segunda-feira, 25 de abril de 2016

A mais antiga imagem de Cristo e de sua Paixão
achada na Jordânia

Poderia ser a mais antiga representação de Nosso Senhor coroado de espinhos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





O descobridor e dono dos códices de bronze é Hassan Saida, um caminhoneiro beduíno que vive na aldeia árabe de Umm Al-Ghanim, Shibli.

Ele se negou a vender as peças e só cedeu amostras para que sejam analisadas no exterior.

Entretanto, há toda uma disputa pela propriedade e posse dos livros. O dono alega que pertencem à sua família há um século, fato contestado por outros, segundo “The Telegraph”.

O governo jordaniano apoia as investigações porque, segundo Ziad al-Saad, diretor do Departamento Jordaniano de Antiguidades, os códices “realmente se comparam, e até são mais significativos que os rolos do Mar Morto”.

E acrescenta que podem constituir “a mais importante descoberta na história da arqueologia”.

Enquanto que os rolos do Mar Morto foram feitos em pergaminho ou papiro e contêm as mais recentes versões dos livros da Bíblia e outros textos no formato tradicional dos escritos judaicos, isto é rolos, estes códices estão organizados como livros, forma associada com o cristianismo nascente.

Amostras dos livros que estão sendo estudados
Ziad al-Saad acredita que os autores foram seguidores de Nosso Senhor Jesus Cristo que trabalharam poucas décadas depois da crucificação.

Então, o rosto reproduzido seria bem a Sagrada Face de Jesus Cristo coroado de espinhos feita por um contemporâneo do Redentor.

As partes escritas estão criptografadas em caracteres hebreus e gregos antigos para serem indecifráveis, segundo o “Daily Mail”.

Uma das imagens mais impressionantes apresenta um homem na força da vitalidade, cabelo solto e cacheado, levando na cabeça aquilo que parece ser uma coroa de espinhos.

A palmeira simbolizaria a Casa de David
Esta imagem extraordinária seria a mais antiga reprodução do rosto de Nosso Senhor Jesus Cristo.

Ela talvez foi feita por alguém que o conheceu ou o viu pessoalmente.

A imagem tem relevo dando a impressão tridimensional de uma cabeça humana, que um lado é apresentada pela frente e do outro por trás.

Em volta dos dois lados há inscrições criptografadas.

Mas uma parece conter as palavras “Salvador de Israel”, uma das poucas inscrições até agora decifradas.

Uma palmeira parece simbolizar a Casa de David ‒ a Casa Real de Israel de quem Nosso Senhor era legítimo chefe, portanto, rei de Israel por direito ‒ acompanhada por linhas que formam cruzes.

Sucessivas estrelas representariam a Árvore de Jessé – ou seja, a árvore genealógica de Cristo.

Jesus Coroado de espinhos, basílica medieval,
Bruges, Bélgica
A Dra. Margaret Barker, ex-presidente da Sociedade de Estudos sobre o Antigo Testamento, apontou que o judaísmo proíbe as imagens com feições humanas.

Os livros, portanto, só poderiam ser cristãos.

David Feather, especialista em metalurgia e nos rolos do Mar Morto propôs que amostras dos livros fossem examinadas pela Universidade de Oxford.

As amostras também foram analisadas pelo Swiss National Materials Laboratory, de Dubendorf, Suíça.

Os resultados dos dois laboratórios concordam em que a época de fabrico dos livros metálicos remonta ao período romano e foram trabalhados na área do Mediterrâneo.

Uma peça de couro encontrada junto com os livros metálicos foi submetida aos testes de datação de carbono.

Estes apontaram uma idade de pouco menos de 2.000 anos. Desta maneira, proviriam de uma época muito vizinha à pregação de Nosso Senhor Jesus Cristo.



segunda-feira, 11 de abril de 2016

Livros de bronze conteriam a mais antiga
representação de Nosso Senhor Jesus Cristo na Paixão

Aspecto de um dos livros em análise
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do catolicismo.

Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.

A cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.

Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.

A gruta onde teriam sido encontrados
No local teriam se refugiado os primeiros cristãos de Jerusalém no ano 70 d.C. durante a destruição da cidade pelas legiões de Tito que afogaram no sangue uma revolução de judeus que queriam a independência.

