segunda-feira, 20 de junho de 2016

Para matemático, chance de o Santo Sudário não ser verdadeiro
é de uma em 200 bilhões

O matemático Bruno Barberis é professor de Mecânica Racional na Universidade de Turim
O matemático Bruno Barberis é professor de Mecânica Racional na Universidade de Turim
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



O matemático Bruno Barberis, professor de Mecânica Racional na Universidade de Turim, desenvolveu um cálculo estatístico sobre a probabilidade de o Santo Sudário ser efetivamente o lençol mortuário que envolveu o corpo de Jesus.

O cálculo tomou como ponto de partida a imponente massa de dados coletados por outras ciências e submetidos à crítica da comunidade científica.

O resultado do professor Barberis é que a chance de o Santo Sudário não ser verdadeiro é de uma em 200 bilhões.

O autor publicou seus resultados explicando o método empregado no trabalho “L’uomo della Sindone e il calcolo delle probabilità” (O homem do Santo Sudário e o cálculo de probabilidade, Bruno Barberis, in AaVv, “Sindone. Vangelo-storia-scienza”, Elledici 2010, pp.231-246).

Numa entrevista à agência Zenit o professor Barberis explicou como chegou a tal número.



“Trata-se de um cálculo feito para verificar a correlação entre a descrição que emerge da imagem que vemos no Santo Sudário e a narração da Paixão e Morte de Jesus que lemos nos Evangelhos.

“Podemos avaliar de modo quantitativo a probabilidade de que o Homem do Sudário seja verdadeiramente o mesmo Homem do Evangelho?

“Pelos exames confirmados sabemos que se trata de um homem torturado e crucificado. Um dos muitos da História, considerando que a crucificação foi usada desde o século VII antes de Cristo até pelo menos a época do imperador Constantino.

“Trata-se de um período de pouco mais de mil anos, no qual se pode calcular talvez alguns milhões de crucificados e com certeza algumas centenas de milhares.

Cristo feito com base nos dados do Santo Sudário.
Feito pelo prof. Juan Manuel Miñarro.
Veja mais: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário
“Flávio Josefo nos conta que depois da destruição do templo de Jerusalém as crucificações de judeus duraram meses, com uma média de quinhentas por dia.

“Portanto, os números são elevados. Mas podemos deduzir algumas características do Santo Sudário ligadas a tudo o que aconteceu a esse homem em particular.

“Por exemplo:

–  os golpes no rosto,
– a fratura da cartilagem nasal,
– o hematoma no pômulo direito,
– as feridas nas arcadas ciliares,
– o casco de objetos pontiagudos sobre a cabeça que provocou uma trintena de feridas com suas respectivas hemorragias,
– o fato de ter carregado nas costas uma peça rústica e pesada que lhe provocou duas grandes chagas, que terá sido muito provavelmente a trave horizontal da cruz.

“Podemos acrescentar:

– o fato de ter sido flagelado, crucificado com pregos numa época em que se preferia cordas em lugar de pregos;
– o fato de ter sido ferido no tórax depois da morte;
– o fato de ter sido envolvido num pano fúnebre como se fazia só com as personalidades importantes, porque os ritos fúnebres custavam caríssimo e os crucificados em geral eram escravos ou prisioneiros de guerra, certamente não romanos, porque era proibido crucificar os cidadãos romanos.

“Também destacamos como o corpo ficou no lençol durante poucas horas, porque não se veem as manchas da decomposição que aparecem por volta de 50-60 horas depois da morte.

“Isso significa que esse corpo ficou no Sudário durante um número inferior de horas e depois foi tirado e nunca mais reposto.

“Todas essas características estão presentes no Santo Sudário e na narração evangélica de Jesus e coincidem na perfeição.”

O entrevistador perguntou ao matemático Bruno Barberis qual seria a probabilidade de que essas características se verificassem em algum outro homem crucificado ao longo da História.

O professor de Turim respondeu:

“A flagelação é um dado pouco significativo, porque era aplicada a pelo menos 80% dos crucificados. A crucificação com pregos é mais significativa, pois foi usada em pelo menos  50% dos supliciados.

A coroação de espinhos foi um fato único acontecido ao Homem do Sudário.
Reconstituição da coroa de espinhos na amostra O homem do Sudário, Curitiba.
“Se examinarmos a coroa de espinhos sobre a cabeça, verificamos que é um caso único na História que conhecemos.

“Certamente não era costume nas crucificações. Não poso garantir que tenha sido o único caso, mas sim que apresenta certamente uma probabilidade muito baixa.

“Inclusive a ferida no tórax está fora das normas: se se queria provocar a morte do crucificado, fraturavam-lhe as pernas. Além do mais, a ferida do lado foi infligida depois de ter morrido.

“Até a existência do Santo Sudário é um dado significativo: ninguém reclamava os corpos dos crucificados, que certamente não eram envoltos num pano que se costumava comprar dos comerciantes importadores.

“Os crucificados eram deixados sobre as cruzes ou sepultados em fossas comuns. Além do mais, o enterro foi feito com presteza e deve ter acontecido algo significativo por onde o corpo ficou poucas horas envolto no véu mortuário.

“Se atribuo a cada fato uma probabilidade matemática, a probabilidade geral de que estas condições se verifiquem num outro caso se obtém um número pequeníssimo: 1 entre 200 bilhões.

“Quer dizer, a probabilidade de que esses fatos possam se verificar ao mesmo tempo num outro crucificado é quase zero.

“Se tivessem sido crucificadas mais de duzentos bilhões de pessoas, eu poderia dizer que poderia haver a probabilidade de um.

“Mas no caso isto equivale a dizer que não pode ter acontecido algo do gênero, nem sequer a um só dos supliciados.

