segunda-feira, 20 de julho de 2015

Probabilidade de o Santo Sudário ser falso: uma em 225 bilhões!




Quando era criança e ouvia falar do Santo Sudário de Turim, o Dr. Pierluigi Baima Bollone, professor de Medicina Legal na Universidade de Turim, ficava empolgado.

Ele não imaginava que uma comissão de especialistas haveria de levantar a hipótese da presença de traças de soro no Santo Lenço e que ele seria o primeiro patologista capaz de analisá-las.

Foi em 1978, avaliando uma dúzia de fios tirados do Sudário e uma micro-crosta de fracções de milímetros extraída por uma equipe de cientistas suíços.

“Assim descobri que se tratava de sangue humano. Depois, com a ajuda de alguns especialistas de DNA, eu pude identificar algumas de suas características”, disse o professor em entrevista para o site Vatican Insider.
“Eu era um jovem médico forense que se interessava por microvestígios. O Pe. Coero-Borga me perguntou se eu conseguiria esclarecer se as manchas do Santo Sudário eram verdadeiramente de sangue”, conta ele.
O médico aceitou o desafio e analisou as amostras com microscópio ótico, depois com um outro eletrônico, e assim chegou à maravilhosa descoberta.
“Foi um momento que jamais poderei esquecer. Estava com outros médicos patologistas na biblioteca do Palácio Real, que tinha as janelas bloqueadas com sacolas negras que tínhamos posto.

“O Sudário estava estendido sobre uma grande mesa, iluminado por uma luz rasante com uma inclinação de 45 graus para retirar os fragmentos de pano, e nos sentávamos um por vez sobre um cavalete.

Dr. Pierluigi Baima Bollone, professor de Medicina Legal na Universidade de Turim.
Pierluigi Baima Bollone, professor de Medicina Legal
na Universidade de Turim.
“Quando foi minha vez, tive a impressão de que a imagem virava um corpo. Era como se eu a visse em três dimensões, e pensei que meus olhos estivessem me aprontando uma feia”.

Desde então, os estudos do prof. Bollone sobre o Sudário nunca cessaram.

“Com a ajuda de Grazia Mattutino, uma das mais importantes criminologistas, meus estudos estão indo para frente. Há certo tempo conseguimos individuar partículas de ouro e de prata que devem ter pertencido ao relicário que continha o Santo Sudário durante o incêndio acontecido em Chambéry em 1532.

“O Santo Sudário para mim é mais de que um simples objeto de estudo. Além de contribuir para minha formação humana, condicionou positivamente toda minha atividade profissional posterior.

“Minha educação e meu senso da espiritualidade não tem nada a ver com minhas convicções sobre o Santo Sudário.

“Por motivos racionais e científicos, estou convencido de que o Lençol de que estamos falando é o próprio que envolveu a Jesus Cristo há dois mil anos.

“Eu diria isto ainda que fosse ateu. E entre os pesquisadores que acreditam na autenticidade do Santo Sudário, encontram-se numerosos hebreus, protestantes e agnósticos.”

Diante de alguém que diz ser uma falsificação, o Prof. Bollone explica que respeitaria sua convicção, mas “lhe diria que está enganado, enunciando-lhe detalhadamente todas as razões que postulam sua absoluta veracidade. Até porque, pelo cálculo de probabilidades, a chance de o Santo Sudário ser falso é uma em 225 bilhões”.


Video: Documentario sulla Sindone publicado em 03-06-2015 (italiano)



segunda-feira, 6 de julho de 2015

Coliseu restaura elevador que alçava as feras
para devorar os mártires

Os sinistros elevadores do Coliseu consumiam a força de oito escravos. Eis um restaurado.
Os sinistros elevadores do Coliseu consumiam a força de oito escravos. Eis um restaurado.




O famoso Coliseu de Roma, cujas ruínas relativamente conservadas são visitadas por milhões de turistas todos os anos, foi em seu esplendor um estádio de espetáculos cruéis.

Sobressai na memória dos homens a lembrança gloriosa dos mártires cristãos que eram levados à arena sob o olhar lúbrico e sádico dos imperadores e de uma massa de pagãos ávidos de sangue.

Naquele momento supremo lhes era proposta a péssima opção: ou recusavam a Jesus Cristo queimando incenso aos deuses e salvando assim suas vidas, ou seriam entregues às feras.

Essas feras eram de diversas espécies, cada uma conhecida pelo seu modo de matar e devorar as vítimas.

Outras vezes era a luta de gladiadores contra animais ferozes, espetáculo especialmente sanguinário.

E por fim as lutas entre gladiadores, que terminavam não raro com a morte.

Calcula-se que em poucos séculos foram empregadas algumas dezenas de milhares de animais selvagens nesses espetáculos perversos.

Chegou-se a falar que a arena do Coliseu estava tingida pelo sangue de mártires, gladiadores e animais.

Hoje se sabe onde ficavam a tribuna imperial, as prisões nas quais os mártires aguardavam a terrível provação e depois a morte, o lugar dos leões, leopardos e ursos, além de outras dependências.

