segunda-feira, 6 de março de 2017

A incorruptibilidade do manto de Guadalupe:
a ciência não encontra explicações


Luis Dufaur
Escritor, jornalista,
conferencista de
política internacional,
sócio do IPCO,
webmaster de
diversos blogs






O Dr. Adolfo Orozco (foto), investigador do Instituto de Geofísica da Universidade Nacional Autonômica do México, assinalou que o extraordinário estado de conservação do manto da Virgem de Guadalupe “está completamente fora de todo tipo de explicação científica”.

Orozco, que também é especialista no manto da Virgem, falou em Phoenix, EUA, no 1º Congresso Internacional Mariano sobre a Virgem de Guadalupe.

O especialista disse que “todos os tecidos similares a do manto que foram colocadas em ambientes úmidos e salinos como o que rodeia a Basílica, não duraram mais de dez anos”.

Em 1789 fora pintada uma cópia a imagem de Guadalupe.
“Essa imagem foi feita com as melhores técnicas de seu tempo, era formosa e estava feita com um tecido bastante similar a do manto original. Além disso, também estava protegida com um vidro desde que foi exposta”, indicou.

A imagem em seu santuário.
A imagem em seu santuário.
Entretanto, “oito anos depois, essa cópia teve que ser desprezada porque estava perdendo as cores e as fibras se estavam rompendo.

Em contraste – acrescentou Orozco – o manto original vem sendo exposto há116 anos sem nenhum tipo de amparo, recebendo todos os raios infravermelhos e ultravioletas de dezenas de milhares de velas que estavam perto dela”.

Uma das características mais interessantes do manto, prosseguiu, "é que a parte de trás do tecido é rugoso e pouco liso; enquanto que a parte de adiante (onde está a imagem de Guadalupe) é 'tão suave como a seda' como assinalavam os pintores e cientistas em 1666; e confirmou quase cem anos depois, em 1751, o pintor mexicano Miguel Cabrera”.

O manto de São Juan Diego é feito de fibras de agave (da mesma família botânica que produz o sisal e a iúca, foto embaixo).

O Dr. Orozco relatou mais dois fatos sem explicação científica ligados à conservação da imagem.

O primeiro ocorreu em 1785 quando um trabalhador acidentalmente derramou um líquido que continha um 50% de ácido nítrico na parte direita do tecido.

Está fora do entendimento natural o fato que o ácido não tenha destruído a malha; e que ademais não danificasse as partes coloridas da imagem”, precisou.

Agave: de um pé semelhante ao da foto foi tirada a fibra do manto de São Juan Diego
O segundo relaciona-se com a explosão de uma bomba perto do manto em 1921. A bomba explodiu a 150 metros da imagem e destruiu todos os vidros nesse raio.

Entretanto, explicou o perito, “nem o manto nem o vidro comum que a protege foram danificados ou quebrados”. O único afetado foi um Cristo de ferro que terminou dobrado.

Não há explicação para o fato que as ondas expansivas que romperam os vidros a 150 metros ao seu redor não destruíram o que cobria a manto.

“Alguns dizem que o Filho, com o crucifixo que sim foi afetado, protegeu a imagem de Sua Mãe. O certo é que não temos uma explicação natural para essa ocorrência”, concluiu.


6 comentários:

  1. Olá!
    Gostei muito do seu blog e gostaria de lhe propor uma parceria!
    O meu blog se chama APELOS DO CEU (www.apelosdoceu.com)
    Se quiser, podemos trocar links.
    Aguardo sua resposta, atraves do email parceria@apelosdoceu.com
    Deus lhe abençoe!

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  2. José Juarez Batista Leite13 de dezembro de 2012 09:51

    Os tesouros espirituais com o selo autêntico da existência , presença e ação de Deus subsistem inequivocamente na Igreja Católica Apostólica Romana.Isto é maravilhoso aos nossos olhos e desconcerta os corações arrogantes,prepotentes e orgulhosos.

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  3. http://www.ceticismoaberto.com/fortianismo/3726/o-efeito-csi-e-o-milagre-catlico-de-guadalupe

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    1. Para quem tem fé, nenhuma explicação é necessária; para quem não tem, nenhuma explicação é possível.

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    2. E ainda digo mais: tendo havido uma pesquisa científica sobre o manto e o pronunciamento de que não há explicação para este fenômeno, tudo o que resta aos céticos é caluniar e fabricar suas provas, numa tentativa patética de forjar provas que sustentem sua visão de mundo ateísta.

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