Cumprira-se então a profecia de Nosso Senhor relativa à destruição de Jerusalém deicida e à dispersão do povo judaico.

Segundo o “Daily Mail” os acadêmicos que estão convencidos da autenticidade dos livros julgam que é uma descoberta tão importante quanto a dos rolos do Mar Morto em 1947.

Neles, há imagens, símbolos e textos que se referem a Nosso Senhor Jesus Cristo e sua Paixão.

David Elkington, especialista britânico em arqueologia e história religiosa antiga, foi um dos poucos que examinaram os livros. Para ele tratar-se-ia de uma das maiores descobertas da história do Cristianismo.

“É uma coisa de cortar a respiração pensar que nós encontramos estes objetos deixados pelos primeiros santos da Igreja”, disse ele.

São Simeão, bispo de Jerusalém
Com efeito, na época da desastrosa rebelião judaica, o bispo de Jerusalém era São Simeão, filho de Cleofás ‒ irmão de São José ‒ e de uma irmã de Nossa Senhora.

Por isso, São Simeão era primo-irmão de Nosso Senhor Jesus Cristo e pertencia à linhagem real de David.

Ele recebeu o Espírito Santo em Pentecostes. Quando o apóstolo Santiago o menor ‒ primeiro bispo de Jerusalém ‒ foi assassinado pelos judeus que continuavam seguidores da Sinagoga rompida com seu passado, os Apóstolos que ficaram escolheram Simeão como sucessor.

Os primeiros católicos ‒ naquela época não tinham aparecido heresias e todos os cristãos eram católicos ‒ lembravam com fidelidade o anúncio de Nosso Senhor que Jerusalém seria destruída e o Templo arrasado. Porém, não sabiam a data.

O santo bispo foi alertado pelo Céu da iminência do desastre e de que deveriam abandonar a cidade sem demora.

São Simeão conduziu os primeiros cristãos à cidade de Pella, na atual Jordânia, como narra Eusébio de Cesárea, Padre da Igreja.

Após o arrasamento do Templo, São Simeão voltou com os cristãos que se restabeleceram sobre as ruínas. O fato favoreceu o florescimento da Igreja e a conversão de numerosos judeus pelos milagres operados pelos santos.

Os livros geraram muita disputa
Começou a se reconstituir assim uma comunidade de judeus fiéis à plenitude do Antigo Testamento e ao Messias Redentor aguardado pelos Patriarcas e anunciado pelos Profetas.

Porém, o imperador romano Adriano mandou arrasar os escombros da cidade, e seus sucessores pagãos Vespasiano e Domiciano mandaram matar a todos os descendentes de David.

São Simeão fugiu. Mas, durante a perseguição de Trajano foi crucificado e martirizado pelo governador romano Ático. São Simeão recebeu com fidalguia o martírio quando tinha 120 anos. Cfr. ACI Digital.

Emociona pensar que esses heróicos católicos judeus tenham deixado para a posteridade o testemunho de sua fé inscrito em livros tão trabalhados.

O fato aponta também para a unicidade da Igreja Católica.

Philip Davies, professor emérito de Estudos Bíblicos da Universidade de Sheffield, disse ser evidente a origem cristã dos livros que incluem um mapa da cidade de Jerusalém.

No mapa é representada o que parece ser a balaustrada do Templo, mencionada nas Escrituras e que desapareceu quando as tropas romanas arrasaram o Templo no século I.

“Assim que eu vi fiquei estupefato”, disse.

“O que me impressionou foi ver uma imagem evidentemente cristã. Há uma cruz na frente e, detrás dela há o que deve ser o sepulcro de Jesus, quer dizer uma pequena construção com uma abertura, e mais no fundo ainda os muros de uma cidade”.

“Em outras páginas destes livros também há representações de muralhas que quase certamente reproduzem as de Jerusalém. E há uma crucificação cristã acontecendo fora dos muros da cidade”, acrescentou.


segunda-feira, 28 de março de 2016

A autopsia do Santo Sudário concorda com os Evangelhos

Santo Sudário: montagem tridimensional por Thierry Castex
Santo Sudário: montagem tridimensional por Thierry Castex
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



Na Universidade de Milão, conhecida também como la Statale, o Prof. Giampietro Farronato leciona Ortodontia.

