segunda-feira, 22 de junho de 2015

Santo Sudário: inexplicável imagem tridimensional
― Inviabilizada a conjetura de falsificação




Continua inexplicável para as ciências humanas a formação da imagem de Jesus Cristo no Santo Sudário de Turim.

Até agora ninguém conseguiu reproduzi-la de modo satisfatório, explicou ao Vatican Insider o Dr. Nello Balossino, professor de Informática da Universidade de Turim, vice diretor do Centro Internazionale di Sindonologia de Turim e especialista em elaboração de imagens.

Mais ainda, ele revelou que o Santo Sudário contém “informações tridimensionais”.

O Prof. Balossino esclareceu que a formação de uma imagem de tipo fotográfica é produzida por uma energia luminosa sobre uma superfície sensível como um filme ou um sensor digital.

Normalmente a impressão é superficial, por isso um negativo fotográfico não possui informações tridimensionais.

Mas é bem isso o que não acontece no Santo Sudário de Turim.

Nele, a imagem reage como um negativo fotográfico sob certos aspectos, mas, na verdade, não é um negativo no sentido da fotografia.

Explica o especialista:

“Trata-se de uma representação na qual foram constatadas evidentes matizações cromáticas tendentes ao vermelho que modelam um corpo, conferindo-lhe uma dimensão tridimensional. Podemos obter uma figura como se estivéssemos observando-a na realidade que conserva o relevo.

“O negativo fotográfico tradicional não reproduz informações tridimensionais. Porém, a imagem do Sudário possui essas informações, codificadas numa série de matizes.

“Em outras palavras, encontramo-nos diante de uma imagem fruto de um processo de criação 3D, que ainda até agora não foi explicado, mas que se consegue simular na prática para gerar imagens semelhantes ao Sudário.

“A diferença de tonalidades entre as cores claras e as cores escuras da imagem é de tal maneira pequena que o olho só consegue perceber as feições de um rosto humano na sua globalidade, mas não identifica facilmente os detalhes.

Prof. Nello Balossino, professor de Informática
da Universidade de Turim.
“A imagem nos apresenta um rosto com uma distribuição de luminosidade que é exatamente a oposta do que percebemos na realidade, com as partes salientes mais escuras do que as afundadas. O processo de inversão torna visível o rosto de um homem como numa observação real.”

O Vatican Insider perguntou então ao professor Balossino o que seria necessário fazer para reproduzir o Sudário.

Ele respondeu: “Eu examinei as várias tentativas daqueles que procuraram reproduzir o Sudário de Turim com técnicas diversas.

“Porém, em caso algum as imagens obtidas duravam no tempo, nem continham as informações tridimensionais do Sudário, nem as características próprias da imagem, como a superficialidade das variações cromáticas das fibras de linho e sua integridade.

“Essas particularidades tornam por certo mais árdua a explicação que pretende atribuir à imagem da mortalha do Sudário uma falsificação medieval.”


O Dr. Nello Balossino responde pela TV2000, Itália:





Santo Sudário em 3D. Dr Peter Soons: como fez e como mudou sua vida:



O Dr. Peter Soons se declara profundamente impressionado com as imagens holográficas em 3D, hologramas, que ele tirou do Santo Sudário com seus colaboradores do Dutch Holographic Laboratory de Eindhoven, Holanda.



Santo Sudário em 3D (sem som):




segunda-feira, 8 de junho de 2015

“É como olhar no umbral do mistério da Ressurreição”,
diz estudiosa do Santo Sudário

“É como olhar no umbral do mistério da Ressurreição”,
diz a Prof.a Emanuela Marinelli que estuda o Santo Sudário há 38 anos



A professora Emanuela Marinelli estuda o Santo Sudário de Turim há 38 anos. Reproduzimos alguns excertos da entrevista sobre a matéria que ela concedeu à revista italiana Tempi.

Mais da Dra. Emanuela Marinelli: "Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (1)"  e "Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (2)".

Professora, como é a sua paixão pelo Sudário?

Emanuela Marinelli: Estudei o Sudário durante 38 anos, desde que vi pela TV uma reportagem do trabalho de Max Frei, diretor do laboratório científico da polícia de Zurique.

O Dr. Frei era botânico e havia descoberto no Santo Sudário grãos de pólen provenientes de plantas desérticas que florescem em épocas diversas na Palestina, de plantas do leste da Turquia, das vizinhanças de Constantinopla, e ainda de outras espécies existentes na França e na Itália.

A descoberta confirmou a verossimilhança da migração do Sagrado Lençol em diversas etapas históricas.

Frei identificou 58 espécies diferentes, 38 das quais crescem em Jerusalém e não existem na Europa. Dessas 38, 17 são típicas e proliferam em Jerusalém e cercanias.

Isso prova a origem palestina do lençol.

Deve-se destacar a importância da presença no Santo Sudário do Zygophillum dumosum, que só cresce a partir de Jerusalém até o sul de Israel, bem como numa parte da Jordânia e no Sinai.

As análises de Frei foram confirmadas depois por outros botânicos. A palinóloga [da parte da Botânica que estuda os grãos de pólen] Márcia Boi analisou a lista dos pólens encontrados no Sudário por Frei.

Ela notou a presença das plantas mais usadas na destilação de caros bálsamos que eram empregados nos antigos ritos funerários do Oriente Médio.

Como eu me graduei em Ciências Naturais e Geológicas, percebi quão importantes são os pólens para identificar a proveniência de um objeto.

Prof.a Emanuela Marinelli: perita em Ciências Naturais e Geológicas
Interessou-se nos microvestígios presentes no Santo Sudário.
O meu interesse pelo Sudário começou com esta pesquisa.

Qual é o aspecto do Santo Sudário que lhe causa maior deslumbramento?