“Quando eu tenho dois casos que apresentam características similares – Jesus e o Homem do Sudário – e a probabilidade matemática de que eles coincidem é altíssima, eu tenho quase uma certeza”.





segunda-feira, 6 de junho de 2016

Anjos levaram a casa de Maria de Nazareth a Loreto:
única tese que resiste à crítica científica

Translação da Santa Casa de Loreto.  Pintura anônima do século XVII, México
Translação da Santa Casa de Loreto.
Pintura anônima do século XVII, México
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
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Numa conferência promovida pelo Centro Cultural “Amici del Timone” de Staggia Senese, Itália, sobre “A santa Casa. História da incrível translação angélica da Casa de Maria de Nazareth a Loreto”, se desenvolveu ainda mais um tema que interroga à engenharia.

Com efeito, na cidade de Loreto, região Marche, há séculos se encontra a Santa Casa, onde nasceu Nossa Senhora e onde Ela recebeu o Anúncio da Encarnação pela voz do Arcanjo São Gabriel.

Porém, o fato se deu em Nazaré, Terra Santa. E ali se encontram os fundamentos da mesma Santa Casa. Esses, comparados com as dimensões e características Casa de Loreto coincidem perfeitamente. E as afinidades e concordâncias não acabam por ali.

Como é que a Santa Casa se descolou, por assim dizer, da sapata e foi aparecer íntegra a perto de 3.000 quilômetros de distância e ali permanece até hoje, também íntegra?


A translação aconteceu no século XIII, segundo provas históricas. Mas, como ela pode ter sido feita considerando a pobreza dos recursos tecnológicos da época?

Ela é atribuída a uma ação angélica reconhecida oficialmente por Papas e defendida por santos. Mas, essas autorizadas aprovações não visam explicar o procedimento material que transportou um objeto do tamanho de uma casa de um continente a outro no período máximo de uma noite.

Entretanto, essa translação está confirmada com provas históricas, documentais e arqueológicas. A ciência mais uma vez confirma a Igreja para pasmo de muitos.

O professor Giorgio Nicolini que consagrou sua vida de estudo e investigação ao caso, falou em dito Congresso. Com argumentos das referidas ciências, ele considera demonstrada a veradicidade histórica do miraculoso traslado.

Segundo ele expôs na conferência, existem muitos documentos e testemunhos oculares do traslado, inexplicável à luz das ciências e técnicas humanas.

O professor Nicolini estabeleceu uma cronologia da mudança de local.

Santa Casa, percurso de Nazareth até Loreto
Santa Casa, percurso de Nazareth até Loreto
1. No dia 9 de maio de 1291 a Santa Casa se encontrava ainda em Nazareth.

2. Na noite entre 9 e 10 de maio de 1291 ela percorreu aproximadamente 3.000 quilômetros e chegou a Tersatto, na região da Dalmácia, hoje um bairro da cidade de Fiume (Croácia).

Naquela ocasião, o senhor feudal de Tersatto, Nicolò Frangipane, enviou pessoalmente uma delegação a Nazareth, para constatar se em verdade a Santa Casa tivesse desaparecido de seu lugar original.

Os emissários não só constataram a desaparição, mas encontraram a sapata sobre a qual a Casa havia sido construída e de onde as paredes tinham sido tiradas em bloco.

Esses fundamentos estão em Nazareth e em torno deles foi construída a basílica da Anunciação. Em Loreto se encontra a Casa desprovida de baseamento e apoiada diretamente no chão.

3. Na noite entre os dias 9 e 10 de dezembro de 1294, a Santa Casa desapareceu de Tersatto e pousou “em diversos lugares” da Itália. Ela ficou durante nove meses numa colina sobre o porto de Ancona, que por isso mesmo passou a ser denominada “Posatora”, do latim “posat et ora”.

No local foi edificada uma igreja como lembrança do fato segundo registrou na época um sacerdote que assina don Matteo, provavelmente testemunha ocular.

Também duas lápides comemoram o fato. Uma é da mesma época do evento, e está escrita em latim vulgar antigo. A outra está escrita em vernáculo, é do século XVI e é uma cópia da mais velha.

A lápide mais antiga de Posatora já falava de “Nossa Senhora de Loreto” ficando claro que a inscrição foi feita após a partida do local.

4. Em 1295, após nove meses em Posatora a Santa Casa foi trasladada a uma floresta que pertencia a uma mulher de nome Loreta, na proximidade da cidade de Recanati. De ali provém o nome Loreto.

5. Entre 1295 e 1296, após permanecer oito meses nesse local, a Santa Casa foi transportada milagrosamente até uma roça que pertencia a dois irmãos da família Antici, sobre o Monte Prodo.

6. Em 1296, após quatro meses na dita roça, a Santa Casa partiu e foi pousar num sendeiro público que ligava Recanati e Ancona, sobre o Monte Prodo, onde ainda se encontra.

A Santa Casa em Loreto, estado atual do interior da casa de Nossa Senhora.
A Santa Casa em Loreto, estado atual do interior da casa de Nossa Senhora.
Muitíssimos outros elementos atestam a veracidade histórica do traslado inexplicável. Três igrejas foram construídas em Ancona – duas ainda existentes – lembrando que testemunhas oculares viram chegar a Santa Casa “voando” a Ancona e a parada em Posatora.

Acresce que em Forìo, na Ilha de Ischia, os pescadores da ilha que comerciavam com Ancona voltaram narrando dos fatos que tinham se dado em 1295.

O relato moveu os habitantes da cidade a erigir uma Basílica consagrada a “Santa Maria di Loreto”. Eles também viram com seus próprios olhos a Santa Casa em Ancona.

