quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Estaríamos sós no Universo Sideral? - I

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs








Desde o momento em que o primeiro homem contemplou as estrelas, até hoje, a profusão delas tem sugerido muitas cogitações.

Dentre estas, em muitos espíritos aflorou a seguinte indagação: nós, seres racionais, estaremos sós no Universo Sideral?

Por um lado, parece difícil imaginarmo-nos sós, quando sabemos que as numerosíssimas estrelas visíveis a olho nu são apenas parcela ínfima das incontáveis galáxias com bilhões de estrelas.

Por outro lado, de quando em quando são difundidas novas descobertas que sugerem hipóteses sobre a existência de outros sistemas solares com planetas, se não com vida igual, ao menos semelhante à da Terra.

Não seria uma pretensão descabida nos imaginarmos os únicos habitantes vivos dotados de inteligência e vontade, no Universo Sideral?

Para ilustrar uma tendência generalizada em certos meios científicos atuais, tomemos a seguinte notícia: Planetas como a Terra podem ser comuns na galáxia (“O Estado de S. Paulo”, 21-2-01). Nela se afirma:

1. Astrônomos da Universidade de Toronto, em reunião da Associação Americana para o Avanço da Ciência, em São Francisco, anunciaram que “mais da metade das 100 bilhões de estrelas da Via Láctea podem ser orbitadas por planetas de tamanho similar ao da Terra”.

2. Isso “favorece a tese de que pode haver vida abundante em outros sistemas planetários”. Porque, tendo os cientistas canadenses estudado a luz emitida por estrelas semelhantes ao Sol, “concluíram que pelo menos metade delas — e possivelmente até 90% — em toda a galáxia queimam grandes quantidades de ferro, um indício da presença de planetas rochosos como a Terra”. Acrescenta o coordenador do estudo, Norman Murray: “É mais uma indicação de que a vida pode ser comum na nossa galáxia”.

3. Um dado concreto que pareceria confirmar essa tese: “A equipe analisou a luz de 640 estrelas e encontrou evidências de queima de ferro em 466 delas. Os resultados foram então extrapolados para abranger toda a galáxia”.

Como se sabe que para haver vida é necessário água, a notícia prossegue:

“Um outro grupo de cientistas anunciou ter encontrado moléculas de carbono e grandes quantidades de vapor d’água — dois dos principais ingredientes para a vida — próximo de regiões de formação de estrelas. ‘Isso fortalece bastante a possibilidade de existir vida além do nosso sistema’, disse o pesquisador Martin Kessler, da Agência Espacial Européia”.

O tema intriga e apaixona. Entretanto tem uma resposta límpida e tranqüila na doutrina católica. Continuaremos no próximo post.


(autor: Rosário A. F. Mansur Guérios, “Catolicismo”, junho de 2001)


Continua no próximo post: Estaríamos sós no Universo Sideral? - II


segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Cientistas fazem germinar tâmara do tempo de Jesus Cristo

Massada, ruínas da fortaleza, ©David Shankbone. Ciência confirma a Igreja
Um grupo de arqueólogos recuperou diversas sementes nas ruínas da fortaleza de Massada, na beira do Mar Morto.

O forte é de grande antiguidade e fora ampliado com um palácio pelo rei Herodes I, antes do nascimento de Cristo. Foi destruído pelos romanos no ano 73 d.C.

Cientistas israelenses encontraram sementes de tâmara colhidas perto da data do nascimento de Nosso Senhor.

Phoenix dactylifera, Marrocos, Ciência confirma a IgrejaMais ainda, os cientistas lograram fazer germinar uma variedade extinta. Agora é possível que possa se experimentar o mesmo tipo de tâmaras que comiam os coetâneos de Jesus.

A variedade é uma espécie de Phoenix dactylifera cujo cultivo começou há mais de 5 mil anos, no golfo Pérsico.

Os testes genéticos mostram que a variedade é realmente diferente das atualmente aproveitadas.

Em caso de prosperar, as plantas produzirão frutos em poucos anos.

Bodas de Caná, David Gérard, Ciência confirma a IgrejaQuiçá tâmaras dessa variedade foram servidas nas bodas de Caná ou na Santa Ceia.

Provavelmente essas tâmaras tenham um sabor muito parecido às conhecidas. Entretanto, o fato de saborear um fruto como Nosso Senhor Jesus Cristo pode ter aceitado, aviva o desejo de, pelo menos nessa minúcia, participar indiretamente dos tempos em que o Divino Redentor pregava em carne e osso no nosso vale de lágrimas.

Essa consideração nos anima a imitar melhor seus sublimes exemplos, e praticar melhor seus divinos ensinamentos, zelosamente preservados na sua integridade pela Santa Igreja Católica.

Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de 'Ciência confirma a Igreja' no meu Email

segunda-feira, 30 de julho de 2007

“Descoberta do túmulo de Jesus” é farsa publicitária

Prof. Amos Kloner, arqueólogo da Universidade Bar-Ilan, IsraelO Discovery Channel (canal americano de TV) emitiu na Quaresma um filme dizendo terem sido achados em Talpiot, Jerusalém, os ossuários de Nosso Senhor, Nossa Senhora, Santa Maria Madalena e um imaginado “filho de Jesus”.

O supervisor das escavações nesse túmulo, professor Amos Kloner, arqueólogo oficial do Distrito de Jerusalém, disse que as teorias do filme “são só farsa publicitária [...], um total sem sentido, algo absolutamente impossível”.

Todo ano, por ocasião do tempo da Quaresma e Semana Santa, certa mídia difunde matérias que questionam a figura do Redentor da humanidade e a Redenção. Esta montagem, ademais, apresenta analogias com as blasfêmias do Código da Vinci e erros teológicos progressistas do gênero.

Desejaria receber atualizações instantâneas e gratuitas de 'Ciência confirma a Igreja' no meu Email

Confirmação da autenticidade da Santa Casa de Loreto


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Em 1294, a Santa Casa, onde viveu a Sagrada Família em Nazaré (Galiléia), foi trasladada milagrosamente pelos anjos a Loreto (Itália), onde está encerrada num magnífico santuário.

A Santa Casa foi assim salva dos muçulmanos, que tinham conquistado o reino franco de Jerusalém no século XIII.

Desde então, todos os Papas confirmaram a autenticidade da sagrada habitação.

Recente estudo arqueológico também confirmou sua autenticidade.

As pedras do altar da Santa Casa de Loreto têm a mesma origem das que se encontram na gruta da Anunciação em Nazaré, concluiu a análise dirigida pelo arquiteto Nanni Monelli.