Emanuela Marinelli: Eu me interesso muito pelos microvestígios presentes no tecido. Na altura da ponta do nariz e do joelho esquerdo foram encontrados fragmentos de pó do chão. Isso confirma as quedas do Homem do Sudário ao longo da estrada.

Em outras amostras de material terroso tiradas do Sudário, na altura dos pés foi identificada aragonita com algumas impurezas; amostras recolhidas nas grutas de Jerusalém resultaram ter composições muito semelhantes, pois continham também aragonita com as mesmas impurezas.

Além do mais, foram identificadas no Sudário algumas partículas de aloés e de mirra, sobretudo nas zonas manchadas com sangue. Trata-se de substâncias perfumadas que se usavam em grande quantidade para a sepultura no ambiente judaico.

Também a datação do tecido apresenta campo para aprofundamento. Segundo os exames com o método do Carbono 14, o Sudário proviria da Idade Média, de um período entre 1260 e 1390 d. C.

Porém, vários cientistas opuseram numerosas objeções ao resultado desse teste, por julgarem insatisfatórios os procedimentos de colheita das amostras e a confiabilidade do método no caso de tecidos que atravessaram vicissitudes como as do Sudário.

Especialmente um remendo feito pelas freiras clarissas de Chambéry após o terrível incêndio que danificou gravemente o lençol em 1532.

Existem, contudo, outros testes para verificar a antiguidade de um tecido. Três novos exames, feitos em 2013 na Universidade de Pádua, datam o Sudário na época de Cristo.

Para a senhora, qual é a análise científica que fornece mais informações sobre o homem envolto naquele sudário?

Emanuela Marinelli: O sangue presente naquele Lenço é o aspecto mais comovedor. Ele nos narra as torturas sofridas pelo Homem do Sudário, as quais coincidem plenamente com as narrações evangélicas.

É sangue de uma pessoa fortemente traumatizada, que sofreu uma terrível flagelação com um flagrum romano, uma dolorosa coroação com um casco de espinhos, o exaustivo transporte do patibulum (a trave horizontal da Cruz), as trágicas caídas ao longo do percurso, o desgarramento produzido pelos pregos da crucifixão cravados nos pulsos e nos pés sem nenhum sustentáculo, o furo da lançada post-mortem.

Flagrum romano, açoite usado pelos algozes do Homem do Sudário
Flagrum romano, açoite usado pelos algozes do Homem do Sudário
Dessa ferida saiu sangue parcialmente coagulado e soro por separado: o “sangue e a água” descritos por São João.

Com base no estudo do Sudário alguns médicos forenses deduziram que pouco antes da morte ainda fluía sangue das feridas e que o corpo foi envolto no lençol não muito depois de duas horas e meia após a morte.

Para obter um decalque do sangre sobre o pano, como se observa no Sudário, o corpo deve ter ficado em contato com o lençol por volta de 36-40 horas.

Nesse tempo a fibrinólise, que provoca a degradação dos coágulos, deve ter tido um papel importante.

Não há vestígios de putrefação. É inexplicável como o contato entre o corpo e o lençol possa ter se interrompido sem alterar os decalques que se haviam formado.

Não há riscos ou manchas que deveriam ter sido causados pela movimentação do cadáver.

Há muitos estudos e teorias sobre o Sudário. Em sua opinião, quais são as teorias mais extravagantes?

Emanuela Marinelli: Teorias extravagantes as há e várias, e infelizmente esses absurdos fascinam muito as pessoas desavisadas, que não se informam em fontes sérias.

Houve quem lançasse a hipótese de que a imagem presente foi provocada por um raio ou um terremoto.

Há também quem sustente que foi obra de um artista, acenando até com Leonardo da Vinci, sem sequer considerar a absoluta ausência de pigmentos pictóricos sobre o pano.

Além do fato de a existência do Sudário na França estar documentada cem anos antes do nascimento de Leonardo…

Inclusive é insustentável, à luz das análises feitas diretamente sobre a mortalha, o fabrico da imagem do Sudário com um baixo-relevo aquecido e carregado de pigmentos ácidos.

Há até quem sustente que o Homem do Sudário não morreu, mas só entrou em estado de coma e, portanto, que a ressurreição de Jesus teria sido uma simples cura.

Porém, nenhum defensor desta teoria jamais se apresentou para um experimento submetendo-o às torturas sofridas pelo Homem do Sudário, inclusive com a oferta de uma câmara de reanimação que, aliás, não existia na época de Cristo.

Na sua carreira, aconteceu-lhe de entrar em polêmica para defender a objetividade de suas descobertas?

Emanuela Marinelli: Polêmicas eu tive que fazer e muitas, nas minhas conferências ou na TV, porque sempre há quem ainda negue a existência de sangue humano sobre o Sudário!

Infelizmente há os que têm respeito humano do Sudário e queiram negá-lo a todo custo, para não se sentirem obrigados a uma mudança de vida, que é a consequência natural de uma autêntica conversão.

O Sudário foi estudado centímetro por centímetro, mas existem ainda mistérios não resolvidos?

Emanuela Marinelli: O mistério mais difícil de resolver é o da origem da imagem humana. É certo que a mortalha envolveu um cadáver. Mas é igualmente certo que aquele cadáver não chegou a apodrecer no lençol.

Além do mais, e este é um fato único e inexplicável, deixou impressa uma espécie de fotografia de si próprio.

A imagem resulta de uma desidratação e oxidação do pano, sem o contributo de outras substâncias. A imagem ficou impressa no Sudário de maneira extremamente superficial: penetra só 200 nanômetros nas fibras.