O culto das milagrosas translações foi aprovado por diversos bispos da região. As aprovações dos Papas foram sendo renovadas durante séculos até a instituição da Festa da Translação no dia 10 de dezembro de todo ano, definitivamente estabelecida por Urbano VIII em 1624.

A translação foi reconhecida por diversos Sumos Pontífices, entre os quais Paulo II, Júlio II, Leão X, Pio IX, Leão XIII e Pio XI. Os respectivos documentos em que os Papas reconhecem o fato como sobrenatural além de seu valor religioso têm reconhecido o valor de documento pela ciência histórica.

O professor Nicolini apontou a mentalidade materialista, ora agnóstica e ateia, ora protestante envolvida em papel Bíblia, que pretende desacreditar a autenticidade da Santa Casa venerada em Loreto.

Em certo sentido, essa oposição estimulou um aprofundamento dos estudos que demonstraram ser originária da Terra Santa. Provam isso a composição química da massa com que foi construída a casa, sua forma e muitos pormenores arquitetônicos.

Contra a translação angélica, forjou-se até a novela de que uma fantasiosa família principesca de Epiro chamada “Angeli” teria desmontado a Casa e a teria transportado tijolo por tijolo a pedido dos Cruzados que estavam vendo o avanço destrutor dos muçulmanos.

Vidro no chão permite observar que os muros sem alicerces estão ainda apoiados na terra e parte no vácuo
Vidro no chão permite observar que os muros sem alicerces
estão ainda apoiados na terra e parte no vácuo
Tal família teria depois reconstruído a casa em Loreto. Nas condições de transporte do século XIII tal operação teria sido uma façanha mais miraculosa de que a translação angélica.

As pedras e tijolos estão unidos com uma massa cuja composição físico-química só se encontra na Palestina. E precisamente na região de Nazareth, inexistindo em qualquer parte de Marche e ou de qualquer outro lugar da Itália.

Acresce que se se a Casa foi desmontada e restaurada em diversos locais por mão humana – como pretende a imaginosa objeção – não se entende como teria sido possível conservar as exatas proporções geométricas da casa de Nazareth cujos fundamentos hoje batem perfeitamente com os muros de Loreto.

Vidro no pavimento da Santa Casa de Loreto permite ver que ela não tem sapata
Vidro no pavimento da Santa Casa de Loreto permite ver que ela não tem sapata
Tampouco teria sido possível que ninguém percebesse que a Casa estava sendo desmontada e depois reconstruída, e ainda no breve lapso de uma noite no centro do santuário de Nazareth e depois na Itália.

Mais inexplicável ainda é o fato de a Santa Casa ter sido finalmente depositada cortando uma velha estrada de terra. Nessa estrada a passagem dos animais e das charretes abriu naturalmente valetas no centro da estrada, elevou as margens que, por sua vez geraram canaletas em ambos os lados.

Dessa maneira, os muros sem alicerces estão ainda apoiados na terra e parte no vácuo. Isso hoje pode ser verificado pelos peregrinos através de um vidro no chão.

Acresce que a Prefeitura de Recanati já naquela época havia proibido construir casas nas estradas públicas e ordenou demolir todos os prédios que fossem feitos em violação da norma.

Como é que então poderia ter sido refeita uma casa cortando a estrada sem que ninguém percebesse?

Outra grade dificuldade provém da ausência de meios naquela época para transportar uma casa inteira, ainda que desmontada tijolo por tijolo e pedra por pedra. Tratar-se-ia de algumas toneladas.

O transporte por terra teria sido ímprobo pela demora e pela quantidade de charretes, animais e homens necessários.

Por mar, embora mais factível, teria sido também demorado e sujeito a perdas pelas tempestades.

Mais complicado ainda seria cortar os muros em partes e leva-las sem desmanchar numa viagem de 3.000 quilômetros e depois recolá-las sem deixar sinais dos pontos de junção.

Uma das capelas da basílica da Santa Casa, em Loreto
Uma das capelas da basílica da Santa Casa,
em Loreto
Esses fatores materiais, explicou o prof. Nicolini, postulam a impossibilidade de um transporte com os meios técnicos da época.

Também é errada e falsa a interpretação do documento em que se baseia a teoria descartada.

O Prof. Andrea Nicolotti, da Universidade de Estudos Históricos de Turim, após aprofundado exame, concluiu ser uma “falsidade histórica” a interpretação do “Chartularium Culisanense” de onde se pretende tirar a ideia de um transporte por obra de homem.

Na única linha desse documento que fala da Santa Casa está escrito textualmente: “As Santas Pedras tiradas da Santa Casa de Nossa Senhora a Virgem Madre de Deus”.

Fica evidente que o documento não fala de toda uma Casa, mas só de algumas pedras de uma casa cuja localização não é mencionada.

Acontece que Nossa Senhora residiu em outras casas. Por exemplo, os Evangelhos mencionam a casa de São João, depois da crucificação de Jesus: “Depois disse ao discípulo: Eis aí tua mãe. E dessa hora em diante o discípulo a levou para a sua casa” (João, 19, 27).

E também a casa de Éfeso, hoje na Turquia, onde é visitada por inúmeros romeiros, onde Nossa Senhora se refugiou com São João para fugir da perseguição da Sinagoga.

Por isso é razoável concluir que dito documento – se for verdadeiro – não se refere nem mesmo à Casa de Nazareth.

Da longa e detalhada demonstração do professor Nicolini se deduz que é muito mais razoável supor a translação angélica resultante de uma obra maravilhosa de Deus, para quem nada é impossível e que tem operado milagres bem maiores do que esse.

Uma translação operada por mãos humanas deveria ser considerada um evento ainda mais milagroso do que a efetivada por obra dos anjos.