Sabia-se da existência de uma espécie de elevador manual que alçava os animais até a arena e os libertava para suas cruéis tarefas.

O quadro 'A última oração dos mártires cristãos', de Jean-Léon Gérôme (1824 — 1904),
apresenta o drama das feras saindo de um elevador para devorar os mártires.
Agora, 1.500 anos após os últimos espetáculos, foi reconstituído o engenhoso sistema de máquinas de madeira que elevava os animais mantidos na escuridão até a arena sem risco para os guardiões, informou o jornal britânico The Telegraph.

Uma grande estrutura de madeira perpassava andares de celas e túneis fétidos onde ficavam as feras e nos quais escravos, cristãos e gladiadores aguardavam o momento trágico.

A peça principal era uma gaiola de madeira puxada até o nível do campo do espetáculo por um sistema de cordas, polias e contrapesos.

Os animais ferozes eram obrigados a entrar na caixa desse elevador e, chegados ao destino, um mecanismo automático abria a porta, voltada para o centro da arena. Eles então saíam, para satisfazer as perversas delícias do imperador e de cerca 50 mil espectadores que ululavam e blasfemavam.

A máquina demorou um ano e meio para ser refeita e foi testada com um lobo domesticado, que foi premiado com um biscoito.

“Foi a primeira vez em 1.500 anos que um animal selvagem foi liberado no Coliseu”, explicou Gary Glassman, responsável pelo documentário filmado no momento.

“Eu teria preferido usar um leão, mas havia razões óbvias de segurança. Por fim, escolhemos o lobo, que é o símbolo de Roma”, disse.

“Um dos atrativos para tanta gente ir ao Coliseu era a violência incrível que nele se praticava”, explicou o diretor.

Santo Inácio de Antioquia devorado pelas feras. Ícone do século XVII.
A caminho de Roma, ele escreveu que ele ia “para ser trigo de Deus,
moído pelos dentes das feras e ser convertido em pão puro de Cristo” (Ad Rom. 4, 1)
“Como é que uma cultura tão avançada como a romana podia se regozijar com esses espetáculos sanguinários? O Coliseu ficou como uma foto instantânea tirada em pedra que registrou a cultura de Roma”.

Precisava-se de oito escravos para pôr em movimento o elevador, com capacidade para transportar um animal de até 300 quilos. Ele era também utilizado para subir armas e peças até os cenários que deviam decorar os lances brutais e cruéis das batalhas dos gladiadores.

Transportava ainda outros animais, como antílopes e cervídeos, que eram depois mortos por caçadores conhecidos como venatores, a título de mero entretenimento.

O novo elevador ficará permanentemente exposto para fazer entender aos turistas como funcionava o Coliseu, disse Francesco Prosperetti, responsável pela herança cultural de Roma.

Na realidade, os romanos chegaram a instalar um total de 28 desses elevadores em diversos pontos do anfiteatro.

Assim, as feras podiam aparecer de surpresa, para terror de mártires e gladiadores, e regozijo do sádico público.

O ministro Dario Franceschini apresentou a réplica do elevador como um exemplo de ressurgimento da Itália hodierna.

O Coliseu tem a forma de anfiteatro e foi inaugurado pelo imperador Tito no ano 80 com um “festim extravagante de combates, caçada de bestas e derramamento de sangue que, segundo se diz, durou cem dias”, escreveu a historiadora Mary Beard em seu livro “O Coliseu”.

O Coliseu era um imenso estádio ou salão de espetáculos cruéis ou assassinos. Hoje não há cenários semelhantes?
O Coliseu era um imenso estádio ou salão de espetáculos cruéis ou assassinos.
Hoje não há cenários semelhantes?
O general Pompeio, que acabou sendo derrotado por Júlio César, montou no século I um espetáculo com 20 elefantes, 600 leões e 410 leopardos que teriam sido sacrificados.

No século II o imperador Comodo às vezes combatia na arena e se diz que ele matou cinco hipopótamos, dois elefantes, um rinoceronte e uma girafa. Animais aliás não tão difíceis de sacrificar.

Mas o espetáculo mais cruel e mais desejado pelos pagãos era a soltura de animais selvagens por cima dos cristãos – incluídos entre os criminosos – num sádico procedimento denominado ‘damnatio ad bestias’ (morte pelas feras), pelo qual as vítimas eram mortas e devoradas por animais ferozes.

A nova instalação repõe a questão se o mundo hodierno está de fato progredindo para patamares morais mais altos ou se está voltando aos vícios do passado pagão.

Enquanto os mártires triunfam na glória de Deus, seus cruéis algozes que morreram sem arrependimento gemem na geena eterna.

O que pensarão esses mártires vendo o rumo do mundo ex-cristão?

Temerão e rezarão pelas vítimas da perseguição anticristã que cresce em tantos locais da terra e a cujo holocausto milhões de pessoas insensíveis assistem pela mídia ou pela Internet, como se fosse mais um espetáculo virtual?