No transcurso das últimas décadas tentaram-se muitas vias para explicar a imagem do Sudário com suas características peculiares. De modo especial, a superficialidade da imagem e sua ausência sob as manchas de sangre privilegiaram a hipótese de que uma explosão de luz pudesse estar na origem.

Muitas provas experimentais foram feitas com esta finalidade, com vários tipos de laser, mas só ultimamente a utilização de poderosos excimer laser com pulsações de breve duração forneceram resultados interessantes.

De fato, com excimer laser que emitem na faixa ultravioleta, foi obtida uma coração amarelada compatível com as imagens do Sudário e com suas características.

Porém, jamais saberemos como é que um cadáver pôde formar uma imagem que só se pode explicar com uma explosão de luz

Em sua opinião, em que consiste o fascínio do Sudário?

Emanuela Marinelli: Diante do Sudário tem-se a sensação de observar furtivamente através do umbral do mistério da Ressurreição de Cristo. O Sudário é o ícone da misericórdia de Deus, que entrega seu Filho pela salvação da humanidade. Aquele corpo torturado é a fotografia do amor doado, do pecado expiado, da salvação completada.

Os Sudários antes e depois da Ressurreição. O corpo saiu sem desamarrar as faixas. Foto exposição 'O homem do Sudário', em Curitiba.
O Sudário antes e depois da Ressurreição. O corpo saiu sem desamarrar as faixas.
Foto exposição 'O homem do Sudário', em Curitiba.
Ele nos tratou segundo sua misericórdia, segundo a grandeza de sua graça (Isaías 63,7). Aquele rosto tumefacto, mas sereno, garante a doçura do perdão. Não é possível ficar indiferente diante do sacrifício do Filho de Deus, testemunhado pelo Sudário com a linguagem cruenta de um documento ensangüentado.

“O maior Amor”, lema da ostensão do Sudário 2015, se refere diretamente às palavras de Jesus: “Ninguém tem um amor maior do que este: dar a vida pelos próprios amigos” (João 15,13).

O Senhor deixou a impronta indelével da sua misericórdia sobre um simples linho, frágil testemunha do evento que mudou a História.

Eis o sentido profundo do Sudário; eis, desvendado, o mistério do apelo a milhões de pessoas: o Sudário não deixa pessoas passivas, o Sudário engaja quem o observa num diálogo silencioso que muda o sentido da vida, mostrando a única força que vence a dor e a morte.

Diante do venerando Linho podemos repetir com mais força ainda as palavras da multissecular oração, bordada hoje sobre o tecido que envolve a teca do Sudário:

“Tuam Sindonem veneramur, Domine, et Tuam recolimus Passionem”, “Veneramos o Teu Sudário, ó Senhor, e meditamos na Tua Paixão”.


Video: A conservação do Sagrado Lençol e o Museu do Santo Sudário de Turim



A professora Emmanuela Marinelli fala:




O professor Bruno Barberis, diretor do Museu do Santo Sudário de Turim, explica a conservação do Sagrado Lençol:




quarta-feira, 3 de junho de 2015

Especial Corpus Christi: o hino “Ave Verum”
(“Salve, ó verdadeiro corpo”)




Na história da Igreja foram compostas muitas músicas e poesias religiosas em louvor do Santíssimo Sacramento.

Esta grande devoção teve, aliás, imenso incremento no período medieval.

Podemos então dizer que ela ‒ aperfeiçoada pela Contra-Reforma ‒ chegou até nós impregnada do perfume da Idade Média.

A presencia real de Nosso Senhor Jesus Cristo, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Sagrada Eucaristia está fundamentada nas próprias palavras de Cristo na Última Ceia: “Este é meu corpo, esta é minha sangue”.

A Fé na presença real de Cristo na Eucaristia foi professada universalmente por toda a Igreja desde sua fundação.

Só com o protestantismo que apareceram contestações, aliás mais próximas da chicana do que qualquer outra coisa. Foram sobejamente refutadas pelos Doutores e notadamente pelo Concílio de Trento.

Nos felizes tempos em que florescia a fé foram compostos vários hinos ao Santíssimo Sacramento cantados até hoje, ou, pelo menos, até que a desordem progressista não os bloqueou.

Entre esse hinos fiéis reflexos do dogma católico figura o Ave Verum em posição de destaque.

Ele cantava-se especialmente após a Consagração, quando o verdadeiro corpo de Cristo estava realmente presente no altar, pois o hino começa “Salve, ó verdadeiro corpo”.

A maioria dos autores concorda em atribuir a autoria a São Tomás de Aquino (+ 1274).

Clique aqui para ouvir (Coro da TFP americana):


Leia e ouça mais em:


segunda-feira, 25 de maio de 2015

Engenheiro em nanotecnologia: o Santo Sudário
é um testemunho mudo da Ressurreição


Video: Início da ostensão extraordinária do Santo Sudário
do dia 19 de abril até 24 de junho de 2015.





Alessandro Paolo Bramanti é especialista em engenharia eletrônica na Universidade de Pavia, Itália, onde fez o doutorado em investigação. Posteriormente doutorou-se em física da matéria na Universidade de Salento.

Ele trabalha para uma multinacional no campo da nanotecnologia, publicou numerosos trabalhos e é co-inventor de patentes internacionais em sua especialidade.

Também estudou o Santo Sudário e no ano 2010 publicou com o Dr. Daniele De Matteis o livro Sacra Sindone. Un mistero tra scienza e fede (Santo Sudário: um mistério entre ciência e fé).

Em entrevista ao jornal “La Croce”, ele argumentou em favor da afirmação de que “o homem do Santo Sudário é Jesus de Nazaré”.

Pergunta: Para muitos o Santo Sudário é uma prova da ressurreição de Cristo. O senhor é homem de ciência. Por que o Santo Sudário é tido como um milagre por muitos cientistas?