Vídeo: Santa Casa de Loreto: a translação milagrosa e a ciência




Entrevista ao Prof. Nicolini, em Posatora, um dos locais onde posou a Santa Casa.




segunda-feira, 23 de maio de 2016

Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo
“envolveram a mesma pessoa”, concluiu inquérito

O professor Juan Manuel Miñarro ganhou celebridade criando imagens de Cristo de acordo com o Santo Sudário.
O professor Juan Manuel Miñarro ganhou celebridade
criando imagens de Cristo de acordo com o Santo Sudário.
Veja mais em: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs



O Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo “quase com inteira certeza envolveram o cadáver da mesma pessoa”, concluiu uma investigação que comparou as duas relíquias com base na Antropologia Forense e na Geometria.

O trabalho foi realizado pelo doutor em Belas Artes e professor de Escultura da Universidade de Sevilha, Juan Manuel Miñarro, no contexto de um projeto do Centro Español de Sindonología (CES) sediado em Valencia, Espanha.

O estudo acresce aquilo que é afirmado há séculos pela tradição: que os dois tecidos pertenceram ao mesmo personagem histórico: Jesus de Nazaré.

Também confirma que o Santo Sudário teria sido o lençol funerário que envolveu o Corpo de Jesus quando Ele foi depositado no sepulcro, enquanto o Sudário de Oviedo seria o tecido que cobriu seu rosto na Cruz logo após morrer.

Os dois tecidos seriam aqueles que São Pedro e São João acharam no sepulcro logo após a Ressurreição, segundo narra o Evangelho de São João (20, 1-9):
1. No primeiro dia que se seguia ao sábado, Maria Madalena foi ao sepulcro, de manhã cedo, quando ainda estava escuro. Viu a pedra removida do sepulcro.

2. Correu e foi dizer a Simão Pedro e ao outro discípulo a quem Jesus amava: Tiraram o Senhor do sepulcro, e não sabemos onde o puseram!

3. Saiu então Pedro com aquele outro discípulo, e foram ao sepulcro.

4. Corriam juntos, mas aquele outro discípulo correu mais depressa do que Pedro e chegou primeiro ao sepulcro.

5. Inclinou-se e viu ali os panos no chão, mas não entrou.

6. Chegou Simão Pedro que o seguia, entrou no sepulcro e viu os panos postos no chão.

7. Viu também o sudário que estivera sobre a cabeça de Jesus. Não estava, porém, com os panos, mas enrolado num lugar à parte.

8. Então entrou também o discípulo que havia chegado primeiro ao sepulcro. Viu e creu.

9. Em verdade, ainda não haviam entendido a Escritura, segundo a qual Jesus devia ressuscitar dentre os mortos.

O professor Miñarro esclarece que a investigação “não prova por si só que essa pessoa seja exatamente Jesus Cristo, mas sim aponta muito claramente que esse é o caminho para demonstrar completamente que o Santo Sudário e o Sudário de Oviedo envolveram a cabeça do mesmo cadáver”, segundo ele explicou à agência Paraula.

A investigação identificou um número de coincidências entre ambas as relíquias que “supera com abundância o mínimo de pontos significativos ou de provas exigidas pela maioria dos sistemas judiciais do mundo para a identificação de pessoas, que é entre oito e doze, enquanto a nossa análise descobriu mais de vinte”.

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Milagre eucarístico de Legnice:
para médicos, hóstia é tecido humano

A hóstia que devia se dissolver começou a transudar sangue e formar tecido (foto acima). Embaixo ampliação.
A hóstia que devia se dissolver começou a transudar sangue
e formar carne com aparência de humana (foto acima).
Embaixo ampliação.
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O bispo de Legnica, na Polônia, Mons. Zbigniew Kiernikowski, proclamou oficialmente um prodígio do Santíssimo Sacramento acontecido na igreja de São Jacinto dessa cidade.

Ele autorizou os fiéis venerarem a hóstia ensanguentada que, segundo o decreto episcopal, “tem as características que definem um milagre eucarístico”, informou o site “Religión en Libertad”.

A cidade de Legnica (em alemão: Liegnitz, em polonês: Legnicy) fica na região da Baixa Silésia, no sudoeste da Polônia.

O milagre aconteceu na Missa de Natal de 2013, quando uma hóstia consagrada caiu no chão durante a distribuição da Sagrada Comunhão no santuário de San Jacinto.

A hóstia foi recolhida e colocada num recipiente com água (“vasculum”) para se dissolver, como mandam as sapienciais normas canônicas nesses casos, nem muitas vezes respeitadas nos dias de hoje.

Porém, uma vez na água, apareceu na hóstia uma mancha vermelha de textura singular, que fazia pensar em tecido humano.

O então bispo de Legnica, Mons. Stefan Cichy, instituiu uma comissão para investigar o acontecido com a sagrada forma.

Em fevereiro de 2014, com a permissão da diocese, um fragmento da hóstia com aspecto de tecido ensanguentado foi retirado e colocado sobre um corporal. Depois foram recolhidas amostras para serem analisadas em laboratórios de diferentes institutos forenses.

Os médicos dos Departamentos de Medicina Legal consultados verificaram que os fragmentos recolhidos contêm células de músculo estriado transversal semelhantes às do músculo cardíaco.

segunda-feira, 25 de abril de 2016

A mais antiga imagem de Cristo e de sua Paixão
achada na Jordânia

Poderia ser a mais antiga representação de Nosso Senhor coroado de espinhos
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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O descobridor e dono dos códices de bronze é Hassan Saida, um caminhoneiro beduíno que vive na aldeia árabe de Umm Al-Ghanim, Shibli.

Ele se negou a vender as peças e só cedeu amostras para que sejam analisadas no exterior.