Vídeo: O elevador das feras no Coliseu - Soltando o lobo






segunda-feira, 22 de junho de 2015

Santo Sudário: inexplicável imagem tridimensional
― Inviabilizada a conjetura de falsificação




Continua inexplicável para as ciências humanas a formação da imagem de Jesus Cristo no Santo Sudário de Turim.

Até agora ninguém conseguiu reproduzi-la de modo satisfatório, explicou ao Vatican Insider o Dr. Nello Balossino, professor de Informática da Universidade de Turim, vice diretor do Centro Internazionale di Sindonologia de Turim e especialista em elaboração de imagens.

Mais ainda, ele revelou que o Santo Sudário contém “informações tridimensionais”.

O Prof. Balossino esclareceu que a formação de uma imagem de tipo fotográfica é produzida por uma energia luminosa sobre uma superfície sensível como um filme ou um sensor digital.

Normalmente a impressão é superficial, por isso um negativo fotográfico não possui informações tridimensionais.

Mas é bem isso o que não acontece no Santo Sudário de Turim.

Nele, a imagem reage como um negativo fotográfico sob certos aspectos, mas, na verdade, não é um negativo no sentido da fotografia.

segunda-feira, 8 de junho de 2015

“É como olhar no umbral do mistério da Ressurreição”,
diz estudiosa do Santo Sudário

“É como olhar no umbral do mistério da Ressurreição”,
diz a Prof.a Emanuela Marinelli que estuda o Santo Sudário há 38 anos



A professora Emanuela Marinelli estuda o Santo Sudário de Turim há 38 anos. Reproduzimos alguns excertos da entrevista sobre a matéria que ela concedeu à revista italiana Tempi.

Mais da Dra. Emanuela Marinelli: "Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (1)"  e "Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (2)".

Professora, como é a sua paixão pelo Sudário?

Emanuela Marinelli: Estudei o Sudário durante 38 anos, desde que vi pela TV uma reportagem do trabalho de Max Frei, diretor do laboratório científico da polícia de Zurique.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Especial Corpus Christi: o hino “Ave Verum”
(“Salve, ó verdadeiro corpo”)




Na história da Igreja foram compostas muitas músicas e poesias religiosas em louvor do Santíssimo Sacramento.

Esta grande devoção teve, aliás, imenso incremento no período medieval.

Podemos então dizer que ela ‒ aperfeiçoada pela Contra-Reforma ‒ chegou até nós impregnada do perfume da Idade Média.

A presencia real de Nosso Senhor Jesus Cristo, em Corpo, Sangue, Alma e Divindade na Sagrada Eucaristia está fundamentada nas próprias palavras de Cristo na Última Ceia: “Este é meu corpo, esta é minha sangue”.

A Fé na presença real de Cristo na Eucaristia foi professada universalmente por toda a Igreja desde sua fundação.

Só com o protestantismo que apareceram contestações, aliás mais próximas da chicana do que qualquer outra coisa. Foram sobejamente refutadas pelos Doutores e notadamente pelo Concílio de Trento.

Nos felizes tempos em que florescia a fé foram compostos vários hinos ao Santíssimo Sacramento cantados até hoje, ou, pelo menos, até que a desordem progressista não os bloqueou.

Entre esse hinos fiéis reflexos do dogma católico figura o Ave Verum em posição de destaque.

Ele cantava-se especialmente após a Consagração, quando o verdadeiro corpo de Cristo estava realmente presente no altar, pois o hino começa “Salve, ó verdadeiro corpo”.

A maioria dos autores concorda em atribuir a autoria a São Tomás de Aquino (+ 1274).

Clique aqui para ouvir (Coro da TFP americana):


Leia e ouça mais em:

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Engenheiro em nanotecnologia: o Santo Sudário
é um testemunho mudo da Ressurreição


Video: Início da ostensão extraordinária do Santo Sudário
do dia 19 de abril até 24 de junho de 2015.





Alessandro Paolo Bramanti é especialista em engenharia eletrônica na Universidade de Pavia, Itália, onde fez o doutorado em investigação. Posteriormente doutorou-se em física da matéria na Universidade de Salento.

Ele trabalha para uma multinacional no campo da nanotecnologia, publicou numerosos trabalhos e é co-inventor de patentes internacionais em sua especialidade.

Também estudou o Santo Sudário e no ano 2010 publicou com o Dr. Daniele De Matteis o livro Sacra Sindone. Un mistero tra scienza e fede (Santo Sudário: um mistério entre ciência e fé).

Em entrevista ao jornal “La Croce”, ele argumentou em favor da afirmação de que “o homem do Santo Sudário é Jesus de Nazaré”.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

Concordâncias científicas entre o Sudário de Turim e o de Oviedo

O Sudário de Oviedo envolveu apenas a cabeça do Messias no momento de sua sepultura.
O Sudário de Oviedo envolveu apenas a cabeça do Messias
no momento de sua sepultura.



O Sudário de Oviedo é uma das relíquias mais importantes da Igreja Católica.

Atualmente está guardado na Câmara Santa da Catedral de Oviedo (Espanha).

Segundo a tradição, o Sudário de Oviedo é a tela marcada por manchas de sangue de um rosto masculino que correspondem ao relato da Paixão de Jesus Cristo.