Alessandro Paolo Bramanti:  o Santo Sudário é um testemunho mudo da Ressurreição
Alessandro Paolo Bramanti:
o Santo Sudário é um testemunho mudo da Ressurreição
Alessandro Paolo Bramanti: O milagre é uma exceção às leis da natureza. E, posto que todo o mundo material deve obedecer às leis naturais sem possibilidade de ignorá-las ou modificá-las, o milagre postula uma intervenção superior, quer dizer, da parte do autor das próprias leis naturais.

A ciência é como um explorador, livre para se mover num país – o das leis naturais – que é grande, mas não infinito, porque está rodeado por um muro que ela não pode superar com suas forças.

Mas se o explorador, por causa dessa incapacidade, afirmasse que não há nada além do muro, adotaria uma conduta irracional e, em último caso, um pouco ridícula.

Consideremos o Santo Sudário. É um objeto material e, enquanto tal, obedecendo sem dúvida alguma às leis naturais… incluindo as de envelhecimento e sensibilidade ao calor, por exemplo, como infelizmente constatamos na cor amarelada do linho e nas queimaduras dos incêndios a que esteve exposto ao longo dos séculos.

Sem embargo, também está marcado por uma intervenção exterior; algo que não provém da matéria, inclusive onde os fatores materiais deixaram uma marca profunda. Essa dupla imagem sanguínea é inexplicável à luz de qualquer fenômeno físico conhecido.

Imagem holográfica do Santo Sudário
Imagem holográfica do Santo Sudário
Um corpo sem vida aparece como que “fotografado” no Santo Sudário. E sem dúvida é assim, pois apresenta os sinais do rigor mortis (rigidez da morte), excluindo qualquer hipótese de coma ou morte aparente.

Mas um corpo sem vida não pode deixar pegadas, nem sequer algo vagamente similar a isso. E em toda a natureza não há nada de comparável. Por essa razão, muitos cientistas admitem honestamente o inexplicável do Santo Sudário.

Até agora todas as tentativas de imitação do Santo Sudário resultaram em fiasco, inclusive, portanto, uma análise superficial, sendo muito interessante observar a obstinação dos céticos.

Eles caçoam da credulidade daqueles que acreditam que o Santo Sudário é autêntico, mas logo perdem muito tempo e recursos tentando fabricar um igual, só para demonstrar que é falso! Dir-se-ia que no fundo eles estão carcomidos pela dúvida.

Pergunta: Vamos aos pormenores. O Santo Sudário analisado pela engenharia …

Bramanti: Se o Sudário não é autêntico, deve ter sido feito por um falsificador experiente, desejoso de se enriquecer com o comércio de relíquias falsas. Aliás, esta é a teoria daqueles que negam a autenticidade do Santo Sudário: um fabricante imaginário de relíquias, que se mantém no anonimato por razões óbvias, forjou o objeto em sua oficina para vendê-lo logo, talvez junto com muitos outros, numa espécie de mercado negro do sagrado, fazendo acreditar que é genuíno.

Esse personagem provavelmente considerava o Sudário como sua obra-prima, a culminação de sua carreira como falsário sacrílego!

Mas o engenheiro é uma espécie de inventor especializado: sua atitude é de quem desenha e constrói aplicando as leis naturais em seu benefício...

Diante do Santo Sudário, tenta imaginar qual foi o engenhoso método de fabricação por meio do qual o falsificador conseguiu imprimir sobre o linho a imagem de um crucificado.

Especialmente o engenheiro doutorado em física, ligado ao mundo do microscópico e do nanoscópico, é motivado especialmente pela curiosidade...

Como é que a imagem do Sudário foi criada por uma mudança na estrutura das fibras têxteis?

Com quais instrumentos e através de que fenômeno físico se pode causar semelhante modificação?

No último século, abundantes estudos científicos sobre o Santo Sudário apresentaram muitas hipóteses teóricas, realizaram experimentos para denunciar sua falsidade e tentaram reproduzi-lo. Mas ninguém obteve resultados satisfatórios... A ciência reconhece-se vencida

Porém, fica sempre uma pergunta: se parece inconcebível fabricar um objeto tão refinado com o conhecimento atual, qual é a possibilidade de que tenha existido um suposto falsificador?

Pergunta: Alguns no entanto sustentam que não somos capazes de reproduzir muitas obras de arte do passado, e nem por isso se diz que sejam milagres ...

Imagem holográfica do Santo Sudário, detalhe
Imagem holográfica do Santo Sudário, detalhe
Bramanti: Há uma diferença profunda. Conhecemos bem a natureza física dessas obras de arte: elas são “simplesmente” capas de substâncias coloridas depositadas sobre o lenço, ou “simplesmente” blocos de pedra entalhada, modelada. A singularidade dessas obras é de ordem artística, não científica. Porém nós não sabemos qual é a natureza física do Santo Sudário.

Pergunta: O Santo Sudário do ponto de vista da Física ...

Bramanti: O físico considera a teoria científica que seja capaz de explicar todos os dados. Mas neste caso a ciência encontra-se na escuridão, anda às apalpadelas.

Então, só ficam duas atitudes possíveis.

Primeira. O físico adota a objeção clássica dos céticos: talvez de futuro possamos explicar a existência do Sudário de modo científico. Então constataremos que ele foi o resultado de uma combinação de elementos físicos muito pouco provável, mas inteiramente natural. Pode ser...

Este “pode ser” na mente de muitos céticos converte-se até num cômodo “sem dúvida”, com o qual eles se aferram à ilusão de ter liquidado o problema.