Entretanto, há toda uma disputa pela propriedade e posse dos livros. O dono alega que pertencem à sua família há um século, fato contestado por outros, segundo “The Telegraph”.

O governo jordaniano apoia as investigações porque, segundo Ziad al-Saad, diretor do Departamento Jordaniano de Antiguidades, os códices “realmente se comparam, e até são mais significativos que os rolos do Mar Morto”.

E acrescenta que podem constituir “a mais importante descoberta na história da arqueologia”.

Enquanto que os rolos do Mar Morto foram feitos em pergaminho ou papiro e contêm as mais recentes versões dos livros da Bíblia e outros textos no formato tradicional dos escritos judaicos, isto é rolos, estes códices estão organizados como livros, forma associada com o cristianismo nascente.

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Livros de bronze conteriam a mais antiga
representação de Nosso Senhor Jesus Cristo na Paixão

Aspecto de um dos livros em análise
Luis Dufaur
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Numa gruta de Saham, Jordânia, localizada numa colina com vista ao Mar da Galiléia, foram encontrados 70 livros do século I da era cristã que, segundo as primeiras avaliações, contêm as mais antigas representações do catolicismo.

Os livros têm a peculiaridade de serem gravados em folhas de bronze presas por anéis metálicos. O tamanho das folhas vai de 7,62 x 50,8 cms a 25,4 x 20,32 cms. Em média, cada livro tem entre oito e nove páginas, com imagens na frente e no verso.

Segundo o jornal britânico “Daily Mail”, 70 códices de bronze foram encontrados entre os anos 2005 e 2007 e as peças estão sendo avaliadas por peritos na Inglaterra e na Suíça.

A cova fica a menos de 160 quilômetros de Qumran, a zona onde se encontraram os rolos do Mar Morto, uma das maiores evidências da historicidade do Evangelho, informou a agência ACI Digital.

Importantes documentos do mesmo período já haviam sido encontrados na mesma região.

segunda-feira, 28 de março de 2016

A autopsia do Santo Sudário concorda com os Evangelhos

Santo Sudário: montagem tridimensional por Thierry Castex
Santo Sudário: montagem tridimensional por Thierry Castex
Luis Dufaur
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Na Universidade de Milão, conhecida também como la Statale, o Prof. Giampietro Farronato leciona Ortodontia.

À frente de uma equipe de especialistas – que incluiu Bruno Barberis, Louis Fabrizio Rodella, John Pierucci Labanca; Mauro, Alessandra e Massimo Majorana Boccaletti – o professor fez uma autopsia do Santo Sudário.

O resultado do trabalho foi publicado num livro rico e intrigante: “Autopsia do Homem do Sudário”, editado por Elledici (Leumann, Turim, 2015), apresentado na igreja de San Gottardo em Corte, no evento “Escola Catedral” promovido pela confraria-empresa responsável há séculos pela manutenção da catedral de Milão.

O Prof. Farronato, em entrevista concedida ao jornalista Marco Respinti, declarou que “a medicina forense ainda não havia dito tudo sobre o caso. Então nós decidimos agir”.

A medicina forense analisa os sinais que podem ser encontrados no corpo ou no cadáver, para que depois a polícia e o juiz ajam com base no laudo médico legal.

O Professor prossegue: “A ideia de realizarmos um estudo anatômico profundo do Sudário remonta a uns três anos, a partir de fotografias tomadas por Secondo Pia em 1898 e os resultados dos estudiosos que vieram antes de nós”.

Indagado sobre a ideia que ele e sua equipe fizeram do crime, o Prof. Farronato respondeu:

“Obviamente o cenário do assassinato não existe mais. Nós investigamos o crime apenas através das marcas deixadas no cadáver. O que hoje é muito.

quinta-feira, 24 de março de 2016

A Paixão de Cristo revive na Paixão da Igreja





Em face do drama em que se encontra a Santa Igreja, muitas almas procuram, então, assumir uma posição de indiferença, parecida com a de numerosos contemporâneos de Nosso Senhor, que acreditavam que Ele era Homem-Deus, mas que, durante a Via Sacra, vendo-O passar, em vez de se compadecer por seus lancinantes sofrimentos, achavam entretanto melhor não considerá-los, mas pensar em outras coisas.

A evidência dos fatos deixa patente que a partir do Concílio Vaticano II penetrou na Igreja, em proporções impensáveis, a “fumaça de Satanás”, de que falou Paulo VI, a qual se foi dilatando dia a dia mais, com a terrível força de expansão dos gazes.

Para escândalo de incontáveis almas, o Corpo Místico de Nosso Senhor Jesus Cristo entrou no sinistro processo da como que autodemolição, a que aludiu aquele mesmo Pontífice, em Alocução de 7 de dezembro de 1968.

A História narra os inúmeros dramas que a Santa Igreja Católica, Apostólica, Romana sofreu nos vinte séculos de sua existência.

Oposições que germinaram fora dEla, e de fora mesmo tentaram destruí-La.

Tumores formados dentro dEla, extirpados, contudo, pela própria Esposa de Cristo; mas que, já então de fora para dentro, tentaram destruí-la com ferocidade.

segunda-feira, 21 de março de 2016

Toda a verdade sobre o Santo Sudário de Turim

Luis Dufaur
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O Santo Sudário de Turim: nenhum objeto de uso humano habitual foi de tal maneira analisado pela ciência.

E os resultados estão sendo impressionantes.

E continuarão a sê-los na medida em que prossigam os estudos em andamento, que venham a ser abertos outros inquéritos científicos, que venham a ser inventadas novas tecnologias mais exigentes e que forneçam dados mais apurados.

A Igreja e a Fé não têm nada a temer, e têm tudo a estimular à ciência e à tecnologia honestamente trabalhadas.