Este pano envolveu apenas a cabeça do Messias no momento de sua sepultura, de acordo com as práticas hebraicas tradicionais da época, enquanto o Santo Sudário venerado em Turim cobriu a totalidade de seu corpo.

O Sudário de Oviedo não apresenta uma imagem como o de Turim, mas a primeira vista apenas está manchado de sangue e exibe algumas queimaduras de velas.

De forma retangular, ele é um dos objetos fúnebres que envolveram o Senhor, descritos por São João no Evangelho.

Esta preciosíssima peça e o Sudário de Turim teriam sido recolhidos pelo apóstolo São João, que junto com São Pedro constatou que o sepulcro de Jesus estava vazio.

Agora, estudando amostras do Sudário de Oviedo, o grupo de investigação da Universidade Católica de Murcia – UCAM, Espanha, descobriu um grão de pólen que, segundo a palinóloga Marzia Boi, é compatível com a espécie botânica Helicrysum Sp., identificada no Santo Sudário de Turim. A descoberta foi relatada com luxo de pormenores técnicos pela própria Universidade.

Ficou descartado que o pólen fosse posterior ao enterro, pois se encontra colado ao sangue. Portanto, a flor foi depositada na relíquia num momento em que o sangue ainda estava fresco, e não acrescentada em algum momento posterior da história do Sudário.

domingo, 3 de maio de 2015

O cientista descrente que se rendeu à evidência:
não há nada como o Santo Sudário!

Barrie Schwortz: era incrédulo, estudou 37 anos o Santo Sudário
e hoje tem certeza que é autêntico!



continuação do post anterior: Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário e tem certeza: é autêntico!



CWR: Ele foi esticado na cruz de maneira a deslocar os braços? Uma parte de sua barba foi arrancada?

Barrie Schwortz: A evidência forense nos diz que seus braços poderiam ter sido esticados a ponto de sofrerem uma luxação. Nós observamos que sua barba está divida ao meio, o que indica que ela poderia ter sido arrancada.

No fim, a evidência forense indica que a narração do Evangelho é uma descrição exata do que aconteceu durante a Paixão de Cristo.

CWR: Que descrição de Cristo o senhor pode nos oferecer com base em seu estudo do Sudário?

segunda-feira, 27 de abril de 2015

Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário
e hoje tem certeza: é autêntico!

Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência: o Santo Sudário é autêntico!
Barrie Schwortz: o descrente especialista em fotografia que se rendeu à evidência:
o Santo Sudário é autêntico!



Barrie Schwortz é uma das maiores autoridades mundiais sobre o Santo Sudário. Como técnico em fotografia, ele participou no primeiro grande exame em profundidade dessa preciosa relíquia em 1978, na equipe do famoso Shroud of Turin Research Project (STURP).

O STURP inaugurou uma longa série de análises e aprofundamentos do ponto de vista das mais variadas ciências, que revelou – aliás, continua revelando – detalhes surpreendentes e nunca antes imaginados sobre o Homem do Sudário.

A convergência dos resultados dessa imensa série de exames é tão espantosa que ficou muito difícil negar que o Homem do Sudário não seja outro que Nosso Senhor Jesus Cristo.

Barrie Schwortz é um hebreu não praticante que aceitou com relutância participar do STURP. Ele estava plenamente convencido de que o Santo Sudário era alguma fraude montada na Idade Média.

segunda-feira, 13 de abril de 2015

Amazônia: estonteante dependência do Saara criada por Deus

Poeira fertilizante do Saara todo ano passa por cima do Atlântico e sustenta a vida na Amazônia e no Caribe
Poeira fertilizante do Saara todo ano passa por cima do Atlântico e sustenta a vida na Amazônia e no Caribe



A Amazônia é a maior floresta tropical úmida da Terra. E o Saara é o maior e mais quente deserto do mundo.

Na aparência, nada de mais diverso e sem relação um com outro. Uma imensa selva verde úmida no coração da América do Sul, e um infindável areal, composto de poeira e pedra, onde sopram ventos ardentes no norte da África.

Porém, se, por ventura, os dois estivessem vitalmente unidos? Se o mais pleno de vida dependesse do mais morto para sobreviver, quem ou o quê poderia ter criado essa inter-relação?

Por certo, uma interdependência tão profunda foge à imaginação do homem e a qualquer instrumentalização ou fabrico também humano.

Também fugiria às regras da teoria da evolução de Darwin, segundo o qual tudo o que há procede de uma realidade pré-existente, e essa de outra, por uma série intérmina e jamais demonstrada de mutações atribuíveis ao azar e à necessidade.

Há, porém, um fenômeno que envolve ventos e minérios sem vida e que sustenta a vida vegetal e animal na maior floresta tropical úmida do planeta.

domingo, 29 de março de 2015

Semana Santa: acompanhando a Paixão de Cristo




A Via Sacra ‒ também conhecida como Via Crucis, Estações da Cruz ou Via Dolorosa ‒ é uma devoção que consiste numa peregrinação feita em oração e ajudada por uma série de quadros ou imagens que representam cenas da Paixão de Cristo.