Segunda. O físico que considera os dados como um todo. Então percebe que o Sudário foi estudado mais do que qualquer outro objeto no mundo por um número impressionante de especialistas de diferentes disciplinas. E que todos os dados convergem para dizer que a gente está diante do autêntico lençol que envolveu a Cristo...

Neste ponto, se a mente do físico não é suficiente, ele deve assumir a mente do homem cuja capacidade supera com superioridade a mera ciência.

O homem do Santo Sudário é Jesus de Nazaré. Esse homem é o único de quem se anunciou durante mais de dois mil anos até hoje que ressuscitou.

E sua ressurreição, por tudo quanto se sabe, não foi discutida, nem logo após a sua morte. O anúncio foi feito antes [no antigo Testamento]. Isso é assim e de tal maneira, que naquela noite, no túmulo, soldados romanos fizeram guarda para evitar um simulacro de ressurreição.

O Santo Sudário de Turim leva a impronta desse homem, uma marca que fala não só de sua morte, mas também de uma misteriosa subtração à morte.

É a imagem de um cadáver que desapareceu antes de se corromper, deixando uma marca indelével. É uma imagem física única, tão única como o próprio homem.

Mas se, mesmo diante das provas, a mente humana recusa a priori a possibilidade de o Santo Sudário ser um testemunho mudo da Ressurreição, ela age por uma escolha deliberada que nada tem a ver com a ciência.


O Dr. Daniele De Matteis apresenta o livro que escreveu
com o especialista Alessandro Paolo Bramanti:



segunda-feira, 11 de maio de 2015

Concordâncias científicas entre o Sudário de Turim e o de Oviedo

O Sudário de Oviedo envolveu apenas a cabeça do Messias no momento de sua sepultura.
O Sudário de Oviedo envolveu apenas a cabeça do Messias
no momento de sua sepultura.



O Sudário de Oviedo é uma das relíquias mais importantes da Igreja Católica.

Atualmente está guardado na Câmara Santa da Catedral de Oviedo (Espanha).

Segundo a tradição, o Sudário de Oviedo é a tela marcada por manchas de sangue de um rosto masculino que correspondem ao relato da Paixão de Jesus Cristo.

Este pano envolveu apenas a cabeça do Messias no momento de sua sepultura, de acordo com as práticas hebraicas tradicionais da época, enquanto o Santo Sudário venerado em Turim cobriu a totalidade de seu corpo.

O Sudário de Oviedo não apresenta uma imagem como o de Turim, mas a primeira vista apenas está manchado de sangue e exibe algumas queimaduras de velas.

De forma retangular, ele é um dos objetos fúnebres que envolveram o Senhor, descritos por São João no Evangelho.

Esta preciosíssima peça e o Sudário de Turim teriam sido recolhidos pelo apóstolo São João, que junto com São Pedro constatou que o sepulcro de Jesus estava vazio.

Agora, estudando amostras do Sudário de Oviedo, o grupo de investigação da Universidade Católica de Murcia – UCAM, Espanha, descobriu um grão de pólen que, segundo a palinóloga Marzia Boi, é compatível com a espécie botânica Helicrysum Sp., identificada no Santo Sudário de Turim. A descoberta foi relatada com luxo de pormenores técnicos pela própria Universidade.

Ficou descartado que o pólen fosse posterior ao enterro, pois se encontra colado ao sangue. Portanto, a flor foi depositada na relíquia num momento em que o sangue ainda estava fresco, e não acrescentada em algum momento posterior da história do Sudário.

domingo, 3 de maio de 2015

O cientista descrente que se rendeu à evidência:
não há nada como o Santo Sudário!

Barrie Schwortz: era incrédulo, estudou 37 anos o Santo Sudário
e hoje tem certeza que é autêntico!



continuação do post anterior: Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário e tem certeza: é autêntico!



CWR: Ele foi esticado na cruz de maneira a deslocar os braços? Uma parte de sua barba foi arrancada?

Barrie Schwortz: A evidência forense nos diz que seus braços poderiam ter sido esticados a ponto de sofrerem uma luxação. Nós observamos que sua barba está divida ao meio, o que indica que ela poderia ter sido arrancada.

No fim, a evidência forense indica que a narração do Evangelho é uma descrição exata do que aconteceu durante a Paixão de Cristo.

CWR: Que descrição de Cristo o senhor pode nos oferecer com base em seu estudo do Sudário?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário
e hoje tem certeza: é autêntico!

Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência: o Santo Sudário é autêntico!
Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência: o Santo Sudário é autêntico!



Barrie Schwortz é uma das maiores autoridades mundiais sobre o Santo Sudário. Como técnico em fotografia, ele participou no primeiro grande exame em profundidade dessa preciosa relíquia em 1978, na equipe do famoso Shroud of Turin Research Project (STURP).

O STURP inaugurou uma longa série de análises e aprofundamentos do ponto de vista das mais variadas ciências, que revelou – aliás, continua revelando – detalhes surpreendentes e nunca antes imaginados sobre o Homem do Sudário.

A convergência dos resultados dessa imensa série de exames é tão espantosa que ficou muito difícil negar que o Homem do Sudário não seja outro que Nosso Senhor Jesus Cristo.

Barrie Schwortz é um hebreu não praticante que aceitou com relutância participar do STURP. Ele estava plenamente convencido de que o Santo Sudário era alguma fraude montada na Idade Média.

Exposição extraordinária do Santo Sudário começou no dia 19 de abril e vai durar até 24 de junho de 2015.
Exposição extraordinária do Santo Sudário começou no dia 19 de abril e vai durar até 24 de junho de 2015.
Mas após muitos anos de pesquisa e reflexão, passou a acreditar em sua autenticidade.

Preocupado com a informação imprópria veiculada pela mídia sobre o Sudário de Turim, ele criou um site onde difunde a verdadeira história da relíquia e os resultados dos testes de que ela vem sendo objeto.