O interesse despertado em todo o mundo pelo Santo Sudário não só pela Fé, mas também pelas descobertas feitas nele pelas diversas ciências aplicadas, se reflete no interesse pelos posts publicados no nosso humilde blog.

O interesse dos leitores superou nossas forças, graças a Deus. Continuaremos, em toda a medida que possamos publicando matérias a respeito.

Dada a grande quantidade de post publicados sobre o Santo Sudário, nós mesmos experimentamos a dificuldade de formar uma visão de conjunto ou de localizar algum ponto específico.

Por isso, decidimos renuir e ordenar numa só página todos os posts sobre a mais venerável relíquia da Cristandade até agora publicados, e que com o auxílio de Nossa Senhora ainda venhamos a publicar.

Essa página fica aberta a nossos benevolentes leitores.

Para facilitar o acesso, elencamos a continuação os títulos principais dessa página com os respectivos links.

Que a todos seja de utilidade espiritual, mas também intelectual.

E se alguém sentir um movimento de agradecimento, por favor não deixe de elevar a sua oração preferida a Nossa Senhora, a Seu Divino Filho, santo ou alma escolhida, por todos aqueles que tornaram realidade este projeto.

                                                                                                      Em Jesus e Maria
                                                                                                                                                   Luis


Santo Sudário: as primeiras surpresas e constatações

Inscrição em aramaico no Santo Sudário seria anterior ao ano 70 d.C.

Probabilidade de o Santo Sudário ser falso: uma em 225 bilhões!

“Tudo coincide perfeitamente com os Evangelhos”

Santo Sudário: inexplicável imagem tridimensional― Inviabilizada a conjetura de falsificação

Engenheiro em nanotecnologia: o Santo Sudário é um testemunho mudo da Ressurreição

O enigma que desconcerta a ciência

Cientista incrédulo estudou 37 anos o Santo Sudário e hoje tem certeza: é autêntico!

O cientista descrente que se rendeu à evidência: não há nada como o Santo Sudário!

Professor faz Crucificado seguindo os dados do Santo Sudário

A autopsia do Santo Sudário concorda com os Evangelhos

Cientistas desmontam artifício para “provar” que o Santo Sudário não é autêntico

No resgate do Santo Sudário, um milagre em meio às chamas

Fotos tridimensionais aumentam certeza de que o Santo Sudário envolveu a Nosso Senhor

O Santo Sudário em três dimensões

Para ciência de ponta é impossível reproduzir o Santo Sudário

Santo Sudário: as ciências diante do humanamente inexplicável

Médico espanhol: não acredita no Santo Sudário quem não quer mudar de vida

A Santa túnica de Argenteuil comparada por um cientista com o Santo Sudário

O Santo Sudário comparado com o Véu da Verônica

O Santo Sudário e o Véu da Verônica: falam os cientistas

As chagas impressas no Santo Sudário de Turim

Descobertas da botânica no Santo Sudário

Unguentos e polens no Santo Sudário falam de um enterro próprio a um rei

Flores no Santo Sudário só poderiam ter sido colhidas em Jerusalém na época da Crucifixão

Mais modernos testes concluem que o Santo Sudário é do tempo de Jesus Cristo

Cientistas querem teste sério de carbono 14

Sobre o contestado teste do carbono 14

Novos livros confirmam a impropriedade dos testes de Carbono 14

Os templários veneravam o Santo Sudário e por isso foram difamados, diz historiadora do Arquivo Secreto Vaticano

O Santo Sudário à luz da ciência histórica e das críticas adversas

Santo Sudário de Turim e o Sudário de Oviedo “envolveram a mesma pessoa”, concluiu inquérito

Para matemático, chance de o Santo Sudário não ser verdadeiro é de uma em 200 bilhões

Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (1)

Santo Sudário: a imagem completa de um homem cruelmente crucificado (2)


segunda-feira, 14 de março de 2016

O túmulo dos Santos Macabeus, símbolo das reações nos momentos em que parece tudo perdido

Conhecido como 'Pilar de Absalão', o monumento ajuda
a se fazer uma ideia de como foi o mausoléu dos Macabeus.
O Pilar marca o local da morte do filho revoltado do rei Davi
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs




continuação do post anterior: A perspectiva de ter achado o túmulo dos Santos Macabeus reacende as esperanças



A porta-voz da Autoridade das Antiguidades de Israel, Yoli Shwartz, explicou que “foram descobertos jazigos magníficos na base da estrutura.

“O entusiasmo foi muito intenso e o arqueólogo Clermont-Ganneau até escreveu um documento afirmando: ‘não há margem de dúvidas. Encontrei a Tumba dos Macabeus, e o túnel aberto contém as cinzas de Matatias... As ruínas da tumba correspondem perfeitamente ao Túmulo dos Macabeus segundo é descrito nas fontes históricas’.

“Porém, ele fez uma restrição: ‘é possível que esta estrutura tenha sido construída pelos cristãos para comemorar o local do enterro dos Santos Macabeus, pois eles eram considerados santos pelo cristianismo.

“‘Pode ser que no futuro se encontrem provas inequívocas apontando que este é o local onde foram sepultados os Macabeu’”.

segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Perspectiva de achar o túmulo dos Santos Macabeus reacende esperanças

Cruz no mosaico do chão aponta que o monumento  foi local de culto cristão nos primeiros séculos depois de Cristo
Cruz no mosaico do chão aponta que o monumento
foi local de culto cristão nos primeiros séculos depois de Cristo
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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continuação do post anterior: O túmulo dos Macabeus, santos heróis do Antigo Testamento.