A Via Sacra mais conhecida hoje é a rezada no Coliseu de Roma, na Sexta-Feira santa, com a participação do próprio Papa.

As imagens representando as cenas da Paixão podem ser de pedra, madeira ou metal, pinturas ou gravuras.

Elas estão dispostas a intervalos nas paredes ou nas colunas da igreja.

Mas, às vezes podem se encontrar ao ar livre, especialmente nas estradas que conduzem a uma igreja ou santuário.

Uma Via Sacra muito conhecida é a do santuário de Lourdes, França.

Nos mosteiros as imagens são muitas vezes colocadas nos claustros.

segunda-feira, 23 de março de 2015

Davi, Salomão e seus reinados:
existências confirmadas arqueologicamente

Davi, marfim alemão do século XII. Cloisters Museum, NYC
Davi, marfim alemão do século XII. Cloisters Museum, NYC.



Com frequência ouve-se dizer que a Bíblia e os Evangelhos, seus acontecimentos e personagens são fruto da fantasia. Ou simples construções alegóricas ou mitológicas em que os antigos teriam condensado suas experiências.

Chega-se a dizer até que Nosso Senhor Jesus Cristo como é apresentado nos Evangelhos não existiu. Teria sido no máximo um homem cuja figura teria sido elaborada por comunidades populares de base oprimidas pelo imperialismo romano.

Segundo essa visualização, os livros sagrados não são obviamente sagrados, mas meras coletâneas de fábulas.

No entanto, tudo isso não passa de alegação antirreligiosa. Além do valor intrínseco do Antigo e do Novo Testamento, são inúmeros os dados históricos e científicos que falam em favor da fidelidade dos Livros Sagrados à História.

Em nosso blog estamos continuamente publicando as mais recentes descobertas que chegam até nós por meio de fontes científicas respeitáveis.

Mais recentemente, uma equipe de arqueólogos da Mississippi State University (MSU) trouxeram à luz um conjunto de seis selos de terracota encontrados numa pequena localidade de Israel, os quais provam a existência histórica dos reis Davi e Salomão.

Os achados desfazem as alegações – essas sim, quiméricas e sem fundamento – de que os dois reis não seriam senão figuras alegóricas, e que o reino deles não existiu, pelo menos no tempo e na região mencionados na Bíblia.

Sobre os dos reis profetas, lemos no Antigo Testamento:

segunda-feira, 9 de março de 2015

Descoberta traz à tona o trágico fim de Herodes,
o rei que mandou matar os Santos Inocentes

Herodes ordena o massacre dos Santos Inocentes. Matteo di Giovanni, Galleria Nazionale di Capodimonte.
Herodes ordena o massacre dos Santos Inocentes.
Matteo di Giovanni, Galleria Nazionale di Capodimonte.



O rei Herodes, o Grande (73 a.C. aprox. — primeiros anos da era cristã), passou para a História como um das figuras mais relevantes da vida judaica na transição do Antigo para o Novo Testamento.

Deve-se a ele a restauração do Segundo Templo de Jerusalém e muitas obras arquitetônicas de grande fôlego em Israel.

Porém, ele foi responsável por crimes espantosos, entre os quais o massacre dos santos inocentes em Belém. Através desse mosticínio ele tentou matar o Menino Jesus, o Messias prometido, que os Reis Magos foram adorar, segundo o Evangelho de São Mateus (Mt 2,13-18).

13. um anjo do Senhor apareceu em sonhos a José e disse: Levanta-te, toma o menino e sua mãe e foge para o Egito; fica lá até que eu te avise, porque Herodes vai procurar o menino para o matar.

14. José levantou-se durante a noite, tomou o menino e sua mãe e partiu para o Egito.

15. Ali permaneceu até a morte de Herodes para que se cumprisse o que o Senhor dissera pelo profeta: Eu chamei do Egito meu filho (Os 11,1).

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Achado o local do julgamento de Jesus, o pretório de Pilatos?

Neste complexo hoje soterrado poderia ter acontecido o julgamento de Jesus, segundo os arqueólogos  (Foto: Oded Antman, Ministério israelense de Turismo).
Neste complexo hoje soterrado poderia ter acontecido o julgamento de Jesus,
segundo os arqueólogos  (Foto: Oded Antman, Ministério israelense de Turismo).



Há 15 anos começaram obras para expandir o museu da Torre de David, em Jerusalém.

A Torre de David é a cidadela defensiva da cidade de Jerusalém próxima da Porta de Jaffa, na parte antiga da cidade.

Apesar de seu nome, a atual Torre é de origem cruzada e otomana, de séculos bem posteriores, portanto.

Ela foi erigida sobre antigas fortificações das eras dos reis hasmóneos e herodianos, dos Cruzados e de árabes-maometanos. No período da ocupação turca e britânica, a Torre foi usada como prisão.

Ela e as fortificações predecessoras foram construídas no local onde no tempo de Nosso Senhor Jesus Cristo estava o Palácio de Herodes, o segundo maior prédio da cidade após o Templo.

No início da era cristã, os romanos haviam instalado suas autoridades em pelo menos uma parte do enorme palácio.