À frente de uma equipe de especialistas – que incluiu Bruno Barberis, Louis Fabrizio Rodella, John Pierucci Labanca; Mauro, Alessandra e Massimo Majorana Boccaletti – o professor fez uma autopsia do Santo Sudário.

O resultado do trabalho foi publicado num livro rico e intrigante: “Autopsia do Homem do Sudário”, editado por Elledici (Leumann, Turim, 2015), apresentado na igreja de San Gottardo em Corte, no evento “Escola Catedral” promovido pela confraria-empresa responsável há séculos pela manutenção da catedral de Milão.

O Prof. Farronato, em entrevista concedida ao jornalista Marco Respinti, declarou que “a medicina forense ainda não havia dito tudo sobre o caso. Então nós decidimos agir”.

A medicina forense analisa os sinais que podem ser encontrados no corpo ou no cadáver, para que depois a polícia e o juiz ajam com base no laudo médico legal.

O Professor prossegue: “A ideia de realizarmos um estudo anatômico profundo do Sudário remonta a uns três anos, a partir de fotografias tomadas por Secondo Pia em 1898 e os resultados dos estudiosos que vieram antes de nós”.

Indagado sobre a ideia que ele e sua equipe fizeram do crime, o Prof. Farronato respondeu:

“Obviamente o cenário do assassinato não existe mais. Nós investigamos o crime apenas através das marcas deixadas no cadáver. O que hoje é muito.

quinta-feira, 24 de março de 2016

A Paixão de Cristo revive na Paixão da Igreja





Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus, mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”, de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gazes.

Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.

A História narra os inúmeros dramas que a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana sofreu nos vinte séculos de sua existência.

Oposições que germinaram fora dEla, e de fora mesmo tentaram destruí-La.

Tumores formados dentro dEla, extirpados, contudo, pela própria Esposa de Cristo; mas que, já então de fora para dentro, tentaram destruí-la com ferocidade.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Toda a verdade sobre o Santo Sudário de Turim

Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



O Santo Sudário de Turim: nenhum objeto de uso humano habitual foi de tal maneira analisado pela ciência.

E os resultados estão sendo impressionantes.

E continuarão a sê-los na medida em que prossigam os estudos em andamento, que venham a ser abertos outros inquéritos científicos, que venham a ser inventadas novas tecnologias mais exigentes e que forneçam dados mais apurados.

A Igreja e a Fé não têm nada a temer, e têm tudo a estimular à ciência e à tecnologia honestamente trabalhadas.

O interesse despertado em todo o mundo pelo Santo Sudário não só pela Fé, mas também pelas descobertas feitas nele pelas diversas ciências aplicadas, se reflete no interesse pelos posts publicados no nosso humilde blog.

O interesse dos leitores superou nossas forças, graças a Deus. Continuaremos, em toda a medida que possamos publicando matérias a respeito.

Dada a grande quantidade de post publicados sobre o Santo Sudário, nós mesmos experimentamos a dificuldade de formar uma visão de conjunto ou de localizar algum ponto específico.

Por isso, decidimos renuir e ordenar numa só página todos os posts sobre a mais venerável relíquia da Cristandade até agora publicados, e que com o auxílio de Nossa Senhora ainda venhamos a publicar.

Essa página fica aberta a nossos benevolentes leitores.

Para facilitar o acesso, elencamos a continuação os títulos principais dessa página com os respectivos links.

Que a todos seja de utilidade espiritual, mas também intelectual.

E se alguém sentir um movimento de agradecimento, por favor não deixe de elevar a sua oração preferida a Nossa Senhora, a Seu Divino Filho, santo ou alma escolhida, por todos aqueles que tornaram realidade este projeto.

                                                                                                      Em Jesus e Maria
                                                                                                                                                   Luis


Santo Sudário: as primeiras surpresas e constatações

Inscrição em aramaico no Santo Sudário seria anterior ao ano 70 d.C.

Probabilidade de o Santo Sudário ser falso: uma em 225 bilhões!

“Tudo coincide perfeitamente com os Evangelhos”

Santo Sudário: inexplicável imagem tridimensional― Inviabilizada a conjetura de falsificação

Engenheiro em nanotecnologia: o Santo Sudário é um testemunho mudo da Ressurreição

O enigma que desconcerta a ciência

Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário e hoje tem certeza: é autêntico!

O cientista descrente que se rendeu à evidência: não há nada como o Santo Sudário!