O mausoléu – que bem pode ser o túmulo dos Macabeus, a heroica família que liderou a resistência militar, religiosa e cultural contra a invasão pagã no século II a. C. – está em “um local maravilhoso, belíssimo” explicou Re’em, diretor israelense das escavações, à FoxNews.

“Nós trouxemos de novo à luz a câmara da tumba e o mosaico com a decoração da cruz”, explicou.

O arqueólogo judeu lembrou que os Macabeus tiveram uma posição de honra no início do Cristianismo, o que explica a presença da cruz. E essa presença continua até hoje, pois os Macabeus são comemorados pela Igreja Católica como santos e seus nomes estão inscritos no Martirológio Romano.

Ele considera que os primeiros cristãos podem ter consagrado o túmulo ao culto católico, teoria que já havia sido avançada por Clermont-Ganneau.

Re’em reconhece, porém, que as provas arqueológicas não são inteiramente suficientes para afirmar categoricamente que se trata do túmulo dos Macabeus.

“Nós estamos procurando, estamos buscando a prova categórica (“the smoking gun”) que nos permitirá afirmar de cheio que este é o Túmulo dos Macabeus”, disse.

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016

O túmulo dos Macabeus, santos heróis do Antigo Testamento

O monumento conhecido como 'Túmulo de Zacarias',  no Monte das Oliveiras, Jerusalém,  permite imaginar como foi o mausoléu dos Macabeus
O monumento conhecido como 'Túmulo de Zacarias',
no Monte das Oliveiras, Jerusalém,
permite imaginar como foi o mausoléu dos Macabeus
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Um grande mausoléu foi posto à luz do sol em Israel. Ele bem pode ser o túmulo dos Macabeus, a heroica família que liderou uma extraordinária reação militar, religiosa e cultural contra a invasão também militar, cultural e religiosa macedônia e grega no século II a. C.

Essa epopeia está descrita nos livros I Macabeus e II Macabeus, do Antigo Testamento. 

Uma equipe de arqueólogos da Autoridade das Antiguidades de Israel, órgão oficial encarregado dos bens e lugares arqueológicos do país, em conjunto com habitantes do local, trabalha há anos na área onde, segundo a tradição, foram enterrados os heróis bíblicos.

O sítio fica a 19 milhas na direção noroeste de Jerusalém, perto da aldeia árabe de Al-Midya, cujo nome é semelhante a Modi’in, e por isso atraiu os arqueólogos no século anterior.

É a localidade mencionada na Bíblia:
“Jônatas e Simão levaram Judas, seu irmão, e enterraram-no no sepulcro de seus pais em Modin. (I Macabeus 9, 19)” e “a sepultura que ele construiu em Modin e que existe ainda hoje” (I Macabeus 13, 30)”.

Quem iniciou a resistência família foi Matatias, que teve cinco filhos. A família dos Macabeus fazia parte da elite social local e Matatias era sacerdote.

A referência ao túmulo também se encontra no livro Antiguidades Judaicas, do historiador hebreu Flávio Josefo (37/38 — 100 d.C.)

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Médico espanhol: não acredita no Santo Sudário
quem não quer mudar de vida

Primeiro plano: Cristo jazente segundo reconstituição do professor Juan Manuel Miñarro. Fundo: o Santo Sudário.
Primeiro plano: Cristo jazente segundo reconstituição do professor Juan Manuel Miñarro.
Fundo: o Santo Sudário.
Veja também: Professor faz Crucificado segundo os dados do Santo Sudário
Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
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Em maio de 2015, a agência Zenit entrevistou ao Dr. Juan Francisco Sánchez Espinosa, presidente da Comissão de Sanidade das Cortes [Legislativo regional] de Castela-La Mancha. Este médico espanhol pertence à Sociedade Espanhola de Sindonologia, que estuda o Santo Sudário.

Há vários anos, ele faz palestras sobre esse tecido inigualável da Cristandade. Eis os principais pontos:

ZENIT: O que é o Santo Sudário?

Dr. Juan Francisco Sánchez Espinosa: É um lençol funerário. Alguns afirmam que a sua origem remonta ao século I antes ou depois de Cristo, pelo tipo de estrutura que ele tem.

O vocábulo grego “síndon”, que significa tecido, originou a palavra atual com que chamamos o Santo Sudário, a “Síndone” de Turim. E a sindonologia é o estudo desse tecido tão singular para toda a cristandade.

segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

Pesquisa mundial desmente que a maioria dos cientistas seja ateia

Pesquisa mundial aponta que os cientistas dão mais importância à religião
Pesquisa mundial aponta que os cientistas dão mais importância à religião
Luis Dufaur
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Como cientistas veem a religião

Como alguns cientistas tornaram-se famosos não em seus campos de especialidade, mas vendendo livros criticando as religiões, espalhou-se a suposição de que a maior parte dos cientistas são ateus ou pregadores do ateísmo, escreveu o “Diário da Saúde”.

Mas essa suposição foi mais uma vez desmentida.

E agora pela primeira vez por uma pesquisa em nível mundial, que analisou como os cientistas encaram a religião e como se relacionam com ela.

Pesquisadores da Universidade Rice (EUA) entrevistaram 9.422 cientistas em oito regiões do mundo: França, Hong Kong, Índia, Itália, Taiwan, Turquia, Reino Unido e EUA.

A equipe também viajou a estas regiões para realizar entrevistas em profundidade com 609 desses participantes, o que torna esta a maior pesquisa mundial já realizada sobre as relações entre fé e ciência do ponto de vista dos cientistas.

segunda-feira, 11 de janeiro de 2016

Brasil: duas imagens de Nossa Senhora
ficam intocadas por voraz incêndio

Materiais ao redor das imagens foram destruídos, diz sargento Durval Dutra do Corpo de Bombeiros
(Foto Reprodução-TV Tapajós)



Um incêndio devorador... o empenho de esforçados bombeiros superados pelo desastre... uma família que perde tudo... nada pôde ser salvo... e, entretanto, duas pequenas imagens de Nossa Senhora com suas florezinhas em volta permanecem intocadas sobre o altarzinho familiar onde sempre estavam, mas desta vez em meio aos demais objetos carbonizados!