E sabia-se que ali estava o pretório de Pilatos e as instalações onde se realizou o mais famoso e injusto julgamento da História: o do Divino Redentor.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

O milagre do sorriso de Nossa Senhora
no rosto de Santa Bernadette



Se aproximando a festa de Nossa Senhora de Lourdes (11 de fevereiro) publicamos o comovedor relato de um milagre de Santa Bernadette, tirado do blog "Lourdes e suas aparições" (O milagre do sorriso de Nossa Senhora no rosto de Santa Bernadette):

Um dia, um sacerdote se aproximou de nós diante de Grota e nos mostrou um velho no meio da multidão.

Ele estava piedosamente ajoelhado e rezava com os braços em cruz.

“Interrogai-o, disse o sacerdote, nós o chamamos de ‘o miraculado do sorriso da Virgem”.

Nós nos aproximamos do peregrino, e ele com o melhor charme do mundo, nos contou sua história.

Ele era o conde de Bruissard, e efetivamente ele vira o sorriso da Virgem, da mesma maneira que nós vemos o reflexo do sol num lago de águas puras e tranquilas.

Ele o viu refletido no rosto transfigurado de Santa Bernadette.

Eis o que ele nos contou:

segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

O “computador de Arquimedes”:
lição para a ufania da modernidade

Computador de Arquimedes réplica científica do século XX
Computador de Arquimedes: réplica científica do século XX

No ano de 1900, um mergulhador resgatou do fundo do Mediterrâneo um aparelho estranho que se encontrava entre muitas obras de arte gregas dos séculos I e II antes de Cristo.

O achado ocorreu na Ilha de Anticitera, na Grécia, tendo sido feito por um simples coletor de esponjas marítimas de nome Elias Stadiatos. Ele desceu sem equipamento algum, como era costume, e voltou dizendo que tinha encontrado corpos desfeitos, cabeças e braços arrancados, cavalos mutilados.

Julgando-o tonto devido à falta de oxigênio, ou até bêbado, o capitã Dimitrios Kondos desceu até o local. E voltou dizendo que Elias não só não estava errado, mas que havia muito mais coisas: lançadores de discos, efebos de mármore, estátuas de bronze e ânforas de cerâmica.

Certamente era um tesouro transportado outrora por um navio cujos restos desfeitos ainda podiam ser identificados.

Tratava-se na verdade de um dos mais importantes naufrágios da História. Era um navio que levava um tesouro com joias e esculturas que hoje estão nos museus.

Após estudarem as moedas que faziam parte do tesouro, os arqueólogos calcularam que o navio afundou entre os anos 85 e 60 a. C.

Ele foi um dos maiores da época e não se sabe bem por que naufragou. Talvez devido a uma tempestade, ou por sobrecarga de riquezas.

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Boas notícias do espaço: descoberto “muro invisível”
que protege a Terra contra radiação letal

Ilustração didática da atividade dos anéis de Van Allen
Ilustração didática da atividade dos anéis de Van Allen


Notícias tranquilizadoras sobre a natureza e o nosso meio ambiente provêm com relativa frequência da ciência objetiva.

Mas elas não obtêm espaço na mídia, que prefere os anúncios estarrecedores ou deprimentes, e rara vezes verdadeiros, do ambientalismo radical.

É o caso da descoberta surpreendente, e até agora inexplicada, feita por uma dupla de satélites da NASA (National Aeronautics and Space Administration – Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço) e reportada em 27.11.14 pela revista científica britânica “Nature”.

Os satélites detectaram um campo de força invisível e impenetrável, a cerca de 11 mil km da superfície da Terra, que protege nosso planeta de doses letais de radiação. O anúncio foi noticiado por Salvador Nogueira blogueiro da Folha de S.Paulo.

As sondas Van Allen foram lançadas em agosto de 2012 com o objetivo estudar os ‘cinturões de Van Allen’, dois anéis de radiação resultantes da interação do campo magnético terrestre com as partículas emanadas constantemente do Sol.

Os dois cinturões, aliás, foram a primeira descoberta da era espacial, feita em 1958 pelo cientista americano James Van Allen, da Universidade de Iowa.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

26 catedráticos espanhóis: o “ateísmo científico”
não tem base na ciência



Vinte e seis professores catedráticos de diversas áreas da Ciência, que lecionam ou trabalham em 14 universidades espanholas, publicaram um livro para rebater a suposta incompatibilidade entre a Religião e a Ciência, espalhada por alguns “cientistas materialistas”, informou a agência Infocatólica.

O livro veio à luz uma semana após o cientista Stephen Hawking defender que não acredita em Deus, nem na sua existência, e nem mesmo numa necessidade matemática de um Deus criador do universo, como afirmava outrora.

A declaração de Hawking teve certa repercussão, pois ele ganhou notoriedade sustentando uma espécie de necessidade da existência de Deus derivada das equações do Universo.

A hipótese de Hawking era digna de consideração. E foi muito bem recebida nos ambientes mais científicos, menos defensores da fé e do catolicismo. Agora, porém, Hawking decepcionou a todos eles.