Barrie Schwortz concedeu uma entrevista com valiosas informações ao Catholic World Report (CWR). Reproduzimos alguns excertos:

CWR: quais são alguns dos argumentos mais impressionantes em favor da autenticidade do Sudário?


Barrie Schwortz:

“Durante mais de 17 anos eu me recusei a aceitar que o Santo Sudário fosse autêntico”.

“Não é que uma só evidência prova a autenticidade do Sudário. Mas todo o conjunto das evidências sim, prova isso”.

“A explicação mais plausível é de que o Sudário foi usado para envolver o corpo de Jesus”.

“O Sudário é, literalmente, um documento da Paixão e da tortura que Jesus sofreu”.


Barrie Schwortz: Há 37 anos, quando fui à Itália com a equipe do STURP, eu achava que era algo falso, algum tipo de pintura medieval. Mas após apenas 10 minutos de análise, percebi que não era uma pintura.

Enquanto fotógrafo profissional, fui procurar as pinceladas. Mas não havia tinta nem pinceladas!

Durante mais de 17 anos eu me recusei a aceitar que o Santo Sudário fosse autêntico. O argumento que me fez mudar de ideia está relacionado com o sangue.

O sangue no Sudário é avermelhado. Porém, o sangue num pano de roupa, em poucas horas fica marrom ou preto.

Eu conversei pelo telefone com Alan Adler, um químico especialista em sangue, e manifestei-lhe minhas reservas. Ele ficou chocado e perguntou: “Mas você não leu o meu estudo?”

Ele havia detectado uma alta proporção de bilirrubina no Sudário, fato que explica por que o sangue ficou vermelho.

Se um homem é ferido e não bebe água, seu fígado começa a produzir bilirrubina. Isso faz com que o sangue fique vermelho para sempre.

Para mim foi como achar a última peça do quebra-cabeça. Eu não tinha mais argumentos contra.

Para Schwortz é 'um documento da Paixão e da tortura que Jesus sofreu'. Foto da exposição 'O homem do Sudário', Curitiba
Para Schwortz é 'um documento da Paixão e da tortura que Jesus sofreu'.
Foto da exposição 'O homem do Sudário', Curitiba
Essa foi a evidência final que me convenceu. Não é que uma só evidência prova a autenticidade do Sudário. Mas todo o conjunto das evidências sim, prova isso.

Um dos meus testemunhos favoritos em favor da autenticidade do Sudário é de minha mãe, que é judia. Ela veio da Polônia e só estudou na escola. Ela assistiu a uma de minhas palestras. Depois, voltando de carro para casa, após ficar em silêncio um longo tempo, eu lhe perguntei:

– Mãe, no que está pensando?

Ela respondeu:

– Barrie, é evidente que é autêntico. Eles não o teriam conservado durante 2.000 anos se não fosse.

Pela lei judia, um sudário manchado de sangue devia ser mantido no túmulo. Tirando-o dali, você de fato assumiria o risco de violar a lei.

Para mim, a explicação mais plausível sobre o Sudário, do ponto de vista da ciência e de meus fundamentos pessoais judeus, é de que o pano foi usado para envolver o corpo de Jesus.

CWR: Quais são algumas das falsidades mais comuns que se falam do Sudário?

Schwortz: Tomaria horas compor essa lista. Parece existir uma cacofonia constante de insensatez funcionando contra o Sudário.

CWR: O que é que fala o Sudário sobre os sofrimentos físicos de Cristo?

Schwortz: Ele é, literalmente, um documento da Paixão e da tortura que Jesus sofreu. Seu rosto foi duramente golpeado, está inchado sobretudo em volta dos olhos.

Eu sou fã de boxe profissional. A imagem do Sudário me lembra de um boxeador que perdeu a luta.

O homem foi severamente açoitado. Isso se observa não só nas feridas nas costas, mas podem-se ver as tiras de couro que o atingiram, envolvendo o corpo, e que bateram pela frente também.

De um ponto de vista forense, a imagem do Sudário fala mais do que as representações comuns que vemos na arte.

Ele tem um ferimento de lança no lado. Suas pernas não estão quebradas, como era geralmente o caso quando os homens eram crucificados.

Sua cabeça e o couro cabeludo estão cobertos de feridas.

Mais uma vez: na arte muitas vezes vemos a coroa de espinhos como se fosse um pequeno círculo que se assemelha a folhas de louro em torno da cabeça de Cristo. Mas isso não é realista.

Os soldados na verdade puseram um espinheiro sobre sua cabeça e o esmagaram sobre ela.

Vemos a parte externa de uma mão, indicando que os pregos não foram cravados pelo centro da palma da mão, mas uma polegada mais perto do pulso.

Isso faz sentido para um soldado romano crucificando 20 ou mais pessoas ao mesmo tempo. É o lugar perfeito para se colocar um prego que vai segurar, e então você pode passar para a sua próxima vítima.

Em relação aos pés, é impossível para nós julgar se foi usado um único prego para ambos os pés, ou se foi usado um em cada pé.

Nós temos os restos reais de duas vítimas da crucifixão, e nesses casos foram usados dois pregos, um em cada pé.



continua no próximo post: O cientista descrente que se rendeu à evidencia: não há nada como o Santo Sudário!



Barrie Schwortz narra sua experiência com o Santo Sudário
e como mudou de opinião em favor da autenticidade da sagrada mortalha:



segunda-feira, 13 de abril de 2015

Amazônia: estonteante dependência do Saara criada por Deus

Poeira fertilizante do Saara todo ano passa por cima do Atlântico e sustenta a vida na Amazônia e no Caribe
Poeira fertilizante do Saara todo ano passa por cima do Atlântico e sustenta a vida na Amazônia e no Caribe



A Amazônia é a maior floresta tropical úmida da Terra. E o Saara é o maior e mais quente deserto do mundo.