Aconteceu em Santarém, oeste de Pará, na área da Cohab, bairro Diamantino. O incêndio começou por volta de 4h da madrugada da quinta-feira 7 de janeiro de 2016 e quando chegaram os bombeiros já pouco puderam fazer. Veja embaixo o vídeo da TV Tapajós.

Com cada vez maior frequência e intensidade a Providência Divina vem anunciando com a linguagem dos fatos sua crescente intervenção protetora em meio a toda espécie de catástrofes.

É como se tudo se estivesse encaminhando para uma calamidade universal. E Nossa Senhora faz sentir que por maiores que sejam as catástrofes Ela fica sempre intocada.

terça-feira, 29 de dezembro de 2015

Quem foram os Reis Magos?

'A viagem dos Magos' (1894), Jacques-Joseph Tissot (1836-1902), pintor francês.

Um antigo documento conservado nos Arquivos Vaticanos lança uma certa luz, embora indireta e sujeita a caução, sobre a pessoa dos Reis Magos que foram adorar o Menino Jesus na Gruta de Belém. A informação foi veiculada por muitos órgãos de imprensa e páginas da Internet.

O documento é conhecido como “A Revelação dos Magos”. Provavelmente seja algum “apócrifo”, nome dado aos livros não incluídos pela Igreja Católica na Bíblia. Portanto, não são “canônicos”, apesar de poderem ser de algum autor sagrado.

“Canônico” deriva de “Cânon”, que é o catálogo de Livros Sagrados admitidos pela Igreja Católica e que constituem a Bíblia. Este catálogo está definitivamente encerrado e não sofrerá mais modificação.

Há uma série de argumentos profundos que justificam esta sábia decisão da Igreja.

Entretanto, uma extrema ponderação em apurar a verdade faz com que a Igreja não recuse em bloco esses “apócrifos” e reconheça que pode haver neles elementos históricos ou outros que ajudem à Fé.


segunda-feira, 7 de dezembro de 2015

Sodoma: uma megalópole fastuosa
que desapareceu de um modo sem precedentes

Tall el-Hammam reconstituição artística de como foi Sodoma.
Tall el-Hammam reconstituição artística de como foi Sodoma.



continuação do post anterior: As ruínas de Sodoma: lições para o presente e para o futuro


Os trabalhos dos arqueólogos que acharam as ruínas de Sodoma estão concentrados em Tall el-Hamaam, na Jordânia. Gomorra estava localizada um pouco mais ao norte, também no vale do Jordão, perto do Mar Morto.

Na Bíblia, Sodoma é descrita rodeada de vegetação, bem irrigada, uma das maiores cidades ao leste do Jordão, cruzamento de rotas comerciais, e devido à sua riqueza e seu tamanho, pesadamente fortificada com torres e altas e largas muralhas.

A cidade que está sendo posta à luz corresponde a essa descrição. É a maior cidade desenterrada por cientistas na região, pois ela era maior entre cinco e dez vezes que qualquer vizinha.

O chefe da equipe de arqueólogos é o Dr. Steven Collins, professor de Arqueologia na Trinity Southwestern University, de Albuquerque, New Mexico, EUA. Segundo ele, tratou-se de uma cidade “monstruosa” – uma megalópole – se comparada com as outras da região no mesmo período histórico.

A Imaculada Conceição glorificada à revelia
até por ... um diabo!

Imaculada Conceição,São Francisco da Penitência, Rio de Janeiro
Imaculada Conceição,
São Francisco da Penitência, Rio de Janeiro
Luis Dufaur

A devoção à Imaculada Conceição de Nossa Senhora vem dos tempos apostólicos.

Na Idade Média, porém, adquiriu enorme força e extensão.

Por fim, no século XIX foi proclamada dogma da Igreja Católica. Nenhum católico pode negá-la ou pô-la sequer em dúvida, sem cair em heresia e ficar fora da Igreja.

Por isso, nesta magna festa, reproduzimos o fato seguinte acontecido no século XIX.



No dia 8 de dezembro de 1854, o Bem-aventurado Papa Pio IX promulgou solenemente o dogma da Imaculada Conceição de Maria, Mãe de Deus Encarnado, Nosso Senhor Jesus Cristo.

E no dia 25 de março de 1858, festa da Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e da Encarnação do Verbo, a Santíssima Virgem se manifestou em Lourdes a Santa Bernadete.

Nesse dia Ela confirmou o dogma, dizendo: “Eu sou a Imaculada Conceição”. E inaugurou uma torrente de milagres que não cessa até hoje!

Poucas pessoas sabem que em 1823, trinta anos antes da proclamação desse magnífico dogma, dois sacerdotes exorcistas obrigaram um demônio que possuía um rapaz a cantar o louvor dessa santa verdade.

E o demônio teve que fazê-lo, obviamente a contragosto, mas com uma rima poética que reverenciou a glória de Nossa Senhora.

O demônio é “espírito de mentira”, mas o exorcismo pode obrigá-lo a dizer a verdade, inclusive sobre matérias de Fé, como a divindade de Jesus Cristo, as virtudes da Imaculada Virgem, a existência do Paraíso, do inferno, etc.

Foi o que aconteceu com o demônio que tinha entrado num jovem analfabeto de apenas doze anos, residente em Adriano di Puglia, Itália, hoje Ariano Irpino, na província e diocese de Avellino.