Entre os autores do novo livro que põem as coisas em seu lugar, encontra-se o Prof. David Jou, catedrático de Física da Matéria Condensada na Universidade de Barcelona.

Aliás, ele é tradutor para o espanhol da obra de Hawking, tendo prefaciado todas as obras publicadas até hoje pelo cientista que agora adotou o ateísmo.

O livro “60 preguntas sobre ciencia y fe respondidas por 26 profesores de universidad” (“60 perguntas sobre ciência e fé respondidas por 26 professores universitários”) foi editado pela Editorial Stella Maris.

Os especialistas espanhóis sustentam que o conhecimento científico atual fornece dados que “analisados sem interpretações materialistas e ateias”, não são “de maneira alguma incompatíveis com a doutrina cristã”.

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

Patena eucarística com Cristo em Majestade,
uma das mais antigas já achadas

A patena nas mãos de um restaurador.
A patena eucarística com Cristo em Majestade nas mãos de um restaurador.


Na localidade espanhola de Cástulo, província de Jaén, uma equipe de arqueólogos engajados no Projeto de Investigação Forvm MMX desenterraram e os, depois, especialistas em restauração recuperaram uma peça única do século IV que representa a Nosso Senhor Jesus Cristo em uma patena de fino vidro.

Trata-se de uma das mais antigas imagens do Cristianismo representando o Divino Redentor.

Cástulo é um dos mais ricos sítios arqueológicos da Espanha. Foi uma cidade romana hoje reduzida a ruínas, mas que apresenta uma surpreendente preservação. Nela foram feitas descobertas notáveis, como pisos de mosaicos complexos que podem ser admirados no local.

Um dos edifícios descobertos parecia ter servido de igreja católica e testemunha quão cedo o catolicismo penetrou na Península Ibérica.

No local, durante três anos, os arqueólogos foram retirando pacientemente pequenos fragmentos de vidro das ruínas de uma basílica.

Mas foi só no mês de julho que localizaram fragmentos que “por seu tamanho e pelos desenhos que continham” revelaram “um documento arqueológico excepcional”, segundo explicou à agência AFP o chefe do projeto, Marcelo Castro.

Limpados com extremo cuidado e depois colados, os fragmentos mostraram constituir uma patena, o prato precioso que era colocado sob o queixo do fiel para evitar que algum fragmento do Santíssimo Corpo de Nosso Senhor Eucarístico pudesse cair no chão.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Angkor Wat: o mistério da cidade perdida
vasculhado com raios laser

Templo central de Angkor Wat. O que fez os habitantes abandonarem intacta uma cidade opulenta?
Templo central de Angkor Wat. O que fez os habitantes abandonarem intacta uma cidade opulenta?


Nas profundezas da selva do Cambodge surge uma vasta cidade religiosa de vistosa concepção arquitetônica, recoberta de baixos-relevos e estátuas de tipo iniciático, em geral lascivas ou monstruosas, fazendo alusão a divindades infernais.

Trata-se de Angkor Wat, ou Cidade do Templo, construída pelo rei Suryavarman II no início do século XII. A cidade incluía o templo central e a capital do Estado, tendo-se tornado o centro político e religioso do império khmer, ou cambodgeano.

O centro dessa cidade de 200 hectares era rodeado por um muro e um lago perimetral de 3,6 km de comprimento por 200 metros de largura.

A cidade e a área circunvizinha agora foi vasculhada com um avançado sistema de raios laser operado por cientistas da Universidade de Sidney, Austrália.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

Há 168 anos: como é que se deu
a aparição de Nossa Senhora em La Salette?

Mélanie e Maximin, os dois videntes, desceram para ver uma grande luz, dentro da qual havia uma Dama
Mélanie e Maximin, os dois videntes, desceram para ver uma grande luz, dentro da qual havia uma Dama

Na manhã do 19 de setembro de 1846 Maximin acompanhou Mélanie para cuidar do gado. Era um dia bonito, o céu estava sem nuvens e o sol brilhava intensamente.

Subiram o morro de La Salette (França) até uma altura de 1.800 metros, sem poderem imaginar o evento sobrenatural que haveriam de testemunhar.

Maximin queria brincar. Ela lhe propôs seu entretenimento preferido: fazer o que ela chamava de paraíso, isto é, uma casinha de pedras toda recoberta de ramalhetes feitos com flores silvestres, que desabrocham naturalmente nas alturas.

Chegando a uma curva do terreno protegida dos ventos, começaram a levantar o paraíso. No local há muita ardósia, pedra que forma placas e se prestava para o brinquedo.

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

NASA informa que o sol quase “torrou” a civilização da informação. Mas a Providência Divina impediu o desastre que as ciências e as técnicas nunca conseguiriam evitar

Representação artística da força de uma erupção solar. A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.
Representação artística da dimensão e força de uma erupção solar.
A Terra (ponto azul embaixo) aparece muito mais perto do sol para ilustração.


Por que o relacionamento entre a ciência e a Igreja ficou enrarecido e até envenenado em relevantes proporções?