Professor faz Crucificado seguindo os dados do Santo Sudário

A autopsia do Santo Sudário concorda com os Evangelhos

Cientistas desmontam artifício para “provar” que o Santo Sudário não é autêntico

No resgate do Santo Sudário, um milagre em meio às chamas

Fotos tridimensionais aumentam certeza de que o Santo Sudário envolveu a Nosso Senhor

O Santo Sudário em três dimensões

Para ciência de ponta é impossível reproduzir o Santo Sudário

Santo Sudário: as ciências diante do humanamente inexplicável

Médico espanhol: não acredita no Santo Sudário quem não quer mudar de vida

A Santa túnica de Argenteuil comparada por um cientista com o Santo Sudário

O Santo Sudário comparado com o Véu da Verônica

O Santo Sudário e o Véu da Verônica: falam os cientistas

As chagas impressas no Santo Sudário de Turim

Descobertas da botânica no Santo Sudário

Unguentos e polens no Santo Sudário falam de um enterro próprio a um rei

Flores no Santo Sudário só poderiam ter sido colhidas em Jerusalém na época da Crucifixão

Mais modernos testes concluem que o Santo Sudário é do tempo de Jesus Cristo

Cientistas querem teste sério de carbono 14

Sobre o contestado teste do carbono 14

Novos livros confirmam a impropriedade dos testes de Carbono 14

Os templários veneravam o Santo Sudário e por isso foram difamados, diz historiadora do Arquivo Secreto Vaticano

O Santo Sudário à luz da ciência histórica e das críticas adversas

Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo “envolveram a mesma pessoa”, concluiu inquérito

Para matemático, chance de o Santo Sudário não ser verdadeiro é de uma em 200 bilhões

Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (1)

Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (2)


segunda-feira, 14 de março de 2016

O túmulo dos Santos Macabeus, símbolo das reações nos momentos em que parece tudo perdido

Conhecido como 'Pilar de Absalão', o monumento ajuda
a se fazer uma ideia de como foi o mausoléu dos Macabeus.
O Pilar marca o local da morte do filho revoltado do rei Davi
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




continuação do post anterior: A perspectiva de ter achado o túmulo dos Santos Macabeus reacende as esperanças



A porta-voz da Autoridade das Antiguidades de Israel, Yoli Shwartz, explicou que “foram descobertos jazigos magníficos na base da estrutura.

“O entusiasmo foi muito intenso e o arqueólogo Clermont-Ganneau até escreveu um documento afirmando: ‘não há margem de dúvidas. Encontrei a Tumba dos Macabeus, e o túnel aberto contém as cinzas de Matatias... As ruínas da tumba correspondem perfeitamente ao Túmulo dos Macabeus segundo é descrito nas fontes históricas’.

“Porém, ele fez uma restrição: ‘é possível que esta estrutura tenha sido construída pelos cristãos para comemorar o local do enterro dos Santos Macabeus, pois eles eram considerados santos pelo cristianismo.

“‘Pode ser que no futuro se encontrem provas inequívocas apontando que este é o local onde foram sepultados os Macabeu’”.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Perspectiva de achar o túmulo dos Santos Macabeus reacende esperanças

Cruz no mosaico do chão aponta que o monumento  foi local de culto cristão nos primeiros séculos depois de Cristo
Cruz no mosaico do chão aponta que o monumento
foi local de culto cristão nos primeiros séculos depois de Cristo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




continuação do post anterior: O túmulo dos Macabeus, santos heróis do Antigo Testamento.



O mausoléu – que bem pode ser o túmulo dos Macabeus, a heroica família que liderou a resistência militar, religiosa e cultural contra a invasão pagã no século II a. C. – está em “um local maravilhoso, belíssimo” explicou Re’em, diretor israelense das escavações, à FoxNews.

“Nós trouxemos de novo à luz a câmara da tumba e o mosaico com a decoração da cruz”, explicou.

O arqueólogo judeu lembrou que os Macabeus tiveram uma posição de honra no início do Cristianismo, o que explica a presença da cruz. E essa presença continua até hoje, pois os Macabeus são comemorados pela Igreja Católica como santos e seus nomes estão inscritos no Martirológio Romano.

Ele considera que os primeiros cristãos podem ter consagrado o túmulo ao culto católico, teoria que já havia sido avançada por Clermont-Ganneau.