Na aparência, nada de mais diverso e sem relação um com outro. Uma imensa selva verde úmida no coração da América do Sul, e um infindável areal, composto de poeira e pedra, onde sopram ventos ardentes no norte da África.

Porém, se, por ventura, os dois estivessem vitalmente unidos? Se o mais pleno de vida dependesse do mais morto para sobreviver, quem ou o quê poderia ter criado essa inter-relação?

Por certo, uma interdependência tão profunda foge à imaginação do homem e a qualquer instrumentalização ou fabrico também humano.

Também fugiria às regras da teoria da evolução de Darwin, segundo o qual tudo o que há procede de uma realidade pré-existente, e essa de outra, por uma série intérmina e jamais demonstrada de mutações atribuíveis ao azar e à necessidade.

Há, porém, um fenômeno que envolve ventos e minérios sem vida e que sustenta a vida vegetal e animal na maior floresta tropical úmida do planeta.

domingo, 29 de março de 2015

Semana Santa: acompanhando a Paixão de Cristo




A Via Sacra ‒ também conhecida como Via Crucis, Estações da Cruz ou Via Dolorosa ‒ é uma devoção que consiste numa peregrinação feita em oração e ajudada por uma série de quadros ou imagens que representam cenas da Paixão de Cristo.

A Via Sacra mais conhecida hoje é a rezada no Coliseu de Roma, na Sexta-Feira santa, com a participação do próprio Papa.

As imagens representando as cenas da Paixão podem ser de pedra, madeira ou metal, pinturas ou gravuras.

Elas estão dispostas a intervalos nas paredes ou nas colunas da igreja.

Mas, às vezes podem se encontrar ao ar livre, especialmente nas estradas que conduzem a uma igreja ou santuário.

Uma Via Sacra muito conhecida é a do santuário de Lourdes, França.

Nos mosteiros as imagens são muitas vezes colocadas nos claustros.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Davi, Salomão e seus reinados:
existências confirmadas arqueologicamente

Davi, marfim alemão do século XII. Cloisters Museum, NYC
Davi, marfim alemão do século XII. Cloisters Museum, NYC.



Com frequência ouve-se dizer que a Bíblia e os Evangelhos, seus acontecimentos e personagens são fruto da fantasia. Ou simples construções alegóricas ou mitológicas em que os antigos teriam condensado suas experiências.

Chega-se a dizer até que Nosso Senhor Jesus Cristo como é apresentado nos Evangelhos não existiu. Teria sido no máximo um homem cuja figura teria sido elaborada por comunidades populares de base oprimidas pelo imperialismo romano.

Segundo essa visualização, os livros sagrados não são obviamente sagrados, mas meras coletâneas de fábulas.

No entanto, tudo isso não passa de alegação antirreligiosa. Além do valor intrínseco do Antigo e do Novo Testamento, são inúmeros os dados históricos e científicos que falam em favor da fidelidade dos Livros Sagrados à História.

Em nosso blog estamos continuamente publicando as mais recentes descobertas que chegam até nós por meio de fontes científicas respeitáveis.

Mais recentemente, uma equipe de arqueólogos da Mississippi State University (MSU) trouxeram à luz um conjunto de seis selos de terracota encontrados numa pequena localidade de Israel, os quais provam a existência histórica dos reis Davi e Salomão.

Os achados desfazem as alegações – essas sim, quiméricas e sem fundamento – de que os dois reis não seriam senão figuras alegóricas, e que o reino deles não existiu, pelo menos no tempo e na região mencionados na Bíblia.

Sobre os dos reis profetas, lemos no Antigo Testamento:

segunda-feira, 9 de março de 2015

Descoberta traz à tona o trágico fim de Herodes,
o rei que mandou matar os Santos Inocentes

Herodes ordena o massacre dos Santos Inocentes. Matteo di Giovanni, Galleria Nazionale di Capodimonte.
Herodes ordena o massacre dos Santos Inocentes.
Matteo di Giovanni, Galleria Nazionale di Capodimonte.



O rei Herodes, o Grande (73 a.C. aprox. — primeiros anos da era cristã), passou para a História como um das figuras mais relevantes da vida judaica na transição do Antigo para o Novo Testamento.

Deve-se a ele a restauração do Segundo Templo de Jerusalém e muitas obras arquitetônicas de grande fôlego em Israel.

Porém, ele foi responsável por crimes espantosos, entre os quais o massacre dos santos inocentes em Belém. Através desse mosticínio ele tentou matar o Menino Jesus, o Messias prometido, que os Reis Magos foram adorar, segundo o Evangelho de São Mateus (Mt 2,13-18).

13. um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar.

14. José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito.

15. Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Eu chamei do Egito meu filho (Os 11,1).

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Achado o local do julgamento de Jesus, o pretório de Pilatos?

Neste complexo hoje soterrado poderia ter acontecido o julgamento de Jesus, segundo os arqueólogos  (Foto: Oded Antman, Ministério israelense de Turismo).
Neste complexo hoje soterrado poderia ter acontecido o julgamento de Jesus,
segundo os arqueólogos  (Foto: Oded Antman, Ministério israelense de Turismo).



Há 15 anos começaram obras para expandir o museu da Torre de David, em Jerusalém.

A Torre de David é a cidadela defensiva da cidade de Jerusalém próxima da Porta de Jaffa, na parte antiga da cidade.

Apesar de seu nome, a atual Torre é de origem cruzada e otomana, de séculos bem posteriores, portanto.