Houve fatores históricos bem conhecidos. Notadamente o movimento naturalista que preparou a Renascenca, desenvolveu-se no Iluminismo, e acabou dando no materialismo comunista.

Esse processo histórico caminha para a sua extinção. A religião – por vezes, misturada de primitivas superstições orientais como nas obras da Nova Era – vai pondo de lado o naturalismo agnóstico.

Porém, ainda perduram em nossos dias fatores de incompreensão e atrito entre as ciências naturais (a Ciência) e divinas (a teologia e/ou a Igreja Católica, pregadora da religião verdadeira).

Entre esses fatores figura um, de natureza mais bem psicológica, que recentes noticias provenientes da NASA e de fenômenos atmosféricos nos ajudam a focalizar.

No conceito da ordem natural – professada até por filósofos pagãos e pelo catolicismo, que a resume nos Mandamentos –, Deus, criador de todas as coisas, vela pelo andamento harmonioso da ordem do Universo.

Ele é o dono da vida, e chama os homens quando decide que é o momento; é Aquele que governa tudo quanto existe por meio de Sua Providência supremamente sapiencial.

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

A ciência à procura de indícios do Dilúvio

Iluminura mongol, reprodução contemporânea de uma pintura alusiva da Arca de Noé
Iluminura mongol, reprodução contemporânea
de uma pintura alusiva da Arca de Noé


Na tradição unânime dos povos da Antiguidade, o Dilúvio se apresenta como um fato histórico incontestável. E o Livro do Gênesis fornece a melhor descrição.

Porém, devido à grande distância no tempo, certas perguntas afloram continuamente nos espíritos.

Uma delas – não a única – gira em volta da seguinte interrogação: como é que pode ter acontecido um fenômeno tão colossal e tão universal?

A Bíblia é suficiente para a Fé. Mas o que diz a ciência?

Há provas dele? Se há, onde estão?

Se não há, quem fala claramente e põe o dedo na chaga?

Assim como o texto bíblico e a Fé são claros, a ciência se enche de teorias e experiências de diversos tipos, sem ter chegado até agora a um consenso.

A ciência não pode menosprezar a opinião unânime dos povos antigos. E de fato não o faz. Há muito saiu à procura de uma explicação. Até o momento ela não achou nenhuma explicação que reúna um certo consenso científico.

Porém está trabalhando com vultosos gastos, o que não faria caso achasse que o Dilúvio é um mero mito.

O arqueólogo submarino Robert Ballard é um dos mais famosos na especialidade. Foi ele quem descobriu em 1985 o casco do Titanic, afundado a 3.798 metros de profundidade; o couraçado Bismarck em 1989, e em 1998 os restos do porta-aviões USS Yorktown, afundado em 1942 na batalha de Midway.

Ballard e sua equipe defendem ter achado as provas de que o Dilúvio bíblico aconteceu efetivamente. Seus trabalhos são patrocinados pela “National Geographic Society”, que vem promovendo estudos geográficos desde 1888.

Em entrevista à ABC News, ele defendeu ter identificado restos de uma antiga civilização sepultada pelas águas no tempo de Noé, nas profundezas do Mar Negro, próximo da Turquia.

quarta-feira, 27 de agosto de 2014

Novidades assombrosas chegam do Carmelo de Coimbra.
Texto inédito da Irmã Lúcia.

O livro "Um caminho sob o olhar de Maria" editado pelo Carmelo de Coimbra.
O livro "Um caminho sob o olhar de Maria" editado pelo Carmelo de Coimbra.

Em raras ocasiões, temos publicado matérias não diretamente relacionadas com a temática específica de nosso blog.

É o caso agora do post “Novidades assombrosas chegam do Carmelo de Coimbra” sobre documento inédito da Irmã Lúcia.

O post foi publicado no blog “A Aparição de La Salette” e acreditamos possa ser de interesse para muitos leitores deste blog.

Um documento inédito da Irmã Lúcia que se insere no conjunto profético de Fátima foi publicado pelo Carmelo de Coimbra.

Esse documento revela coisas novas e pasmosas sobre o desfecho da crise do mundo que abandonou a Fé e a Civilização Cristã.

A origem desse documento é a seguinte. O Carmelo de Coimbra, onde viveu seus últimos anos e morreu (em 2005) a Irmã Lúcia, publicou um livro oficial com o título Um caminho sob o olhar de Maria.

Trata-se de uma biografia da vidente de Fátima, redigida por suas irmãs do Carmelo. Ela inclui documentos inéditos escritos pela própria religiosa.

Eis os dados bibliográficos do livro: Um caminho sob o olhar de Maria — Biografia da IRMÃ Maria LÚCIA de Jesus e do Coração Imaculado, Carmelo de Santa Teresa, Edições Carmelo, Coimbra, 2013, 496 pp. http://lucia.pt/lucia/livros_lucia.php

A Terceira Guerra Mundial

Hoje se fala muito que vivemos no conturbado período histórico lugubremente inaugurado pela I Guerra Mundial. A II Guerra foi um deplorável desdobramento da Primeira, segundo a afirmação geral dos historiadores mais reputados.