Re’em reconhece, porém, que as provas arqueológicas não são inteiramente suficientes para afirmar categoricamente que se trata do túmulo dos Macabeus.

“Nós estamos procurando, estamos buscando a prova categórica (“the smoking gun”) que nos permitirá afirmar de cheio que este é o Túmulo dos Macabeus”, disse.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O túmulo dos Macabeus, santos heróis do Antigo Testamento

O monumento conhecido como 'Túmulo de Zacarias',  no Monte das Oliveiras, Jerusalém,  permite imaginar como foi o mausoléu dos Macabeus
O monumento conhecido como 'Túmulo de Zacarias',
no Monte das Oliveiras, Jerusalém,
permite imaginar como foi o mausoléu dos Macabeus
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Um grande mausoléu foi posto à luz do sol em Israel. Ele bem pode ser o túmulo dos Macabeus, a heroica família que liderou uma extraordinária reação militar, religiosa e cultural contra a invasão também militar, cultural e religiosa macedônia e grega no século II a. C.

Essa epopeia está descrita nos livros I Macabeus e II Macabeus, do Antigo Testamento. 

Uma equipe de arqueólogos da Autoridade das Antiguidades de Israel, órgão oficial encarregado dos bens e lugares arqueológicos do país, em conjunto com habitantes do local, trabalha há anos na área onde, segundo a tradição, foram enterrados os heróis bíblicos.

O sítio fica a 19 milhas na direção noroeste de Jerusalém, perto da aldeia árabe de Al-Midya, cujo nome é semelhante a Modi’in, e por isso atraiu os arqueólogos no século anterior.

É a localidade mencionada na Bíblia:
“Jônatas e Simão levaram Judas, seu irmão, e enterraram-no no sepulcro de seus pais em Modin. (I Macabeus 9, 19)” e “a sepultura que ele construiu em Modin e que existe ainda hoje” (I Macabeus 13, 30)”.

Quem iniciou a resistência família foi Matatias, que teve cinco filhos. A família dos Macabeus fazia parte da elite social local e Matatias era sacerdote.

A referência ao túmulo também se encontra no livro Antiguidades Judaicas, do historiador hebreu Flávio Josefo (37/38 — 100 d.C.)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Médico espanhol: não acredita no Santo Sudário
quem não quer mudar de vida

Primeiro plano: Cristo jazente segundo reconstituição do professor Juan Manuel Miñarro. Fundo: o Santo Sudário.
Primeiro plano: Cristo jazente segundo reconstituição do professor Juan Manuel Miñarro.
Fundo: o Santo Sudário.
Veja também: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs





Em maio de 2015, a agência Zenit entrevistou ao Dr. Juan Francisco Sánchez Espinosa, presidente da Comissão de Sanidade das Cortes [Legislativo regional] de Castela-La Mancha. Este médico espanhol pertence à Sociedade Espanhola de Sindonologia, que estuda o Santo Sudário.

Há vários anos, ele faz palestras sobre esse tecido inigualável da Cristandade. Eis os principais pontos:

ZENIT: O que é o Santo Sudário?

Dr. Juan Francisco Sánchez Espinosa: É um lençol funerário. Alguns afirmam que a sua origem remonta ao século I antes ou depois de Cristo, pelo tipo de estrutura que ele tem.

O vocábulo grego “síndon”, que significa tecido, originou a palavra atual com que chamamos o Santo Sudário, a “Síndone” de Turim. E a sindonologia é o estudo desse tecido tão singular para toda a cristandade.

Dr. Sánchez Espinosa, presidente da Comissão de Sanidade
do Legislativo regional de Castela-La Mancha, Espanha,
membro da Sociedade Espanhola de Sindonologia.
ZENIT: O que podemos ver na Síndone?

Dr. Sánchez Espinosa: Vemos uma imagem dorsal e frontal de um homem que foi morto mediante a crucificação.

Vemos múltiplas feridas disseminadas por todo o tórax, pelo abdome, pelos membros superiores e inferiores, do que parecem açoites; lesões na cabeça, mais de 600 feridas. E também feridas de transfixação nos pulsos e nos pés.

ZENIT: Como o senhor descreveria a imagem que podemos ver na Síndone?