Ela foi erigida sobre antigas fortificações das eras dos reis hasmóneos e herodianos, dos Cruzados e de árabes-maometanos. No período da ocupação turca e britânica, a Torre foi usada como prisão.

Ela e as fortificações predecessoras foram construídas no local onde no tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo estava o Palácio de Herodes, o segundo maior prédio da cidade após o Templo.

No início da era cristã, os romanos haviam instalado suas autoridades em pelo menos uma parte do enorme palácio.

E sabia-se que ali estava o pretório de Pilatos e as instalações onde se realizou o mais famoso e injusto julgamento da História: o do Divino Redentor.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O milagre do sorriso de Nossa Senhora
no rosto de Santa Bernadette



Se aproximando a festa de Nossa Senhora de Lourdes (11 de fevereiro) publicamos o comovedor relato de um milagre de Santa Bernadette, tirado do blog "Lourdes e suas aparições" (O milagre do sorriso de Nossa Senhora no rosto de Santa Bernadette):

Um dia, um sacerdote se aproximou de nós diante de Grota e nos mostrou um velho no meio da multidão.

Ele estava piedosamente ajoelhado e rezava com os braços em cruz.

“Interrogai-o, disse o sacerdote, nós o chamamos de ‘o miraculado do sorriso da Virgem”.

Nós nos aproximamos do peregrino, e ele com o melhor charme do mundo, nos contou sua história.

Ele era o conde de Bruissard, e efetivamente ele vira o sorriso da Virgem, da mesma maneira que nós vemos o reflexo do sol num lago de águas puras e tranquilas.

Ele o viu refletido no rosto transfigurado de Santa Bernadette.

Eis o que ele nos contou:

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O “computador de Arquimedes”:
lição para a ufania da modernidade

Computador de Arquimedes réplica científica do século XX
Computador de Arquimedes: réplica científica do século XX

No ano de 1900, um mergulhador resgatou do fundo do Mediterrâneo um aparelho estranho que se encontrava entre muitas obras de arte gregas dos séculos I e II antes de Cristo.

O achado ocorreu na Ilha de Anticitera, na Grécia, tendo sido feito por um simples coletor de esponjas marítimas de nome Elias Stadiatos. Ele desceu sem equipamento algum, como era costume, e voltou dizendo que tinha encontrado corpos desfeitos, cabeças e braços arrancados, cavalos mutilados.

Julgando-o tonto devido à falta de oxigênio, ou até bêbado, o capitã Dimitrios Kondos desceu até o local. E voltou dizendo que Elias não só não estava errado, mas que havia muito mais coisas: lançadores de discos, efebos de mármore, estátuas de bronze e ânforas de cerâmica.

Certamente era um tesouro transportado outrora por um navio cujos restos desfeitos ainda podiam ser identificados.

Tratava-se na verdade de um dos mais importantes naufrágios da História. Era um navio que levava um tesouro com joias e esculturas que hoje estão nos museus.

Após estudarem as moedas que faziam parte do tesouro, os arqueólogos calcularam que o navio afundou entre os anos 85 e 60 a. C.

Ele foi um dos maiores da época e não se sabe bem por que naufragou. Talvez devido a uma tempestade, ou por sobrecarga de riquezas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Boas notícias do espaço: descoberto “muro invisível”
que protege a Terra contra radiação letal

Ilustração didática da atividade dos anéis de Van Allen
Ilustração didática da atividade dos anéis de Van Allen


Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

Os satélites detectaram um campo de força invisível e impenetrável, a cerca de 11 mil km da superfície da Terra, que protege nosso planeta de doses letais de radiação. O anúncio foi noticiado por Salvador Nogueira blogueiro da Folha de S.Paulo.

As sondas Van Allen foram lançadas em agosto de 2012 com o objetivo estudar os ‘cinturões de Van Allen’, dois anéis de radiação resultantes da interação do campo magnético terrestre com as partículas emanadas constantemente do Sol.

Os dois cinturões, aliás, foram a primeira descoberta da era espacial, feita em 1958 pelo cientista americano James Van Allen, da Universidade de Iowa.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

26 catedráticos espanhóis: o “ateísmo científico”
não tem base na ciência



Vinte e seis professores catedráticos de diversas áreas da Ciência, que lecionam ou trabalham em 14 universidades espanholas, publicaram um livro para rebater a suposta incompatibilidade entre a Religião e a Ciência, espalhada por alguns “cientistas materialistas”, informou a agência Infocatólica.

O livro veio à luz uma semana após o cientista Stephen Hawking defender que não acredita em Deus, nem na sua existência, e nem mesmo numa necessidade matemática de um Deus criador do universo, como afirmava outrora.

A declaração de Hawking teve certa repercussão, pois ele ganhou notoriedade sustentando uma espécie de necessidade da existência de Deus derivada das equações do Universo.

A hipótese de Hawking era digna de consideração. E foi muito bem recebida nos ambientes mais científicos, menos defensores da fé e do catolicismo. Agora, porém, Hawking decepcionou a todos eles.

Entre os autores do novo livro que põem as coisas em seu lugar, encontra-se o Prof. David Jou, catedrático de Física da Matéria Condensada na Universidade de Barcelona.

Aliás, ele é tradutor para o espanhol da obra de Hawking, tendo prefaciado todas as obras publicadas até hoje pelo cientista que agora adotou o ateísmo.

O livro “60 preguntas sobre ciencia y fe respondidas por 26 profesores de universidad” (“60 perguntas sobre ciência e fé respondidas por 26 professores universitários”) foi editado pela Editorial Stella Maris.

Os especialistas espanhóis sustentam que o conhecimento científico atual fornece dados que “analisados sem interpretações materialistas e ateias”, não são “de maneira alguma incompatíveis com a doutrina cristã”.