolos em Roma, para onde foram levadas em tempos remotos.

A Basílica foi construída para conservar seus restos e depois passou a ser dedicada aos Doze Apóstoles. Está na praça do mesmo nome, junto ao Palácio Colonna, muito perto da centralíssima Piazza Venezia.

Porém, sabia-se que o primeiro túmulo do grande apóstolo estivera em Hierápolis, onde ele fora objeto de grande veneração.

No século IV, Eusebio de Cesareia escreveu que duas estrelas brilhavam na Ásia: João, sepultado em Éfeso, e Felipe, “que descansa em Hierápolis”.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2012

Catedrais góticas: mistério mais grandioso que o das pirâmides do Egito

Amiens, França
A técnica é definida pela Escolástica, da mesma forma que as artes, como “recta ratio factibilium”. Quer dizer, a reta ordenação do trabalho, ou também, a ciência de trabalhar bem.

Hoje, o mal uso da técnica, a empurra para produzir para além do que é bom, e espalhar instrumentos que afligem a vida dos homens.

Nos tempos em que o espírito do Evangelho penetrava todas as instituições, a técnica produziu frutos que vão além do tudo o que a Humanidade conheceu previamente.

Um desses frutos inigualados foi ‒ e continuam sendo ‒ as catedrais medievais.

Até hoje especialistas tentam decifrar como fizeram os arquitetos da Idade Média para, com tão pobres instrumentos, criar obras colossais que “humilham” as técnicas modernas mais avançadas.

Os técnicos das mais variegadas especialidades da construção e também da física, da química e das matemáticas se debruçam para tentar descobrir como os medievais erigiram esses portentos arquitetônicos.

Mergulham eles nos “mistérios das catedrais”.