Dr. Sánchez Espinosa: Você precisa estar a mais de um metro e meio de distância para conseguir visualizá-la. Não se sabe onde começa e onde acaba.

É uma imagem que se formou na superfície do linho de 4 ou 5 micras de profundidade por uma desidratação da celulose do linho.

Não existe nenhum resto de pigmento, como foi demonstrado em um dos exames feitos em 1978.

É algo extraordinário, porque, com toda a tecnologia do século XXI, não somos capazes de saber realmente como a imagem se formou.

Alguns falam dela como a imagem impossível, porque não tem explicação científica.

ZENIT: Também aparecem restos de sangue no Santo Sudário, não é?

Dr. Sánchez Espinosa: É curioso que o sangue seja prévio à formação da imagem. E é curiosíssimo porque algumas partes do tecido foram raspadas e ficou comprovado que não há imagem.

Então podemos concluir que a imagem se formaria depois do sangue incrustado no tecido. O que sabemos é que se trata de sangue do grupo AB.

Mais ou menos 16% da população semítica ou hebraica tem esse tipo de sangue. E, curiosamente, o sangue detectado no Santo Sudário de Oviedo também é do grupo AB.

Um detalhe importante é que, no sangue, aparece uma grande quantidade de bilirrubina; e isso acontece quando a morte é causada por muito estresse.

ZENIT: Por que o Santo Sudário é um “negativo fotográfico”?

Dr. Sánchez Espinosa: O primeiro que notou foi o fotógrafo italiano Secondo Pia, em 1898.

Alguns estudos dizem que essa imagem pôde surgir por causa de uma radiação ortogonal; ou seja, que sai verticalmente do corpo e produz a imagem. É como se o corpo tivesse emitido uma radiação; mas, realmente, não se sabe exatamente como aconteceu.

ZENIT: Em 1988, foi feito o exame de carbono 14 e alguns opinam que o resultado não é determinante para precisar a idade do tecido. Por quê?

Dr. Sánchez Espinosa: Essa prova tem uma confiabilidade de 67% e a única coisa que ela faz é medir o número de átomos de carbono 14 que existem nesse organismo. O carbono é gerado pelos raios cósmicos que formam o nitrogênio.

Deram quatro mostras do Sudário, mas todas cortadas do mesmo pedaço. E era o pedaço que foi chamado de “remendo fantasma”, porque nele existem misturas.

Isso é um erro de metodologia, porque o lógico teria sido pegar vários pedaços de diferentes partes do Santo Sudário.

Quando se diz que a Síndone é da Idade Média, é porque nas mostras que foram dadas às universidades que a estudaram havia tecido medieval mesclado com o tecido original. É o que acabou sendo chamado de “entretecido francês”, que é algodão tingido.

ZENIT: Que aspectos da imagem o senhor ressaltaria do ponto de vista médico?

Dr. Sánchez Espinosa: É uma imagem que me diz o tipo de morte que aquele homem sofreu; que ele teve um sofrimento brutal, que sofreu perfuração nos pulsos e nos pés.

Isso tem que ter causado uma dor horrorosa, porque, provavelmente, atingiu o nervo mediano; por isso o dedo polegar ficou puxado para dentro.

As costas de Jesus Cristo após a Flagelação, segundo o Santo Sudário.
Trabalho do professor Juan Manuel Miñarro.
Veja: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário
Também há mais de 600 lesões que devem ter causado no homem do Santo Sudário um sangramento descomunal, com uma perda de sangue muito grande.

Há lesões de chicotadas compatíveis com o “flagrum taxilatum”, que era uma espécie de chicote formado por tiras de couro terminadas nos chamados “taxil”, formados por pedaços de ossos ou de chumbo que se cravavam na carne.

De fato, há pedaços de músculo que foram recolhidos do Sudário, na altura das costas da imagem. Deve ter sido um espancamento selvagem. Esse tipo de tortura podia destroçar a musculatura intercostal, lesionar órgãos internos, etc.

ZENIT: Alguns estudiosos falam do pólen como prova de que o Sudário veio de Jerusalém, não é?

Dr. Sánchez Espinosa: Sim, porque, nos estudos, foi descoberto que muitas mostras de pólen que ficaram no tecido vêm da área de Jerusalém.

Concretamente, quatro ou cinco espécies que são próprias da região do Mar Morto e de Jerusalém.

Alguns pesquisadores judeus da Universidade Hebraica de Jerusalém, como Uri Baruh, concluíram que o Santo Sudário esteve em Jerusalém: na primavera e aproximadamente 2000 anos atrás.

ZENIT: O Santo Sudário é um milagre?

Dr. Sánchez Espinosa: Para mim, sim, é um milagre. Eu acredito que Deus deixa rastros neste mundo e um deles é o Santo Sudário, porque não há explicação científica.

O Santo Sudário interpela você porque, se é verdade que ele fala de Jesus Cristo morto e ressuscitado, o que a Igreja Católica diz também é verdade e, portanto, você precisa mudar de vida.

E se para você não interessa mudar de vida, então não interessa ouvir isto.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Pesquisa mundial desmente que a maioria dos cientistas seja ateia

Pesquisa mundial aponta que os cientistas dão mais importância à religião
Pesquisa mundial aponta que os cientistas dão mais importância à religião
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




Como cientistas veem a religião

Como alguns cientistas tornaram-se famosos não em seus campos de especialidade, mas vendendo livros criticando as religiões, espalhou-se a suposição de que a maior parte dos cientistas são ateus ou pregadores do ateísmo, escreveu o “Diário da Saúde”.

Mas essa suposição foi mais uma vez desmentida.

E agora pela primeira vez por uma pesquisa em nível mundial, que analisou como os cientistas encaram a religião e como se relacionam com ela.

Pesquisadores da Universidade Rice (EUA) entrevistaram 9.422 cientistas em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA.

A equipe também viajou a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 desses participantes, o que torna esta a maior pesquisa mundial já realizada sobre as relações entre fé e ciência do ponto de vista dos cientistas.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Brasil: duas imagens de Nossa Senhora
ficam intocadas por voraz incêndio

Materiais ao redor das imagens foram destruídos, diz sargento Durval Dutra do Corpo de Bombeiros
(Foto Reprodução-TV Tapajós)



Um incêndio devorador... o empenho de esforçados bombeiros superados pelo desastre... uma família que perde tudo... nada pôde ser salvo... e, entretanto, duas pequenas imagens de Nossa Senhora com suas florezinhas em volta permanecem intocadas sobre o altarzinho familiar onde sempre estavam, mas desta vez em meio aos demais objetos carbonizados!

Aconteceu em Santarém, oeste de Pará, na área da Cohab, bairro Diamantino. O incêndio começou por volta de 4h da madrugada da quinta-feira 7 de janeiro de 2016 e quando chegaram os bombeiros já pouco puderam fazer. Veja embaixo o vídeo da TV Tapajós.

Com cada vez maior frequência e intensidade a Providência Divina vem anunciando com a linguagem dos fatos sua crescente intervenção protetora em meio a toda espécie de catástrofes.

É como se tudo se estivesse encaminhando para uma calamidade universal. E Nossa Senhora faz sentir que por maiores que sejam as catástrofes Ela fica sempre intocada.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Quem foram os Reis Magos?

'A viagem dos Magos' (1894), Jacques-Joseph Tissot (1836-1902), pintor francês.

Um antigo documento conservado nos Arquivos Vaticanos lança uma certa luz, embora indireta e sujeita a caução, sobre a pessoa dos Reis Magos que foram adorar o Menino Jesus na Gruta de Belém. A informação foi veiculada por muitos órgãos de imprensa e páginas da Internet.

O documento é conhecido como “A Revelação dos Magos”. Provavelmente seja algum “apócrifo”, nome dado aos livros não incluídos pela Igreja Católica na Bíblia. Portanto, não são “canônicos”, apesar de poderem ser de algum autor sagrado.

“Canônico” deriva de “Cânon”, que é o catálogo de Livros Sagrados admitidos pela Igreja Católica e que constituem a Bíblia. Este catálogo está definitivamente encerrado e não sofrerá mais modificação.

Há uma série de argumentos profundos que justificam esta sábia decisão da Igreja.

Entretanto, uma extrema ponderação em apurar a verdade faz com que a Igreja não recuse em bloco esses “apócrifos” e reconheça que pode haver neles elementos históricos ou outros que ajudem à Fé.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sodoma: uma megalópole fastuosa
que desapareceu de um modo sem precedentes

Tall el-Hammam reconstituição artística de como foi Sodoma.
Tall el-Hammam reconstituição artística de como foi Sodoma.



continuação do post anterior: As ruínas de Sodoma: lições para o presente e para o futuro


Os trabalhos dos arqueólogos que acharam as ruínas de Sodoma estão concentrados em Tall el-Hamaam, na Jordânia. Gomorra estava localizada um pouco mais ao norte, também no vale do Jordão, perto do Mar Morto.

Na Bíblia, Sodoma é descrita rodeada de vegetação, bem irrigada, uma das maiores cidades ao leste do Jordão, cruzamento de rotas comerciais, e devido à sua riqueza e seu tamanho, pesadamente fortificada com torres e altas e largas muralhas.

A cidade que está sendo posta à luz corresponde a essa descrição. É a maior cidade desenterrada por cientistas na região, pois ela era maior entre cinco e dez vezes que qualquer vizinha.

O chefe da equipe de arqueólogos é o Dr. Steven Collins, professor de Arqueologia na Trinity Southwestern University, de Albuquerque, New Mexico, EUA. Segundo ele, tratou-se de uma cidade “monstruosa” – uma megalópole – se comparada com as outras da região no mesmo período histórico.

A Imaculada Conceição glorificada à revelia
até por ... um diabo!

Imaculada Conceição,São Francisco da Penitência, Rio de Janeiro
Imaculada Conceição,
São Francisco da Penitência, Rio de Janeiro
Luis Dufaur

A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos.

Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão.

Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja.

Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX.



No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo.

E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete.

Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje!

Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes exorcistas obrigaram um demônio que possuía um rapaz a cantar o louvor dessa santa verdade.

E o demônio teve que fazê-lo, obviamente a contragosto, mas com uma rima poética que reverenciou a glória de Nossa Senhora.

O demônio é “espírito de mentira”, mas o exorcismo pode obrigá-lo a dizer a verdade, inclusive sobre matérias de Fé, como a divindade de Jesus Cristo, as virtudes da Imaculada Virgem, a existência do Paraíso, do inferno, etc.

Foi o que aconteceu com o demônio que tinha entrado num jovem analfabeto de apenas doze anos, residente em Adriano di Puglia, Itália, hoje Ariano Irpino, na província e diocese de Avellino.

segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Ruínas de Sodoma desvendadas:
lições para o presente e para o futuro

A destruição de Sodoma, Benjamin West  (1738 – 1820)
A destruição de Sodoma, Benjamin West  (1738 – 1820)



Após décadas de escavações, uma equipe de arqueólogos tem certeza de que finalmente achou as ruínas de Sodoma, a cidade bíblica de espantosa memória, noticiou o jornal britânico “Daily Mail”.

A equipe de arqueólogos leva adiante o Tall el-Hammam Excavation Project.

O chefe da equipe é o Dr. Steven Collins, professor de Arqueologia na Trinity Southwestern University, de Albuquerque, New Mexico, EUA.

Os especialistas vinham cavoucando há muito tempo na localidade de Tall el-Hammam, no vale do Jordão (Jordânia), os restos de uma cidade de tamanho colossal da Idade do Bronze.

Segundo ele, tratou-se de uma cidade “monstruosa” – uma megalópole – se comparada com as outras da região no mesmo período histórico.

As peculiaridades das ruínas apontavam impressionantes analogias com a descrição que faz a Bíblia da cidade de Sodoma, destruída por Deus.

Os restos correspondiam à maior cidade da região, como também diz a Bíblia de Sodoma, e estão situados ao leste do rio Jordão, numa área verde perto do Mar Morto.

A cidade existiu entre os anos 3500 e 1540 antes de Cristo, data em que foi súbita e inexplicavelmente abandonada.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Os achados no “cárcere de São Pedro” (2)

Altar de São Pedro e São Paulo após restauro de 2010
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






Entre os mistérios que ficam a serem esclarecidos, um é a conexão entre o cárcere e a sinistra Scalae Gemoniae.

Isto é, a escadaria que saindo do Foro era percorrida pelos condenados a morte. O nome vem do verbo “gemer” = a escadaria dos gemidos.

Naquela escadaria também eram expostos os cadáveres dos justiçados e que depois eram jogados no rio Tibre.

O sinistro cárcere está composto por dois andares de desenho vagamente circular, um sobre o outro.